CX. Ver Casais Felizes me Deixa Muito Feliz!

Nos dias de hoje, quando a gente vê coisas boas e positivas, é preciso destacá-las e colocá-las como exemplo.

Em um mundo repleto de futilidades, amores vazios, rapidinhas e individidualismo, acompanhar de perto a existência de um casal super do bem, me faz muito bem também!

Aconteceu esses dias. Trabalho com eventos há muito tempo, sendo pelo menos uns 6 anos com eventos de terror, Halloweens e afins, muitos deles graças à produtora Space Magic Artes. Em um desses eventos, fui escolhida para atuar em um “Chálloween”, isso mesmo, um Chá-Bar com tema Halloween.

A princípio os outros atores e eu ficamos sem saber como seria esse tal Chálloween. Passou pela cabeça que fosse um típico Chá de Panela com três monstrinhos (nós) bagunçando o pedaço.

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Mas foi surpreendentemente melhor que isso! Foi uma super festa em um buffet todo decorado para um perfeito Dia das Bruxas e com todos os amigos e parentes dos noivos devidamente fantasiados e/ou maquiados especialmente para a ocasião!

Foi um barato! Eu nunca tinha presenciado um Chá-Bar tão incrível assim. Mas o que mais me chamou a atenção disso tudo foi o companheirismo dos noivos. Só de ver os dois ali na mesma vibe, no mesmo clima, um embarcando no sonho do outro, rodeados de pessoas que os querem muito bem, ah, isso já valeu pela noite toda!

A noiva, uma fofa! Veio toda contente falar conosco, dizendo que ela estava fazendo tudo do jeito que sempre quis e que seu sonho era ter personagens de terror do Hopi Hari e do Playcenter na festa dela!

O noivo, uma figura! Vestido de Gene Simmons, do Kiss, ele ficou todo agradecido quando eu encontrei o pendrive que ele havia perdido. No pendrive havia uma coletânea de músicas estilo Classic Rock e Heavy Metal, o que, claramente não agradava a maioria dos convidados, mas que a noiva fez questão de deixar rolar, afinal eram as músicas que seu amado havia escolhido, oras!

Não bastando isso, observei o capricho da festa, o carinho com cada detalhe, os quitutes deliciosos, as lembrancinhas, o trabalho incrível das fotógrafas, uma equipe de maquiadores disponível para atender aos convidados, o casal super atencioso passando de mesa em mesa para tirar foto com todo mundo, a alegria na hora de cortar o bolo e os planos da noiva para um casamento perfeito que agrade não somente a ela, mas ao futuro maridão também.

Fiquei muito feliz de ter tido a oportunidade de trabalhar nesse Chálloween. Fiquei muito feliz de ter conhecido um casal tão amoroso quanto a Kátia e o Pedro, bem como os parentes e amigos deles, igualmente amorosos e atenciosos.

Só tenho a desejar um maravilhoso casamento para eles e para todos os casais que também se preocupam em cultivar momentos que agradem a ambos, com muito companheirismo, muito respeito, muita generosidade e, principalmente, muito amor!

😉

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CIX. Há 38 anos…

O casal que melhor representa este blog e consequentemente o livro Como Ser Um Bom Marido – Porque toda mulher tem o Príncipe Encantado (ou o Sapo) que merece! é um dos casais mais adorados da família!

É claro que sou muito suspeita para falar deles, mas como eu convivo de perto e acompanho a trajetória deste amor desde que nasci (inclusive sou feita do puro amor desses dois!), então eu tenho propriedade para dizer que este é o par mais fofo, mais unido e mais verdadeiro que eu conheço.

Posso citar vários outros casais que admiro e percebo que se respeitam de igual forma, mas hoje é dia de celebrar este que comemora 38 anos de união.

2013_12_07_LançamentoBM9Já os homenageei muito aqui, e faço questão de sempre homenagear, afinal eles servem de inspiração para parentes, amigos e até conhecidos que os vêm sempre unidos, tranquilos, sorridentes, prestativos e conselheiros.

Como será que eles conseguem?

O que passa na cabeça de um casal para que a harmonia permaneça dentro e fora de casa, afinal um casamento de 38 anos não duraria se fosse apenas uma fachada de sorrisinhos e “benzinho pra lá”, “meu amor pra cá” na frente dos outros, certo?

As respostas, talvez só eles mesmos possam dar (fica a dica para uma próxima postagem que pretendo fazer, com perguntas respondidas por eles), mas o que eu percebo que prevalece neste casamento é o respeito mútuo.

CapaLivro2KE muito carinho também, claro! E muito diálogo, que é um dos pontos que eu enfatizo no meu já citado livro Como Ser Um Bom Marido.

Nenhuma situação fica sem ser resolvida. Surgiu um problema? O diálogo ocorre.

Fora que, em todo relacionamento de sucesso, é preciso ter paciência e saber ceder. E isso eu observo bastante nos meus pais.

Acredito que muitos casais da atualidade deveriam se espelhar em relacionamentos assim, pois hoje estamos vivendo uma fase de muito individualismo, muito orgulho, muito medo de amar e muita impaciência para resolver os problemas do cotidiano.

Na hora da raiva, as pessoas jogam tudo para o alto, falam o que não devem, ofendem e depois se arrependem, mas as palavras machucam muito e nem sempre as feridas são fáceis de cicatrizar.

Eu ainda estou aprendendo! Mas preciso fazer um workshop detalhado com meus pais!

Eles estão de parabéns por serem quem são, do jeito que são, felizes, de boa, sem encherem o saco de ninguém e sempre ajudando a quem precisa!

Portanto, Mamãe e Papai:

Parabéns pelos 38 anos de amor, respeito, carinho, aprendizado, companheirismo, parceria, alegria, conquistas, generosidade, compreensão e muitas coisas boas que vocês cultivaram esse tempo todo!

Parabéns pelos 38 anos de casório!

Amo vocês! ❤

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CVIII. Depois da Dengue!

 

Uhu!!! We’re back!

Nossa… Após uma dengue que derrubou nós dois numa tacada só, além de outras coisinhas que aconteceram, eis que estamos de volta!!!

– E com guloseimas!

Yeah!

Bem… Conforme eu havia dito anteriormente, eu simplesmente abarrotei meu WordPress com fotos e mais fotos de 2011 para cá e acabou que eu estourei o limite de espaço, o que agora me impede de postar fotos diretamente aqui.

Eu até tentei apagar algumas, mas deu um trabalhão, pois muitas fotos se conectam aos textos, então seria um parto analisar uma por uma e ver quem roda e quem fica, mas enfim…

Graças ao Instagram, eu consigo linkar uma imagem que eu postei lá e jogar para cá, o que não fica esteticamente do meu agrado, pois junto com a imagem, vem o texto todo que eu postei lá no IG, incluindo as hashtags.

E tenho que falar uma coisa, eu adoro hashtags! kkk Preciso aprender a usá-las com moderação, mas confesso que eu me empolgo bastante.

Anyways, let’s move on!

Move on pra onde? Bem, se eu pudesse, todos sabem que seria para o Canadá, mas neste caso, vamos apenas seguir em frente, mudar de assunto e fim de papo!

Ok, onde eu parei? Ah, nas fotos.

Bem, sendo assim, aqui neste blog (até eu ter grana para transformá-lo em site) vou linkar sempre coisas do Insta, beleza?

E vamos começar com o pão de queijo pós dengue.

Ficar doente é um saco, mas tem lá suas utilidades (olha eu, sempre enxergando o lado positivo de tudo, pra variar!). E uma das utilidades de ficar dodói é poder destrinchar a internet atrás de coisas interessantes para assistir, mesmo com os olhos quase fechando de dor.

Em um desses dias de bode, eu vi um vídeo da Ana Maria Braga ensinando a fazer pão de queijo.

Eu nunca soube fazer pão de queijo na vida, aliás, nunca soube fazer nada na cozinha além de sanduba e miojo, mas faz um bom tempo que venho tentando adentrar nesse terreno perigoso da culinária. E não é que estou gostando?

Pois bem, peguei a receita de cabo a rabo e na primeira ida ao mercado, já tratei logo de providenciar os queijos certos e o tal do polvilho doce.

Vou te contar, hein? Vendo a Ana Maria fazer, parece tão fácil, cheia das assistentes ao lado, tudo prático, mas na real é bem difícil amassar toda aquela massa e fazer as bolotinhas.

Resumindo a história, fiz mais de 100 bolinhas, assei algumas e congelei o resto.

O diacho ficou uma belezinha, viu? Pelo menos o Bom Marido adorou! Até minha mãe levou uns para assar em casa e gostou bastante também!

Mas vale a pena, hein? Muito melhor que comprar pão de queijo congelado no mercado ou gastar um dinheirão tomando café na padoca. Pão de queijo feito em casa é o que há!

– Valeu, Ana Maria!

E a dengue? Bem… O Bom Marido ficou muito pior que eu. Sério. O coitadinho achou que fosse passar dessa pra melhor, e eu incrédula, achando que não era pra tanto. Se não fossem nossos pais terem vindo cuidar da gente, não haveria pão de queijo pra contar a história.

Falando nisso, deu uma fome… Vou lá no congelador pegar um pacotinho de pão de queijo que eu mesma fiz e assar para o lanche! 😉

Segue a receita para quem quiser tentar em casa:

Pão de Queijo Supimpa Que Eu Vi no Programa da Ana Maria:

Primeira parte:

  • 1 copo de óleo
  • 1 copo de água
  • 2 colheres (sopa) de sal

Junte tudo numa panela e deixe ferver.

Segunda parte:

  • 1 kg de polvilho doce
  • 4 a 6 ovos (depende da consistência da massa)
  • 250gr a 300gr de queijo minas padrão
  • 100gr de queijo ralado parmesão (ralado em ralo fino)

Coloque o polvilho em uma tigela bem grande e vá jogando a mistura da panela aos poucos. Isso é o que a Ana Maria chama de “escaldar” o polvilho.

Amasse bem e acrescente um ovo por vez, sempre amassando para ver se precisa colocar mais.

Assim que a massa estiver bem macia, acrescente os queijos e continue amassando até a ficar bem homogênea. Se ficar muito mole, coloque mais polvilho ou espere esfriar antes de fazer as bolinhas.

Com a ajuda de uma colher, faça bolinhas não muito pequenas e coloque em uma forma para assar ou congelar.

Tempo de forno: 30 a 35 minutos a 180º. Sempre é bom verificar se não escureceram demais, senão ficam duros.

Sirva com amor e café! ❤

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Espero que tenham gostado!

😉

XCVIII. Mais um ano!

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Eita que 2015 já acabou. Passou feito um furacão, balançou um pouco as estruturas, mas acabou muito bem.

Começou lindo, com mil passeios que fiz com o Bom Marido lá no Canadá. Aliás, não consegui atualizar cada detalhe da nossa viagem, como era o planejado, mas acho que nas próximas postagens eu consigo. Eu ACHO!

Assim que voltamos de viagem, deu aquela sensação estranha de que estávamos no lugar errado, sabe? A sensação de que não deveríamos ter voltado do Canadá. Então bateu aquela depressão pós-viagem que tanto temíamos.

No começo foi difícil. Voltamos em uma época estranha, com as coisas fora do lugar e com uma crise no país que estava afetando mais o psicológico que o bolso.

Foi então que começamos a pensar nos “e se…” da vida e isso incluiu “e se um dia, daqui a uns dois anos, nos mudássemos para o Canadá?”. Confesso que ainda está só na hipótese, pois não conseguimos notáveis progressos para que isso se realizasse.

Primeiro porque precisaríamos comprovar uma boa quantia em dinheiro para começarmos nosso processo de imigração; depois teríamos que organizar uma série de coisas aqui antes de finalmente decidirmos começar tudo praticamente DO ZERO em outro país.

Parece mais fácil estar sozinho, pegar uma mochila, largar tudo aqui e viajar para bem longe, sem vínculos, sem amarras, sem cordões umbilicais e sem arrependimentos. O que não é o nosso caso. Temos que pensar sempre em dois. Três com o gato.

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Mais uma coisa para resolvermos: os procedimentos para levarmos o Lucky conosco!

Fora isso, ainda teríamos que procurar um local lá para morarmos, que não fosse muito caro, que não fosse muito tosco e que aceitasse animais. Me refiro ao gato!

Levaríamos uma grana extra para nos mantermos lá enquanto não pintasse nenhum trampo para nós, mas primeiro teríamos que fazer grana aqui para termos essa reserva. O que só foi acontecer lá para Maio/ Junho, ou seja, na metade do ano já…

Mas até que o ano foi bom. Nem péssimo, nem maravilhoso. Deu para passar. Difícil foi superar a perda do vovô Leon (avô do Thierry), o que piorou ainda mais a maré de tristeza pela qual estávamos passando.

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Para mim, graças a Deus, muitos trampos foram surgindo, a ponto de eu não ter tempo de descansar para curar uma torção no pé, um mau jeito no ombro, gripes, resfriados, dores de cabeça e etc…

Tanto é que hoje, 05 de janeiro, ainda estou com uma tosse que começou em 27 de dezembro, por conta da mistura: calor + muito ar condicionado + semanas seguidas de trabalho sem folga!

Pra que folga? Quando se tem um objetivo em mente, folgar é algo que atrapalha. Claro, serve para descansar, curtir um pouco mais a companhia do Bom Marido, mas de forma geral me deprime, me dá a sensação de não estar sendo útil!

Ainda mais para nós que pretendemos casar e mudar de país: quanto mais freelas, melhor! Quanto mais dindim entrando, melhor! Uhuuu!!!

E só termos foco e um bom planejamento. Deixar a vida organizadinha aqui para conseguirmos construir uma vida nova lá. Nós três: Meu Amado, nosso bebê peludo e eu. E que nossos parentes possam nos visitar de vez em quando, especialmente quando pensarmos em aumentar a família.

Eis uma questão que vem passeando pela mente do Bom Marido. Se for para termos filhotes, que nasçam no Canadá. Eu não faço muita questão de ser mamãe, por isso deixo essa decisão para quando o alarme de “Putz! Quero ser pai!” do Thierry apitar! Hahaha!

Se tivermos gêmeos, melhor! Assim os 9 meses de gestação + as dores + enjoos + o parto + a recuperação serão resolvidos numa tacada só!

Para encerrar, fiz uma bela homenagem ao meu amado no dia 29 de dezembro de 2015, dia em que completamos nossos 5 anos de namoro + noivado. Comemoramos em casa mesmo, com panquecas no café da manhã, pipocas, filmes e um jantar com direito a Strogonoff de Frango e um bom vinho tinto!

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Na mesma data, no ano anterior, estava eu indo buscá-lo no Aeroporto Internacional de Vancouver! Foi o melhor presente de namoro que eu poderia ganhar. Para completar, minha irmã até fez um jantarzinho gostoso para nós!

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Mais uma lembrança boa que nos faz querer morar no Canadá com a máxima urgência.

Será que a gente consegue?

Que Deus nos abençoe; que os anjos digam “Amém” e que o universo conspire a nosso favor para que o sonho de morar no Canadá se concretize o mais rápido possível!!!

Bora torcer!

E um Feliz 2016 do Bom Marido e da Boa Esposa! Ah, e do Bom Gatinho também! rs

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Agradecimentos aos amigos e leitores que já adquiriram exemplares do livro Como Ser Um Bom Marido e aos que estão para adquirir também!

Obrigada pela visita e até a próxima!

😉

XCII. Depoimento de um Bom Marido sobre sua Boa Esposa

DSC02409Hoje é dia 15 de julho de 2015.

Há exatos 37 anos, um jovem casal entrava no altar para dar início a uma vida repleta de paz, amor, felicidade, carinho, companheirismo e compreensão.

Acho muito linda a história de amor desses dois que se conheceram na Bahia quando ele foi ao casamento de seu irmão com a tia dela. Depois desse dia, começaram a trocar cartas, namorando dessa forma durante cerca de um ano.

Às vezes, ele viajava de São Paulo até à Bahia em um feriado prolongado, enfrentando uma longa e cansativa viagem de ônibus, só para chegar lá, conversar com o futuro sogro, dar um beijo em sua amada e depois voltar para São Paulo.

DSC01151Casaram-se na Bahia, mas foram viver em São Paulo, onde tiveram duas filhas.

Aproveitaram bem os 3 primeiros anos de casamento passeando bastante, viajando, fazendo planos para o futuro e se estabilizando para então começarem uma família.

A primeira filha chegou tranquilamente. 3 anos depois veio a segunda, não tão tranquila assim! Rs!

Até hoje dedicam suas vidas a elas, bem como a ajudar aos parentes e amigos que precisam.

Levam uma vida simples, sem frescuras e ostentações, mas recheada de amor, carinho, generosidade e esperança.

Um casal que todo mundo ama e admira. Um casal que está sempre junto na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, na riqueza e na pobreza, sempre firmes e fortes, com a bênção de Deus!

Um casal que tenho o maior orgulho de chamar de MEUS PAIS!

– Parabéns, Luiz e Zélia! 37 anos de casório não é para qualquer casal, não! Continuem assim: se completando, se ajudando, sendo compreensivos, companheiros e carinhosos para sempre.

Muita paz, muita saúde, muita fartura e muito amor em suas vidas!

Obrigada por serem meu alicerce e me ensinarem tantos valores importantes que levo comigo para todo lugar.

Obrigada por serem o casal mais fofo e querido da família!!! AMO VOCÊS!!!

FELIZ 37 ANOS DE CASADOS!!! ❤ ❤ ❤

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E para completar essa postagem, segue um videozinho que gravei em fevereiro de 2012, quando estávamos comemorando o aniversário da minha irmã Eliane no restaurante México 70, em Guarulhos.

DSC02411Era para eu ter postado esse vídeo antes, mas achei que tivesse perdido esse registro em meio aos backups do meu computador problemático. Fora a minha total incapacidade e falta de paciência para editar vídeos!!! (Shame on me!)

Mas está aí: cru, tosco, divertido, bagunçado, mas com uma mensagem muito importante a ser transmitida: O MAIS PURO AMOR!!!

Espero que gostem! 😉

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LXXXIX. Homens que fazem faxina fazem mais amor!

Tá, Ok! Eu sei que o certo seria dizer: “Homens que fazem faxina transam mais”, porém eu sou uma lady e uso o termo “fazer amor”, pois é mais bonitinho!

(Mentira! Quem me conhece, sabe que eu sou bem desbocada e uso termos engraçadíssimos para essas coisas! Agora venho querer me fazer de santa? Essa não cola, Dona Elaine. Tsc tsc tsc…)

Baboseiras à parte, resolvi dar uma pausa nas postagens das Aventuras do Bom Marido no Canadá por dois motivos:

Thierry_louça1- As fotos da viagem estão no meu outro note e meu HD ameaçou explodir, então enquanto eu não comprar um novo, não quero fuçar naquele, com medo de perder quase tudo o que eu tenho e que não tive como fazer backup, incluindo as fotos da viagem!!! (Que tragédiaaaa!!! E que burrice da minha parte também!)

::: Mas só para não passar em branco, eis aí ao lado a foto do Thierry fingindo lavar louça em um passeio que fizemos ao Burnaby Museum, no dia 02 de janeiro de 2015.

2- Mandei uns arquivos no Facebook de um amigo e ele pediu desculpas pela demora em responder, dizendo que era por que ELE estava fazendo FAXINA! Hahaha! Até já o imaginei, todo barbado, de aventalzinho, lencinho na cabeça e espanador na mão! Daí brinquei com ele dizendo que homens que fazem faxina fazem mais amor (na verdade não foi bem com essas palavras que eu disse! rs)

E para completar, mais um amigo ouviu de mim uma frase parecida durante as gravações do curta-metragem “O Último Olhar”, no qual atuei recentemente. Esse amigo fez parte da equipe do curta e enquanto as gravações rolavam, lá estava ele lavando toda a louça que usamos e ajudando a limpar a cozinha da dona da casa onde gravamos! Um fofo!

Então, lá fui eu explicar para os camaradas acima os motivos que levam a crer que: Homens que fazem faxina (e lavam a louça) são bem-sucedidos “naquilo”!!! Hehehe!

Bom, se o cara é casado (ou vive junto, namora, enrola, sei lá) e ajuda sua(seu) parceira(o) nos afazeres domésticos, sua cara-metade ficará radiante de felicidade e gratidão pela força e terá muito mais tempo de curtir momentos a sós com ele. Simples assim!

homem_ajudandoImagine uma pessoa que chega toda cansada do trabalho, sendo que o dia inteiro aguentou cliente chato ou criança pentelha ou até mesmo um chefe osso duro de roer e ainda tem que lavar a piiiilha de louça e limpar a casa quando chega?

Nada mais justo que dividir as tarefas com o(a) parceiro(a), não é?

Nem que uma pessoa cozinhe e a outra lave. Ou então, um limpa a casa e o outro leva o lixo lá para fora, ou a mãe arruma as bagunças enquanto o pai cuida das crianças. Enfim, o importante é dividir as funções, afinal foi-se o tempo onde o homem trabalhava enquanto a mulher só ficava em casa cuidando de tudo (o que já era trabalho e tanto, por sinal!)

breakfast_by_ThierryMas se o cara não é casado, porém mesmo assim dá aquele trato no próprio lar e tem o costume de levar uma pessoa especial para passar a noite junto com ele, assistindo a um filminho, ou fazendo um jantarzinho esperto, essa tal pessoa perceberá o asseio do rapaz e estará mais propensa a encarar uma noite de amor com ele.

Aparência conta sim!

Imagine a pessoa chegando na casa do cara e se deparando com bagunça para todo canto, cueca suja no chão, quarto abafado fedendo a bafo e lençol velho, banheiro imundo com o cesto de lixo todo aberto explodindo papel sujo e mais um monte de outras nojeiras que nem ouso citar… Ainda que o cafofo seja de pobre, tem que ser limpinho, cheiroso e arrumadinho, não é?

casalimpaBagunça, sujeira, tranqueira e mau cheiro são coisas para lá de broxantes em um relacionamento (seja ele de uma única noite ou não!)

Então, senhores homens de plantão: dar uma força na faxina faz bem e garante mais tempo de amor na vida do casal!

#Ficaadica

😉

LXX. Casamento. Algumas reflexões por aí…

decoração-de-casamento5Hoje a dona Fátima Bernardes, em seu programa Encontro, falou sobre casamentos.

Um tema muito atual. Sempre atual. Mas que, no próprio programa foi dito que, hoje em dia, os casais estão buscando resgatar o romance, a pompa e a importância que um casamento (não apenas o evento em si, mas sim o relacionamento a seguir) deve ter.

Para mim, em muitos casos, isso continua sendo um momento de exibicionismo e ostentação de alguns casais que, daqui a alguns meses, estarão assinando o divórcio e, quem sabe, já preparando a próxima grande festa/ desfile/ ostentação de igual ou inferior duração.

Quem lucra com isso são os buffets, os salões de beleza, as costureiras, as quituteiras, os garçons, os padres, as lojas de alianças, as lojas onde os casais deixam suas listas de presentes e os organizadores de eventos e celebrações desse porte… É um tal de casa aqui, casa ali, numa louca disputa para ver quem faz o casamento mais louco, caro, lindo e criativo.

casóriorústicoJuras de amor. Homenagens. Filminhos passando em um telão, exibindo os melhores momentos do casal. Parentes e amigos que gastaram uma nota nas lojas de ternos e nos cabeleireiros da vida…

Sempre o mesmo ritual.

Eu venho dizendo tudo isso, mas eu adoro casamentos. Adoraria me casar de véu, grinalda, vestido branco e papai entrando comigo na igreja.

Não estou criticando o ato das pessoas se casarem, mas sim o modo como algumas o fazem. É divertido um casamento criativo, animado, com cenas inusitadas, flashmobs e surpresas (positivas) de última hora? Sim. É o máximo! Todo mundo se diverte, as fotos ficam lindas e a filmagem super divertida de se assistir em família. Sem momentos estagnados e entediantes das gravações dos casamentos de antigamente (e de alguns atuais ainda)…

Mas o que me entristece é a dúvida a respeito do futuro desses casais. Será que todo dinheiro investido na festança valerá a pena? Será que o casamento será bem aproveitado ao longo dos anos? Será que as juras diante do padre serão cumpridas à risca nos próximos dias, meses e anos, até que a morte os separe?

anel_casamentoNão quero desestimular ninguém a casar. Só quero que as pessoas reflitam a respeito desse compromisso sério e importante que é o casamento e o tratem como um momento importante e decisivo em suas vidas.

Não é só porque existe “divórcio”, que todo mundo vai sair casando ao sabor do momento, sem se preocupar com o amanhã.

Casamento é sagrado!

Pode brincar, rir, se divertir, fazer festança com muita música, muita comida, carruagem na porta da igreja e tudo mais? Pode, mas sempre pensando que o casamento é para os noivos. Gastar horrores só para agradar os outros e depois não dar conta dos gastos, da responsabilidade e do compromisso assumido, isso é para os impulsivos.

Não se casa por impulso.

Se casa por amor, mas sem deixar a razão de lado. Se casa para unir as forças, viver uma vida com altos e baixos, saúde, doença, pobreza, riqueza, alegria, tristeza… É um desafio encarar não só os momentos bons, mas também os ruins, os que desanimam, os que levam a quase desistir…

É, minha gente. Viver até que é fácil. A gente é que complica tudo e tenta bater de frente, dá murro em ponta de faca ou inventa obstáculos no dia a dia.

Mas uma coisa é certa: se cada um souber o seu lugar dentro de uma relacionamento, as chances de felicidade, união e harmonia estão garantidas.

Mas isso tem que ser muito bem pensado, antes mesmo de marcar a data e já sair convidando até mesmo os inimigos para invejarem a grande festa conjugal.

😉

LXVI. Dando mais um passo juntos!

????Oba! Hoje temos novidade no pedaço!

Quem nos acompanha nas redes sociais sabe da boa notícia, mas quem só passa por aqui de vez em quando ou sempre cai de paraquedas quando está buscando algo referente a “amor”, “relacionamentos”, “casamento”, “como ser um bom marido”, “como ser um bom esposo”, “receitas” e termos semelhantes no Google, ainda não sabe que ontem, 16 de Fevereiro de 2014, Thierry e eu nos tornamos NOIVOS!

Mas aí vocês me perguntam… “Mas por quê ‘Bom Marido’ se ainda nem são casados?”

E de fato precisa? Na verdade não. O que importa é o que sentimos um pelo outro: o amor, o carinho, o respeito e o tratamento adequado.

Bom Marido é o que o Thierry é e sempre será, independente de estarmos oficialmente casados ou não.

Alianças_Elaine&ThierryMas há alguns meses, estivemos pensando em noivar, afinal completamos 3 anos de relacionamento sério e sentimos que era hora de usarmos alianças, não para enfeitarmos nossos dedos, mas para reafirmarmos nosso amor com a intenção de darmos mais um passo formal em nossas vidas.

No próprio livro “Como ser um Bom Marido” eu digo que nunca me sentiria confortável em “juntar os trapos”, “juntar as escovas de dente” e viver o resto da vida assim (éca!) “amasiado”.

Mas há quem faça isso de boa, ou por não ter dinheiro para realizar um matrimônio, ou por medo de tudo mudar (para pior) quando o estado civil também mudar. Ou também por problemas de nomes, bens e situações judiciais; ou então porque a pessoa simplesmente não quer saber de casamento e pronto. Se está tão bom assim, para que mudar, não é verdade?

Cada um sabe da sua vida, dos seus interesses e das suas preferências.

Churras em família

E Meu Amado e eu preferimos escolher belas alianças e fazer uma surpresa para nossa família em um trivial almoço (churrasco) de domingo.

Minha mãe até fez um delicioso bolo de cenoura com chocolate sem saber que a ocasião era especial! hehe

Bolo de cenoura com cobertura de chocolate

licor Mozart GoldE foi mesmo uma bela surpresa quando, já à noite e acompanhado de um licor de chocolate (Mozart Gold), o Meu Amado resolveu tomar coragem e mostrar a todos o saquinho com as alianças que estiveram o dia todo guardadas em seu bolso.

Não é segredo que o Bom Marido é um sujeito bem tímido para essas coisas. Mas eis que, na base do “Agora ou Nunca” ele, com seu jeitinho todo tímido e hesitante em pronunciar algo de tamanha grandeza, anunciou este importante evento em nossas vidas!

Brindando com MozartViva!

Emocionante!

Por essa ninguém esperava!

Mas ainda bem que todos ficaram bem felizes com a notícia!

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Então, o Bom Marido e eu agora somos NOIVOS e muito felizes por sinal!

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Muito obrigada a todos os que acompanham essa trajetória, em especial nossos parentes e amigos que torcem verdadeiramente pela nossa felicidade!

Espero que tenham gostado da novidade!

E quem quiser ajudar este casal a dar mais um passo adiante nesta linda história, por favor, adquiram o livro feito em homenagem a todos os Bons Maridos e Boas Esposas do mundo:

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Querem saber como adquirir um exemplar AUTOGRAFADO? Então comprem o livro através dos links:

Site TodaOferta

Site do Thierry Durieux

Ou entrem em contato através do email: elaine_thrash@hotmail.com que eu passo mais informações sobre como adquirir o livro AUTOGRAFADO de forma rápida, prática e segura.

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Outros sites que também vendem o livro, porém sem ser autografado:

Site da Livraria Cultura

Site da Livraria Asabeça

Site Shopping Uol

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