XCV. O Bom Marido no Canadá – Capilano River Regional Park; Passeio em família; Piquenique gelado; Lonsdale Quay Market; Fudge; Tim Hortons; DQ; Stanley Park…

18 de janeiro de 2015.

Sábado foi dia de fazer um passeio em “família”!

Sim, família entre aspas, pois além de nós dois (Thierry e eu) só havia a minha irmã ali como parente. E como eu queria muito que ela conhecesse um pouco de North Vancouver, resolvemos convidá-la para dar uma voltinha por aquelas bandas de lá.

Na hora de contar as moedinhas para o ônibus, encontramos uma moeda de 25 cents de uma edição comemorativa de 2006, a respeito de uma campanha de conscientização sobre o câncer de mama. Esse tipo de moeda dá até dó passar adiante! Coisa de colecionador!

Fomos para a estação Waterfront, onde pegamos o Seabus para North Vancouver.

Lá pegamos um ônibus sentido Grouse Mountain e descemos próximo ao Capilano River Regional Park. Ao chegarmos lá, nos perdemos para achar a entrada do parque!

E toca olhar nos mapas da vida, afinal não havia uma pessoa sequer ali perto para nos dar alguma informação. O jeito foi caminhar até achar uma entradinha qualquer.

Uma vez feito isso, resolvemos explorar a área, seguindo algumas trilhas que nos levaram a belíssimas paisagens que foram devidamente registradas por nós.

Estava um frio de lascar. Sorte que estávamos bem agasalhados, mas quando paramos para fazer nosso piquenique, parecia que estávamos no meio do famoso filme Frozen. Let it go, let it go… (Só para constar, o Bom Marido detestou esse filme por causa das musiquinhas e blá blá blá!)

Avistamos uma turma que estava fazendo piquenique ali perto e percebemos que eles já deveriam estar acostumados a esse tipo de passeio em temperaturas baixíssimas, pois haviam levado garrafas térmicas com bebidas quentinhas para aquecerem o corpo… (Nota mental para futuros piqueniques de inverno: garrafa térmica com café ou chocolate quente será um item fundamental!!!)

Após o lanche, fomos dar uma olhadinha na Capilano River Hatchery, onde tem uma incubadora e diversos quadros com explicações a respeito do ciclo dos peixes. Até encontramos um amiguinho de penas que estava ali de olho nos peixes também!

O Capilano River Regional Park é um belo local que atrai canoístas, ciclistas, turistas e até mesmo cineastas, pois muitas produções cinematográficas são feitas neste belíssimo lugar. São várias trilhas a serem percorridas. E eu que pensei que o Thierry fosse detestar essas andanças todas, ele estava era adorando aquilo tudo!!! Se a mamãe dele soubesse o quanto fez bem para ele essas trilhas nos parques canadenses, certamente ela não o teria deixado voltar de lá!

Passamos pelo Cleveland Dam e nos aventuramos a tirar fotos de cima da barragem (sem medo de deixar as câmeras caírem) e fotografamos também a Grouse Mountain, que estava em nossos planos de passeio para dali a alguns dias.

Conforme foi escurecendo, pegamos o ônibus de volta para Lonsdale Quay e eu fiz questão de mostrar o Lonsdale Market para minha irmã, que durante esse tempo todo nunca tinha ido lá!

Até subimos na torre do grande “Q” que enfeita o lado de fora do mercado!

Entramos no Lonsdale Quay Market para minha irmã conhecer e aproveitamos para comprar uns doces na Olde World Confections Fudge – Belgian Chocolates.

Fudge! Uma delícia de doce. Só não é possível devorar um pedaço inteiro sozinho, pois acaba ficando enjoativo. Mas compramos 3 fatias para experimentarmos com calma e guardarmos o restante para os outros dias. Compramos um tradicional, um de chocolate com menta e outro de nozes. Nham!

Tomamos o Seabus de volta para Vancouver e resolvemos seguir a pé até nosso apartamento, parando antes no Tim Hortons para nos deliciarmos com um merecido e acolhedor chocolate quente! Ah, que maravilha!

Mais tarde, já em nosso apê, o Bom Marido preparou nosso jantar: Peixe desfiado ao creme e Hash browns. O meu ainda contou com uma saladinha e uma fatiazinha de queijo para incrementar!

Perfeito!

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Já no domingo, dia 18 de janeiro de 2015, não saímos para longe. O dia estava meio chuvoso e o Thierry estava doido para provar o hambúrguer de uma rede de restaurantes chamada DQ (Dairy Queen Inc.)

Como sabíamos que havia um DQ perto do nosso apê, resolvemos almoçar lá e depois esticar para o Stanley Park para caminharmos um pouco.

Resolvemos explorar uma trilhazinha que ainda não havíamos percorrido e até tiramos foto de umas árvores caídas, em especial uma que caiu no meio da trilha, mas que ao invés de ter sido totalmente retirada, foi apenas recortada para liberar a passagem!

Esses passeios me faziam querer ficar cada vez mais em Vancouver, pois mesmo no frio, mesmo com o tempo feio, sempre tinha algo bonito para se ver.

Ai ai… Que saudades de lá! Espero um dia poder voltar para essa linda cidade canadense. E o Bom Marido, com certeza, também espera!

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E assim concluímos mais um final de semana da nossa incrível viagem.

Obrigada pela visita e até o próximo episódio das Aventuras do Bom Marido no Canadá.

😉

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XXIV. O tal passarinho do realejo…

Há alguns anos eu estava passeando pelo bairro da Liberdade quando avistei um senhor com uma espécie de gaiolinha amarela com um periquito dentro. Conforme o senhor girava a manivela, uma musiquinha intrigante era tocada na tal gaiolinha. Tão intrigante que chegava a hipnotizar.

passarinho realejoSou uma pessoa muito supersticiosa e interessada em assuntos que envolvem “sorte”. E era exatamente isso que o tal passarinho do realejo estava fazendo: escolhendo a sorte para cada pessoa que ali parava. É claro que eu queria ver de perto essa história, afinal era só pagar R$ 1,00!

O senhor, em uma espécie de código, comandou o passarinho e pediu que ele escolhesse um papelzinho para mim. Naquela hora eu li, tentei entender, mas não consegui visualizar o sentido daquelas palavras… Mas mesmo assim resolvi guardar o papelzinho como recordação.

Esses dias, fazendo aquela master faxina em todos os armários e pastas, eis que encontro o tal papelzinho que, se não me engano é de 2006… 2007… Não lembro ao certo!

E hoje, fazendo um giro pelo que aconteceu em minha vida, vejo que aquela sorte ali bicada há tempos pelo periquito, em pleno Domingo ensolarado, na Feirinha da Liberdade, tem lá suas verdades!

Ei-las:

por volta de 2006

Quem me conhece sabe que tudo isso já aconteceu em minha vida, exceto o casório propriamente dito e as tais duas lindas criaturas (se bem que o Lucky é uma linda criatura… Já não conta? hehe)

Só sei que eu acredito bastante nessas coisas. E acredito que no passado o Thierry tenha sofrido muito pela incerteza do meu amor (vamos combinar que eu dei vários motivos também, né? Ai, como eu fui má!). E desde que comecei a namorá-lo pra valer, senti que havia encontrado o Príncipe Encantado perfeito para o tipo de Princesa Pirada que eu sou! Ou seja, o passarinho do realejo estava certo!

Mas o que ainda me preocupa é esse tal lance das “duas lindas criaturas“… Será?

Diz aí, Lucky, será que a mamãe vai adotar mais um filhote felino ou vai aumentar ainda mais a família dos Oliveiras???

Lucky no balde de Heineken

- "Sei lá, mãe! Só sei que eu cansei de ser GATO. Agora sou uma HEINEKEN!" 😉

E você? O que acha? 😉

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Para entender o que aconteceu no passado, visite os posts da sessão:

Tudo tem sua hora (Parte 1) (Parte 2) e (Parte 3)

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Será que a sorte virá num realejo?
Trazendo o pão da manhã
A faca e o queijo
Ou talvez… um beijo teu… (Realejo – O Teatro Mágico)