CVII. Um suquinho e um bom papinho

Desde que comecei a me aventurar mais pela cozinha para aliviar a barra do Bom Marido, venho notado o quanto isso vem fazendo bem para o nosso relacionamento.

Antes, eu só ficava no quarto estudando ou trabalhando, ou então limpando e arrumando a casa enquanto ele fazia o rango. Era cada um no seu quadrado!

Agora, eu priorizo estar mais perto dele, estipulando um cronograma para as atividades que realizo dentro de casa (estudos, trabalhos, exercícios físicos), valorizando assim a nossa sagrada Hora do Suco!

Claro que, quando estou trabalhando fora, fica um pouco mais difícil ajustar esse cronograma, mas o Meu Amado entende, afinal o que seria do nosso relacionamento se não houvesse o que eu chamo de “C.C.C” – Carinho, Compreensão e Colaboração?

Mas voltando a falar dos sucos, quase todo dia a gente faz um suco bem bacana com as dicas e receitas do já citado aqui, Joe Cross.

Nosso ritual consiste em: escolher o suco do dia (de acordo com a disponibilidade de ingredientes na geladeira), separar os itens, lavar, cortar, descascar, colocar na centrífuga e saborear.

A gente faz tudo juntos. Enquanto ele descasca e corta o abacaxi, lá estou eu removendo os caroços das cerejas, as sementes das uvas e lavando o espinafre, por exemplo. Thierry fica com a divertida parte de ir colocando na centrífuga!

Eu removo o bagaço e lavo a centrífuga todo santo dia. Aproveito que sempre tem uma louça para lavar, uma faca, uma tábua e já mando brasa em tudo.

Há quem ache um saco limpar cada item da centrífuga, mas não tem segredo! É só deixar de molho na pia enquanto a pessoa saboreia o suco e depois é só lavar. Algumas peças podem ir na lava-louças, ou seja, molezinha ter uma centrífuga em casa e fazer sucos saborosos e nutritivos todos os dias.

O mais legal é estar ao lado da pessoa amada, fazendo as coisas juntinhos, dando risada, conversando sobre diversos assuntos, analisando a mistura de sabores do suco, tendo um tempinho para conversar sobre assuntos aleatórios, planos para o futuro, listas de compras, as trapalhadas e fofuras do nosso gato, entre muitas outras coisas.

Poderíamos conversar também durante o jantar, mas nós gostamos de aproveitar a refeição para colocar em dia os episódios dos seriados que acompanhamos. Costumamos comentar sobre o seriado, ou algum assunto relacionado, mas nada muito profundo no momento.

Mas o suquinho, ah! O suquinho nos proporciona um momento super bacana!

Após isso, o Bom Marido carinhosamente me beija e avisa que vai voltar para o computador e continuar trabalhando, enquanto eu lavo a louça e organizo a cozinha. Em seguida, lá vou eu fazer algo útil também, como estudar, trabalhar em algum texto, me exercitar ou fazer bolo!

Sim! Fazemos deliciosos bolos com o bagaço do suco que fica na centrífuga. O Bom Marido super aprova. De vez em quando ele me ajuda a fazer, mas como é super rápido e fácil, eu mesma faço enquanto ouço a algum Podcast interessante como o All Ears English e o IELTS Energy, ambos em e sobre o estudo do idioma Inglês.

Querem receitas?

Então vamos ao combo “Suco + Bolo” da vez:

Um dos sucos que o Bom Marido mais gosta se chama Ease Your Joints Juice (Suco que Alivia as Articulações)

Ele fica bem docinho e é super fácil de preparar:

Ingredientes:

  • 4 fatias de abacaxi fresco
  • 1 punhado grande de cerejas
  • 1 punhado grande de uvas
  • 1 cenoura grande
  • 5 cm de gengibre
  • 4 pedacinhos de raiz de açafrão

Preparo:

  • Lave muito bem todos os ingredientes.
  • Corte o abacaxi e remova os caroços das cerejas.
  • Passe tudo pela centrífuga e sirva!

Substituições:

  • Abacaxi – manga
  • Cerejas – morangos
  • Cenoura – Batata-doce
  • Gengibre – limão
  • Açafrão – erva-doce

Rendimento: 1 porção

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Bolo do Bagaço do Suco que Alivia as Articulações (receita adaptada do programa Mais Você, da Ana Maria Braga)

Ingredientes:

  • 4 ovos
  • 1 e ½ xícara (chá) de açúcar
  • 1 xícara (chá) de açúcar mascavo
  • 300 g do bagaço do suco feito na centrífuga
  • 200 ml de leite
  • 1 pitada de sal
  • 2 xícaras (chá) de farinha de trigo
  • 1 colher (sopa) de fermento em pó
  • 2 colheres (sopa) de linhaça (opcional)
  • 2 colheres (sopa) de aveia em flocos grandes (opcional)

Preparo:

  • Preaqueça o forno a 200ºC.
  • Enquanto isso, bata os ovos, o açúcar, o bagaço, o leite e o sal no liquidificador.
  • Em uma tigela, peneire a farinha e o fermento e acrescente os ingredientes opcionais.
  • Junte a mistura do liquidificador na tigela e mexa bem até ficar uma massa homogênea.
  • Unte uma forma retangular média e despeje toda a massa.
  • Coloque no forno e deixe assar por cerca de 30 minutos.
  • Espete um palito no bolo para saber se está assado.
  • Se o palito sair úmido, deixe assar por mais 5 ou 10 minutos.
  • Deixe esfriar e, se quiser, retire da forma.
  • Cubra com a cobertura de sua preferência* (opcional) e sirva!

Rendimento: 16 fatias médias.

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* Sugestão de cobertura de chocolate com casquinha crocante, igual à do bolo de cenoura tradicional.

Cobertura de Chocolate com Casquinha Crocante (receita do site Tudo Gostoso)

Ingredientes:

  • 1 colher (sopa) de margarina ou manteiga
  • 2 colheres (sopa) de leite
  • 1 colher (sopa) de achocolatado em pó – usei Ovomaltine
  • 1 xícara (chá) de açúcar

Preparo:

  • Em uma panela, misture todos os ingredientes e leve ao fogo baixo até que a mistura desgrude da panela e fique em ponto de calda.
  • Despeje a cobertura ainda quente sobre o bolo.

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Depois é só servir com um cafezinho magnífico e pronto!

Dica: Comemos este bolo como opção tanto de café da manhã, quanto de lanche da tarde ou da noite! Rende bastante, por isso armazenamos na geladeira e aquecemos por 30 segundos no micro-ondas ou deixamos uns 5 minutinhos em temperatura ambiente antes de servi-lo.

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Gostaram das receitas?

Muito obrigada pela visita e até à próxima!

😉

CVI. E lá vem o “Valentine’s Day” outra vez…

Seria curioso comemorar o Dia dos Namorados em fevereiro, pertinho do Carnaval, ou como o próprio nome sugere: festa da carne!

IMG_8615Já temos nosso Dia dos Namorados em junho, numa época de friozinho gostoso e namoro embaixo das cobertas!  Por isso os brazucas nem dão muita bola para o tal do Valentine’s Day (Dia de São Valentim), comemorado em 14 de fevereiro.

Namoro é coisa fofa, compromisso, responsabilidade, cuidar de alguém, se importar com alguém, amar, ser amado, mimar e ser mimado.

Gostar das mesmas coisas, mas nem sempre. Olhar na mesma direção, mas nem sempre. É conhecer, descobrir, entender e respeitar.

Não é só beijo na boca e sexo. É amor e carinho. É fazer uma comidinha gostosa para a pessoa amada, ligar para saber se a pessoa está bem, ou mandar um WhatsApp também, por que não?

pipocasÉ andar de mãos dadas, assistir a um filme com pipocas em casa, naqueles dias em que o tempo está feio demais para sair, ou a grana está curta demais para gastar com cinema.

Namorar é gostoso e faz bem. Quando duas pessoas estão em sintonia e gostam de estar perto uma da outra, é natural que queiram firmar um compromisso sério.

E não precisa de data especial para provar o amor que sentem. Todo dia é dia de demonstrar carinho, mas sem a obrigação de fazê-lo. A pessoa estando feliz é o que basta.

Namoro é isso: é querer ver o outro feliz. Se possível, causar e/ou participar dessa felicidade.

29/12/2013 - 3 anos de Namoro - Thierry e ElaineAlguns desentendimentos rolam no meio do caminho? Sim, claro. Não existe relacionamento perfeito, casal perfeito, par perfeito. Tudo é descoberta, entendimento e aceitação. E aprendizado. Muito aprendizado!

Namorar é como fazer um cursinho pré-vestibular para a Universidade do Amor. Amor. Universo. Amar. Um só verso. No diverso.

Sejamos todos universalmente felizes no Amor!

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Obrigada pela visita e até à próxima!

😉

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Dica de presente para o “Valentine’s Day”:

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Happy Valentine’s Day!

CV. Juntos somos mais fortes!

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Apesar do blog (e do livro) se chamar “Como Ser Um Bom Marido”, é inegável que a “Boa Esposa” também tenha que existir, senão não rola o equilíbrio.

Desde o lançamento do livro em 07 de dezembro de 2013, tenho percebido várias reações das pessoas com relação ao título e à capa do mesmo. Dentre estas reações, as mais bizarras foram as de algumas pessoas mais velhas que acham que eu não tenho vivência o suficiente para escrever sobre um relacionamento.

Recebi muitos elogios pelos meus textos, pelo meu empenho e pela ousadia de lançar um livro que trata de um tema tão complexo que é o casamento. Complexo, pois não é só dizer “sim” no altar e viver feliz para sempre. Tem todo um desenrolar de situações e comportamentos que vão desde o namoro e se prolongam até que a morte (ou o divórcio) marque o ponto final.

Mesmo não estando oficialmente casada eu sei disso!

Mas para alguns, colocar um sapo na capa de um livro e um título que fala em “Como Ser Um Bom Marido” é um absurdo. É uma ofensa. Quem sou eu para falar de Bom Marido? Por que não coloquei “Como Ser Uma Boa Esposa”? E por aí vai…

Esses questionamentos nunca foram um problema para que eu continuasse firme e forte na minha missão de mostrar ao mundo como um relacionamento pode sim durar nos dias de hoje.

Nunca propus que fosse perfeito. Nunca propus que fosse eterno. Só proponho que seja uma troca justa e verdadeira. Mais que uma parceria, uma equipe que joga junto, ganha ou perde JUNTO. E tenho dito!

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E falando em jogar junto, o Meu Amado e eu começamos muito bem o ano nessa pegada.

A princípio, notei que não custava nada eu tentar me arriscar mais vezes no fogão ao invés de deixar essa função somente para ele.

Comecei com um macarrãozinho ao molho branco e legumes, depois um purê de batata-doce e gengibre e isso se estendeu pelos sucos que começamos a tomar desde que assistimos a alguns documentários sobre alimentação.

Nesse caso, nenhuma mudança é ou deve ser radical para que a situação se estabeleça. Dizem que uma pessoa leva cerca de 66 dias para se habituar a uma nova rotina. Pois bem, o Bom Marido e eu ainda estamos nos primeiríssimos passinhos de bebê para uma alimentação mais saudável. De pouquinho em pouquinho a gente chega lá.

Desde que começamos a namorar, acredito que ele tenha mudado (para melhor, digamos assim) muito mais que eu. Parou de fumar, reduziu o consumo de refrigerante, começou a se interessar por frutas, legumes e verduras, reduziu a ingestão de açúcar e até mesmo a carne vermelha, que ele tanto ama.

Talvez tenha mudado por minha causa. Talvez tenha mudado por questões de saúde (ou por causa dos preços no supermercado!!!). Que seja.

Em 5 anos muitas coisas acontecem na vida das pessoas. Influências, situações, pessoas que chegam, pessoas que se vão… Tudo isso serve para um amadurecimento e para uma mudança de comportamento. Tudo nos afeta de alguma forma, mesmo que a gente insista em dizer que nada nos abala. Abala sim. Em maior ou menor escala, mas abala!

Mas o bom de tudo é poder mudar (para melhor, sempre) em equipe, ainda que sejam  apenas dois membros. Um acompanhando as mudanças do outro. Mudando juntos, melhorando juntos, aprendendo juntos. Sem forçar, sem obrigar, sem encher o saco. Tudo de forma orgânica e harmônica. Certo?

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Sendo assim, em ritmo de mudança e experimentação, segue um pouco mais do nosso desenrolar com a história dos sucos e afins:

::: Nada como almoçar um lanchinho leve como esse da primeira fotinho acima:

  • Pão caseiro com patê de atum, acompanhado de salsão e alho-poró!

::: À tarde, um suquinho diferente:

Receita do já citado site do Joe Cross (Reboot With Joe):

Ingredientes:

  • 3 tomates grandes
  • 3 talos de salsão
  • 2 cenouras
  • 1-2 pimentas frescas (opcional)

Preparo:

  • Lave bem todos os ingredientes
  • Se necessário, corte em pedaços menores para caber na centrífuga (Se fizer no liquidificador, assim como o Bom Marido e eu começamos fazendo, cortar e acrescentar água é sempre importante para conseguir bater tudo direitinho. Neste caso, é bom coar antes de tomar)
  • Processe tudo e sirva!

Substituições:

  • Tomates – rabanete, beterraba, repolho roxo
  • Salsão – abobrinha, pepino
  • Cenoura – batata-doce, beterraba
  • Pimenta – açafrão, pimenta seca

Tempo de preparo: 5 minutos

Rendimento: 1 porção (Como o Bom Marido e eu dividimos tudo o que fazemos, deu 300ml para cada um)

::: À noite, olha que delícia de jantar feito pelo Bom Marido, com a minha ajudinha!

Os Chips também fazem parte das receitas do site do Joe Cross! Acho que viramos fãs desse cara!

Ingredientes:

  • 2 Batatas-doces médias
  • 2 cenouras grandes
  • 2 colheres de sopa de azeite
  • 1 colher de chá de pimenta do reino
  • 1/4 colher de chá de pimenta
  • 1/2 colher de chá de sal marinho

Preparo:

  • Preaqueça o forno em 215º.
  • Descasque as batatas-doces e as cenouras.
  • Corte as batatas-doces ao meio, no sentido do comprimento e corte cada metade em quatro fatias iguais.
  • Para as cenouras, corte-as ao meio. Divida cada parte no sentido do comprimento e e corte cada pedaço em duas ou três fatias, quase do mesmo tamanho das batatas.
  • Coloque as batatas e as cenouras em uma tigela e salpique com o óleo, as pimentas e o sal.
  • Espalhe as batatas e as cenouras em uma assadeira forrada com papel manteiga.
  • Asse por 30 minutos até os pedaços ficarem tenros por dentro e levemente dourados por fora, com as pontas levemente crocantes.

Rendimento: 4 porções

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E então, gostaram das receitinhas?

Espero que sim!

Obrigada pela visita e até à próxima!

😉

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CIII. Saúde! Agora o Bom Marido é fã de frutas, legumes e verduras!

2016 começou um pouco diferente na cozinha do Bom Marido.

Aliás, há algum tempo a lista de compras foi sofrendo algumas modificações, desde a redução do consumo de refrigerantes, guloseimas e gordurebas, devido ao preço elevado no supermercado.

Pois é… A falta de grana acabou nos ajudando a estocar menos porcaria em casa!

Mas o que deu aquele “plim” na cabeça do Bom Marido foi termos assistido a alguns documentários que eu havia pedido para ele baixar. Documentários estes que eu já havia assistido quando estive no Canadá na época em que eu estava fazendo o curso de Green Leadership (Liderança Verde) na ILSC-Vancouver e a professora havia passado uma lista de filmes como sugestão para complementar as aulas.

Aproveitando que eu estava no apartamento dos amigos Dimitri e Fabiana, do Canal Canadá Diário e eles haviam liberado a senha do Netflix deles, eu pude assistir a vários desses documentários recomendados pela querida professora Bari Blackhart.

Porém, me deu uma vontade de assisti-los novamente, bem como assistir aos que eu não tive tempo. E assim, Meu Amado baixou:

  1. Fat, Sick and Nearly Dead (Gordo, Doente e Quase Morto)
  2. Food Inc. (Alimentos S.A.)
  3. Food Matters (O Alimento é Importante)
  4. Hungry for Change (Fome de Mudança)

Todos os documentários falam da relação entre alimento e saúde, enfatizando as escolhas que fazemos no nosso cotidiano. Escolhas que podem ser prejudiciais não somente a nós e à nossa família, como também ao meio ambiente.

Gostamos muito do documentário “Fat, Sick and Nearly Dead”, pois foi o mais divertido, menos dramático e ainda assim muito elucidativo.

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Trata-se da história de um cara chamado Joe Cross que estava realmente Gordo, Doente e Quase Morto e por isso resolveu dar a volta por cima para recuperar a saúde, através do desafio de fazer seu corpo se curar sozinho somente pela ingestão de sucos naturais de frutas, legumes e verduras, por um prazo de 60 dias.

Parece utópico e totalmente errado ficar 2 meses só tomando sucos, mas o cara teve acompanhamento de médicos e nutricionistas e viajou pelos EUA com sua centrífuga, seu gerador e sua “feirinha” no carro, contando sua história de vida para várias pessoas, chegando inclusive a incentivar algumas a fazerem o mesmo!

Bem bacana o sucesso e a repercussão que ele teve. O mais impressionante foi a mudança, não apenas externa (o cara ficou enxuto e com uma aparência super saudável), mas também interna, pois o próprio organismo dele começou a não sentir mais vontade de consumir porcarias. Até os medicamentos ele, que sofria de uma doença autoimune, acabou não precisando mais tomar.

Ele mostra tudo isso no documentário. Só não mostra detalhadamente as receitas dos sucos que ele foi tomando.

Mas eis que foi só pesquisar no Google e encontrar o site dele, o Reboot With Joe (Recomece com Joe) onde pude encontrar dicas, receitas, informações sobre os benefícios dos sucos e de cada ingrediente recomendado.

No filme, Joe carrega sua centrífuga para cima e para baixo. O Bom Marido e eu sempre quisemos ter uma centrífuga, mesmo não sabendo direito como funcionava uma. Achávamos prático e divertido ver frutas e legumes virarem suco em poucos segundos!

Como não tínhamos centrífuga, tentaríamos utilizar o liquidificador.

Primeiro eu pesquisei no site do Joe algumas receitas de sucos que eu achava que o Bom Marido e eu iríamos gostar (tem suco para melhorar as articulações, limpar o organismo, amenizar dor de cabeça, levantar o astral, curar resfriados e muito mais), anotei os ingredientes necessários para fazer estes sucos e fomos até um Hortifrúti Vila das Frutas providenciar tudo.

Assim que chegamos, já lavamos e embalamos tudo, cortamos e congelamos o que podia ser congelado e armazenamos tudo direitinho para que nada estragasse, afinal, não se pode desperdiçar quando as finanças estão em baixa, certo?

E assim tentamos fazer nossos primeiros sucos.

Querem saber o resultado? Então aguardem as próximas postagens, pois esta aqui já ficou enorme, pra variar!

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Obrigada pela visita e até à próxima!

😉

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Ah, só para deixar claro! Nem o Bom Marido e nem eu tencionamos perder peso tomando suco!!! Nossa meta é mudar nossa alimentação aos poucos, deixando-a cada vez mais saudável, por isso começamos a tomar pelo menos um suco de frutas, verduras e legumes por dia, ainda assim dividindo uma porção para nós dois!

Se o Bom Marido perder um quilo sequer, o coitado sai voando!

Mas segue um spoiler aqui: a aparência dele está bem melhor. Mais corado, com mais energia e com a pele bem mais bonita.

E não foi só com o suco, pois ele passou a comer frutas, beber mais água e não torce mais o nariz para os legumes na comida! (Vide a primeira foto que postei acima, do macarrão colorido que eu fiz para ele com molho branco e… LEGUMES! Ele adorou!!!)

😉

CI. O Bom Marido no Canadá – Nosso incrível passeio em Whistler, BC!

E lá vamos nós relembrar mais um super passeio da nossa viagem ao Canadá.

Ultimamente o Facebook vem me “obrigando” a relembrar os melhores momentos do ano passado. Ele poderia escolher fotos dos anos anteriores, mas não! Ele faz questão de me “maltratar” com as incríveis lembranças do início de 2015, ou seja, época em que o Bom Marido e eu estávamos lá no Canadá aproveitando cada dia como se fosse o último!

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1º de fevereiro de 2015. Um dia deliciosamente frio!

Como mencionei em uma das postagens anteriores, o Bom Marido e eu queríamos comprar um passeio para as Rocky Mountains, mas não conseguimos, pois as vagas estavam lotadas. Nem o de Seattle nós conseguimos, pelo mesmo motivo. Então compramos antecipadamente o passeio para Whistler, antes que esgotasse também.

Havíamos pesquisado tanto na West Trek Tours quanto na Discover Canada Tours (agência pela qual eu havia visitado Whistler, o Lynn Canyon Park, o Stanley Park, as Rocky Mountains e Granville Island em 2012) e decidimos fechar com a West Trek Tour este nosso passeio para Whistler.

Não senti diferença de uma agência para outra, pois percebi que ambas trabalham no mesmo estilo. Até os preços são equivalentes e a qualidade do atendimento também.

Pois bem, o Bom Marido e eu acordamos cedinho e fomos caminhando até o ponto de encontro, próximo à Waterfront Station. Localizamos nossa excursão e seguimos viagem em um ônibus repleto de jovens eufóricos, grande parte deles brasucas!

Nosso passeio foi o de um dia só, o chamado “Winter Sightseeing”, onde apenas os principais pontos turísticos são visitados.

Nossa primeira parada foi a Shannon Falls, uma cachoeira de 335 metros de altura que fica em Squamish, BC, a caminho de Whistler.

Chegando à Whistler Village, o guia nos levou em um pequeno tour pela cidade e distribuiu os tickets para quem fosse passear de gôndola e fazer os demais passeios opcionais. Preços à parte.

Thierry e eu ficamos livres para explorar o local, com direito a passear de gôndola pra cima e pra baixo, almoçar uma Poutine no topo da montanha e brincar no Coca-Cola Tube Park!!! Uhuuu! Nos divertimos muitoooo!

Olha o Bom Marido aí deslizando alegremente!

Mesmo com o frio congelante (que só passou quando tomamos um master copo de chocolate quente!) nos divertimos muito e só lamentamos não estarmos com coragem para esquiar. Nem coragem e nem dinheiro, pois teríamos que alugar/comprar equipamento e fazer umas aulinhas para não nos arrebentarmos à toa na neve!

Prometemos tentar esquiar em uma possível próxima ida ao Canadá (que seja em breve, pelo amor de Deus!)

5/3/1. 25th day. – 5 minutes meditation ✔️ – 3 good things about this day ✔️ – 1 act of kindness ✔️ ☕️☕️☕️ 3 things: 1) I'm proud of all my accomplishments 2) No one can erase the best moments of my life 3) I know I'm loved! ❤️❤️❤️ 1 act of kindness: – I decided not to complain about anything today. Pic from my latest trip to Whistler Blackcomb. I wrote E&T on the gondola's glass. "E" stands for Elaine, "T" stands for Thierry! 💖💖💖 (2015, January) #531 #meditation #goodthings #goodvibes #goodthoughts #actofkindness #trip #Whistler #WhistlerBlackcomb #BritishColumbia #Canada #happiness #pazinterior #feliz #innerpeace #viagem #snow #gondola #positivity #mindfulness

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Quase perdemos a hora de voltar para o ponto de encontro e, quando voltamos, o ônibus demorou um pouco para partir, pois um dos turistas da nossa excursão havia se perdido por aí.

Esperamos bastante, mas não localizamos o cara. Como estava muito tarde, voltamos para Vancouver sem ele e depois disso eu nem sei como fizeram para encontrá-lo, mas certamente devem ter dado um jeito. Assim espero!

Chegando em Vancouver, o Bom Marido e eu caminhamos até o apê, jantamos e dormimos cansados e felizes!

E este foi mais um passeio do Bom Marido no Canadá.

Pena que a nossa viagem já estava chegando ao fim…

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Obrigada pela visita e até o próximo episódio das Aventuras do Bom Marido no Canadá.

😉

XCVIII. Mais um ano!

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Eita que 2015 já acabou. Passou feito um furacão, balançou um pouco as estruturas, mas acabou muito bem.

Começou lindo, com mil passeios que fiz com o Bom Marido lá no Canadá. Aliás, não consegui atualizar cada detalhe da nossa viagem, como era o planejado, mas acho que nas próximas postagens eu consigo. Eu ACHO!

Assim que voltamos de viagem, deu aquela sensação estranha de que estávamos no lugar errado, sabe? A sensação de que não deveríamos ter voltado do Canadá. Então bateu aquela depressão pós-viagem que tanto temíamos.

No começo foi difícil. Voltamos em uma época estranha, com as coisas fora do lugar e com uma crise no país que estava afetando mais o psicológico que o bolso.

Foi então que começamos a pensar nos “e se…” da vida e isso incluiu “e se um dia, daqui a uns dois anos, nos mudássemos para o Canadá?”. Confesso que ainda está só na hipótese, pois não conseguimos notáveis progressos para que isso se realizasse.

Primeiro porque precisaríamos comprovar uma boa quantia em dinheiro para começarmos nosso processo de imigração; depois teríamos que organizar uma série de coisas aqui antes de finalmente decidirmos começar tudo praticamente DO ZERO em outro país.

Parece mais fácil estar sozinho, pegar uma mochila, largar tudo aqui e viajar para bem longe, sem vínculos, sem amarras, sem cordões umbilicais e sem arrependimentos. O que não é o nosso caso. Temos que pensar sempre em dois. Três com o gato.

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Mais uma coisa para resolvermos: os procedimentos para levarmos o Lucky conosco!

Fora isso, ainda teríamos que procurar um local lá para morarmos, que não fosse muito caro, que não fosse muito tosco e que aceitasse animais. Me refiro ao gato!

Levaríamos uma grana extra para nos mantermos lá enquanto não pintasse nenhum trampo para nós, mas primeiro teríamos que fazer grana aqui para termos essa reserva. O que só foi acontecer lá para Maio/ Junho, ou seja, na metade do ano já…

Mas até que o ano foi bom. Nem péssimo, nem maravilhoso. Deu para passar. Difícil foi superar a perda do vovô Leon (avô do Thierry), o que piorou ainda mais a maré de tristeza pela qual estávamos passando.

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Para mim, graças a Deus, muitos trampos foram surgindo, a ponto de eu não ter tempo de descansar para curar uma torção no pé, um mau jeito no ombro, gripes, resfriados, dores de cabeça e etc…

Tanto é que hoje, 05 de janeiro, ainda estou com uma tosse que começou em 27 de dezembro, por conta da mistura: calor + muito ar condicionado + semanas seguidas de trabalho sem folga!

Pra que folga? Quando se tem um objetivo em mente, folgar é algo que atrapalha. Claro, serve para descansar, curtir um pouco mais a companhia do Bom Marido, mas de forma geral me deprime, me dá a sensação de não estar sendo útil!

Ainda mais para nós que pretendemos casar e mudar de país: quanto mais freelas, melhor! Quanto mais dindim entrando, melhor! Uhuuu!!!

E só termos foco e um bom planejamento. Deixar a vida organizadinha aqui para conseguirmos construir uma vida nova lá. Nós três: Meu Amado, nosso bebê peludo e eu. E que nossos parentes possam nos visitar de vez em quando, especialmente quando pensarmos em aumentar a família.

Eis uma questão que vem passeando pela mente do Bom Marido. Se for para termos filhotes, que nasçam no Canadá. Eu não faço muita questão de ser mamãe, por isso deixo essa decisão para quando o alarme de “Putz! Quero ser pai!” do Thierry apitar! Hahaha!

Se tivermos gêmeos, melhor! Assim os 9 meses de gestação + as dores + enjoos + o parto + a recuperação serão resolvidos numa tacada só!

Para encerrar, fiz uma bela homenagem ao meu amado no dia 29 de dezembro de 2015, dia em que completamos nossos 5 anos de namoro + noivado. Comemoramos em casa mesmo, com panquecas no café da manhã, pipocas, filmes e um jantar com direito a Strogonoff de Frango e um bom vinho tinto!

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Na mesma data, no ano anterior, estava eu indo buscá-lo no Aeroporto Internacional de Vancouver! Foi o melhor presente de namoro que eu poderia ganhar. Para completar, minha irmã até fez um jantarzinho gostoso para nós!

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Mais uma lembrança boa que nos faz querer morar no Canadá com a máxima urgência.

Será que a gente consegue?

Que Deus nos abençoe; que os anjos digam “Amém” e que o universo conspire a nosso favor para que o sonho de morar no Canadá se concretize o mais rápido possível!!!

Bora torcer!

E um Feliz 2016 do Bom Marido e da Boa Esposa! Ah, e do Bom Gatinho também! rs

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Agradecimentos aos amigos e leitores que já adquiriram exemplares do livro Como Ser Um Bom Marido e aos que estão para adquirir também!

Obrigada pela visita e até a próxima!

😉

LXXV. Filho de Ouro

Thierry_et_parentsGeralmente quando uma criança recebe muitos mimos e muita atenção dos pais, acaba se tornando uma pessoa chata, frágil, manipuladora, egoísta e cheia de frescuras.

Mas quando, aliado ao excesso de carinho e mimos vem uma educação adequada, o resultado ao longo dos anos é a retribuição de todo esse amor que a criança recebeu.

O sonho de todos os pais é criar os filhos da melhor forma possível e, quando ficarem idosos (ou adoecerem), não serem abandonados por suas crias.

Muitas vezes não é isso o que acontece.

A vida inteira os pais se desdobram para atender às necessidades dos filhos, mas basta precisarem de um favorzinho para ouvirem uma porção de desculpas, fora o comportamento egoísta e uma má vontade gigantesca.

No fundo, esses pais se culpam por terem feito demais por seus filhos sem que eles precisassem se virar para resolver seus próprios problemas. Tudo muito mastigadinho, na boquinha.

E no fundo os filhos sabem que precisam fazer algo por seus pais, mas a preguiça, o egoísmo e a falta de experiência imperam…

Toda essa reflexão me surgiu com base nos últimos acontecimentos aqui na casa do Bom Marido.

Meus sogros precisaram viajar para resolver assuntos muito importantes, mas a grande preocupação seria a cachorra Fox que, sendo muito idosa e de grande porte, não poderia viajar com eles. A solução seria deixá-la aos cuidados do Meu Amado, que por sinal já foi dono da Fox em sua infância.

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Confesso que cheguei a pensar que o Meu Amado não saberia lidar sozinho com todos os problemas da Fox, afinal, em mais de 15 anos ela nunca ficou muito tempo longe de casa e dos meus sogrinhos.

A rotina do Meu Amado foi alterada, pois ele teve que passar a limpar xixi e cocô da Fox (onde ela mora é sossegado, pois é como se fosse uma chácara com gramado, terra e bastante espaço); limpá-la com frequência, pois ela acaba pisoteando nas próprias necessidades; dar água e a comida especial dela duas vezes ao dia; proporcionar conforto e um abrigo quentinho para ela descansar; ficar sempre de olho para ver se ela não está precisando de nada; dar amor, carinho e atenção, pois todo animal de estimação precisa disso; entre outras coisas que estão por vir (sessões de acupuntura, medicamentos e etc…)

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Qualquer outra pessoa com quintal em casa pensaria: “Mas é só um cachorro. É só deixar lá de boa e pronto”. Mas a Fox precisa de cuidados. Ela está idosa, com um probleminha na coluna, longe da própria casa e das pessoas que ela está acostumada a ver todo dia.

Ainda bem que Meu Amado está conseguindo cuidar dela, mesmo detestando ter que limpar o quintal várias vezes ao dia!

(Ele se preocupa tanto com a Fox que até construiu uma rampa para facilitar que ela suba as escadas.)

A Fox, uma mistura de Pastor Belga com alguma outra raça, deu muitas alegrias para o Meu Amado quando ele ainda morava com os pais, na chácara. Foi ele que escolheu aquela bolinha preta e peluda que corria e brincava todo dia com ele pelo gramado e era forte, robusta, atlética e cheia de vida.

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Mas a velhice chega para todos, até para os animais. É por isso que temos que continuar cuidando muito bem deles, afinal, assim como nossos pais, os bichinhos também não merecem ser abandonados e esquecidos em um canto qualquer.

#ficaadica

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LIX. A união faz a… faxina!

Ontem resolvi fazer “aquela” faxina na casa do meu ilustre Namorido.

Não que eu não goste de limpar a casa, mas a situação estava tensa, afinal fazia um bom tempo que eu não dormia no lar doce lar dele.

E acordei disposta a lavar banheiros, cozinha, roupas (dele), área de serviço, garagem e dar aquela limpada bonita nas salas e na área de lazer.

Óbvio que tudo isso seria impossível de fazer em apenas um sábado, mas pelo menos eu tinha que tentar, pois hoje, domingão, iremos receber ilustres visitas aqui na casa do Meu Amado: nossos pais e minha irmã!

A casa é grande e no momento não fazemos a menor questão de contratar uma pessoa para limpá-la, então a gente tem que arregaçar as manguinhas e fazer bonito na limpeza!

faxinaEu disse “a gente”. Sim, pois para a grande surpresa do dia, Meu Príncipe Encantado resolveu ajudar! Ainda bem, pois eu jamais conseguiria dar conta do recado sem ele. Tinha muita coisa para ser feita em apenas um dia e mesmo assim não conseguimos limpar tudo.

E olha que eu nem precisei pedir! Meu Amado já foi logo arrumando a sala, separando um monte de tralhas para serem jogadas fora, lavou o carro e a garagem, deu uma arrumada na área de lazer e ainda temperou peixe e costelinha para o dia seguinte. Ah, e fez o nosso almoço e o nosso jantar também, muito caprichado, por sinal!

É muito bom quando a gente tem alguma coisa importante para fazer e a pessoa amada aparece para ajudar. É uma demonstração de carinho e consideração pelo esforço alheio.

E outra: nada mais gostoso do que receber visitas em uma casa limpinha, arrumadinha e organizadinha, não é?

Aqui na casa de Mon Amour, por conta da reforma no escritório que ele inventou de fazer, as coisas ainda estão meio bagunçadas, mas pelo menos conseguimos dar uma ajeitada nas partes principais, afim de deixar tudo mais confortável tanto para nós quanto para nossas queridas visitas.

E fica a dica para casais ou outras pessoas que moram no mesmo lar: “a união faz a… faxina!”

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faxina2Não é justo deixar tudo para a outra pessoa fazer só porque você acha que o que você faz já é o suficiente. Muitas pessoas trabalham fora o dia inteiro e quando chegam em casa só querem saber de descansar. Chega o fim de semana: cerveja e sofá. Trabalho? Nem pensar.

Mas hoje em dia muitas mulheres também trabalham fora para ajudar nas despesas da casa (e para não dependerem do dinheiro do marido) e ainda são obrigadas a esticar a jornada tendo que cuidar da casa, dos filhos e até mesmo do maridão que acha que já trabalhou o suficiente e que não precisa fazer mais nada em casa a não ser trocar uma lâmpada (mas só se a esposa lembrá-lo) e consertar o chuveiro (mas só se a água gelada lembrá-lo)…

Um Bom Marido é aquele cara que valoriza a Boa Esposa e não tem preconceito com o serviço doméstico. Ele limpa, lava, cozinha, cuida, ajeita, guarda, conserta, reforma, decora e faz o que estiver ao seu alcance para tornar a vida da amada menos complicada e sem esperar que ela peça. É um sujeito proativo e observador.

É como uma parceria. É preciso ter muita compreensão, muito companheirismo e muita união em um relacionamento. E claro, muito amor e carinho também!

Essa é uma grande dica para um relacionamento mais feliz, tendo inclusive saído uma pesquisa na Universidade de Cambridge que mostra que homens que fazem faxina são mais felizes, afinal quando o marido ajuda a esposa no lar, sobra mais tempo para os dois curtirem a vida juntinhos, não é verdade?

Está dado o recado!

😉

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Ah, vejam só o jantar que ele preparou para nós: um delicioso Tortelini Tricolore Dona Benta com molho branco, presunto, queijo e muitas especiarias. Ficou parfait!

Tortellini Tricolore Dona Benta=D