Sessão: Macho & Fogão (pte. 13) – Especial Canadá

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Estavam com saudades das deliciosas postagens da Sessão Macho & Fogão?

Não se preocupem! Estamos de volta com mais umas delícias preparadas pelo Bom Marido (com a minha ajudinha também).

Desta vez, vamos mostrar o que o Bom Marido andou aprontando lá nas cozinhas do Canadá, quando foi me visitar na reta final do meu intercâmbio em Vancouver!

Veja a Sessão Macho & Fogão completa clicando AQUI!

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O Bom Marido chegou em Vancouver no dia 29 de dezembro de 2014, dia em que comemoramos 4 anos de relacionamento.

Enquanto eu fui buscá-lo no aeroporto, minha querida irmã preparou um macarrãozinho supimpa para nós.

Claro que ele não teria pique para cozinhar, pois estava desnorteado por conta da longa viagem! (Valeu, sister!)

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Conforme mencionei na postagem LXXIX. O Bom Marido no Canadá – Feliz Ano Novo! , nos primeiros dias da viagem do Bom Marido, permanecemos no apartamento dos nossos queridos amigos Dimitri e Fabiana, do canal Canadá Diário. (Valeu, gente!)

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Foi lá que o Bom Marido preparou as primeiras iguarias em solo canadense, incluindo nosso banquete de Ano Novo.

No dia seguinte à chegada do Bom Marido, a primeira coisa que fizemos após o café da manhã foi dar uma passada no mercado.

IMG_2694O almoço foi o básico Arroz Integral com Curry e Filé de Frango na Manteiga, que é o nosso coringa!

Na véspera de Ano Novo, após um dia de passeios, compramos algumas coisinhas para nossa ceia, incluindo um vinho tinto seco muito bom por sinal.

O Bom Marido nos surpreendeu com um banquete para nossa ceia, com direito a entrada, prato principal e sobremesa!

Entrada(s):

1. Sashimi de Salmão (compramos um pedaço grande de salmão, para o qual o Bom Marido havia pensado em três formas de preparo)

2. Degustamos uns queijinhos e o vinho que compramos, enquanto a terceira entrada não ficava pronta!

3. Finalmente a deliciosa “Casquinha” de Salmão ao Molho Branco. Geralmente ele faz com peixe branco e coloca em forminhas em formato de conchinhas, mas como estávamos na casa dos amigos, utilizamos as tigelinhas de louça que encontramos por lá.

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(Receita em breve)

Prato Principal:

Salmão Assado, acompanhado de Arroz Integral com Curry e Salada de Alface Romana com Molho de Mostarda. E mais a Lentilha saborosa que minha irmã fez (nossa tradição é comer lentilha no Réveillon).

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Eu fiz o molho de mostarda!

Sobremesa:

Café com Sorvete Rolo Nestlé sabor Peanut Butter. Sem mais!

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DSC00835Eu também me arrisquei na cozinha, especialmente sabendo que o Bom Marido e minha irmã adoraram as minhas Panquecas de Banana!!!

Compramos um “syrup” baratinho no Walmart, achando que era de Maple, mas na verdade era apenas um melado qualquer…

Pelo menos ficou bom nas panquecas!

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Na semana seguinte já estávamos no apê que alugamos em West End Vancouver. Lá o Bom Marido continuou a fazer uma comidinha esperta para nós, mas sem muita variedade, afinal experimentávamos guloseimas sempre que saíamos e em casa comíamos mais o básico, ainda assim delicioso, claro!

IMG_3026Arroz Integral com Filé de Peixe Branco e Hash Browns (e Salada)

Gosto do jeito que o Thierry prepara o arroz. Ele coloca um pouquinho de óleo na panela, uma colherinha de curry e refoga 1 xícara de arroz nesta mistura. Em seguida ele coloca 3 xícaras de água e deixa cozinhando até ficar no ponto.

O filé de peixe ele tempera com limão, sal, pimenta, empana e frita com um pouquinho de margarina.

E as Hash Browns? Bom, ainda não descobrimos como fazê-las, mas o Bom Marido se apaixonou por essa iguaria feita de batata ralada e prensada em forma de hambúrguer. Dá para fritar ou assar. Preferimos assar.

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IMG_3210De vez em quando o preço do Salmão estava bacana, então a gente fazia questão de comprar.

Era uma das opções para quando a gente não queria ficar só no filezinho de peixe!

Olha o capricho do Bom Marido!

O Bom Marido comia as Hash Browns quase todo santo dia. Eu evitava ao máximo, apesar de achar uma delícia. Eu ficava na saladinha mesmo. Especialmente de salsão, que era barato, suculento e gigantesco por lá!

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IMG_3409Certo dia, inventamos de comer batata-doce. Seguindo a deliciosa versão de Batata Assada com Molho de Requeijão que já virou sucesso na casa do Thierry, em Vancouver ele fez:

Batata-doce Assada com Cream Cheese e Cebolinha, pra acompanhar o Filé de Peixe.

Essa saladinha já vendia assim prontinha para consumo no supermercado No Frills. Custava menos de 1 dólar o pacotinho. Era só abrir, colocar no prato, temperar e se deliciar.

Detalhe para as batatas chips President’s Choice enfeitando o prato!

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IMG_3475Mais uma delícia preparada pelo Bom Marido: Peixe Desfiado ao Molho Branco com Purê de Batata-doce!

Sim, insistimos em tentar comer batata-doce mais uma vez, mas sinceramente, não curtimos muito.

O que ficou bom mesmo foi esse peixinho desfiado que o Thierry fez!

Hmmm! Caprichadíssimo!

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De vez em quando, uma extravagância pode, não pode? Pois bem… Passeando em um dos meus mercados prediletos, o Urban Fare, eis que o Bom Marido se depara com esse lagostini suculento na vitrine da peixaria. O que ele fez? Comprou, claro. E assim, jantamos um delicioso Lagostini Assado Recheado com Pedaços de Alho e acompanhado de Arroz Selvagem e Salada.

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Perfeito!

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Além do Arroz Integral puro, nós o comíamos misturado ao Selvagem. Uma delícia!

Era uma das opções para acompanhar nosso peixinho de cada dia!

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Neste cardápio também tem espacinho para o delicioso ovo frito do Bom Marido. Já comentei em outra postagem que até o “zóião” que ele faz fica com um gostinho especial. Não sei se é a manteiga, ou se são os temperos, ou tudo junto, mas eu adoro o ovinho que ele faz!

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Falando em ovo, eis uma Omelete Supimpa que eu ajudei a preparar:

No recheio temos: queijo prato, peito de peru, cebolinha, cebola e temperinhos.

Olha a chips President’s Choice aí outra vez!

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Quando íamos ao mercado, sempre pesquisávamos os itens que estavam em oferta, independente da marca. A qualidade dos produtos lá não variava muito de marca para marca, então era simples escolher a mais barata e levar para a casa, sem medo de se arrepender.

Comprávamos pão integral por um ótimo preço. Fazíamos lanchinhos para levar quando saíamos para longe. Super prático. Pão, cream cheese, queijo prato, peito de peru e salada. Uma ótima forma de economizar dinheiro nos passeios!

Mas no apê também rolavam lanches, especialmente para o Bom Marido que comprou uns hambúrgueres gigantescos para experimentar. Desses eu passava longe, afinal, quem me conhece sabe que eu não curto carne vermelha. Amo peixe e consumo frango com mais frequência do que gostaria…

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IMG_3282Enfim, estes foram alguns dos rangos preparados por nós em nossos 40 dias de viagem juntos. (Nossa “lua de mel antecipada”)

Espero que tenham apreciado!

Se eu conseguir liberar espaço de arquivo aqui no meu WordPress, eu tento postar mais uma parte da Sessão Macho & Fogão – Especial Canadá.

Por enquanto fiquem com estas imagens de dar água na boca!

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Obrigada pela visita e até à próxima!

😉

XCIII. O Bom Marido no Canadá – Stanley Park outra vez; Comidinhas; Preservativos Durex e afins

by_Thierry_ElaineUma das grandes vantagens de termos alugado um apê em West End, foi termos ficado bem próximos do Stanley Park, um dos lugares mais agradáveis de Vancouver para passear e realizar atividades físicas.

E como o parque é gigante, cada dia dava para explorar um pedacinho dele, sem enjoar das mesmas paisagens e dos mesmos trajetos.

by_Thierry_ElaineNa terça-feira do dia 13 de janeiro de 2015, o Bom Marido e eu inventamos de percorrer os cerca de 10km que contornam o parque, aproveitando que o clima estava ameno e o entardecer estava incrivelmente poético.

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by_Thierry_Elaineby_Thierry_Elaineby_Thierry_ElainePercorremos um trecho do Stanley Park e paramos no Brockton Point Interpretive Centre & Gifts (Totem Pole) para explorar os belíssimos totens e tirar umas fotinhos.

by_Thierry_ElaineComo sempre estava cheio de gente tirando fotos nos totens, incluindo uma família barulhenta de brasucas que estavam falando alto e de forma grosseira com suas crianças mimadas e birrentas.

Encontrar conterrâneos em outro país seria muito bom se os mesmos não agissem de forma tão arrogante, se achando os tais só por estarem viajando para fora do Brasil. (Não que todos sejam assim, mas confesso ter encontrado vários lá em Vancouver…)

by_Thierry_Elaineby_Thierry_ElaineEm compensação, rolei de rir com uma cena que aconteceu em seguida, quando resolvi ir ao toalete ali pertinho dos Totens. Encontrei uma senhora bem alegre e falante que estava procurando o banheiro feminino. Ela agradeceu quando informei a ela onde era e do nada ela resolveu contar sobre sua recente visita a Portugal quando ela se confundiu com a placa do banheiro. Ela disse que viu escrito no letreiro “Homem” e logo associou com a palavra “Women” (Mulheres, em Inglês) e entrou! Rimos bastante e eu até comentei com ela que eu falava Português também, mas do Brasil! Ela se despediu com um “Até logo” meio desajeitado, mas muito entusiasmado!

Bom, segui em direção ao meu Homem e continuamos nosso caminho em volta do Stanley Park. Até cruzamos com minha irmã que havia aproveitado o lindo dia para dar uma corridinha no Seawall. Quem me dera ter pique para correr também, mas sinceramente, não é a minha praia…

by_Thierry_ElainePrefiro andar, andar, andar, aproveitar a paisagem, não prejudicar minhas articulações e tirar muitas fotos poéticas durante o trajeto. E foi o que Mon Amour e eu fizemos.

Passeamos, conversamos, curtimos e fotografamos os belos lugares por onde íamos passando. Sem pressa. Tendo só o entardecer como nosso marcador de tempo.

by_Thierry_Elaineby_Thierry_Elaineby_Thierry_Elaineby_Thierry_Elaineby_Thierry_Elaineby_Thierry_Elaineby_Thierry_ElaineLembrei do dia em que percorri esse trajeto de patins com minha irmã, logo no nosso primeiro mês de viagem, em agosto de 2014.

Lembrei também da primeira vez em que percorri esse trajeto de bike, quando estive em Vancouver, em julho de 2012.

Posso dizer que já contornei o Stanley Park pedalando, patinando e andando. Prometo que, se eu conseguir voltar para lá, tentarei realizar esse trajeto correndo!

by_Thierry_Elaineby_Thierry_Elaineby_Thierry_Elaineby_Thierry_Elaineby_Thierry_Elaineby_Thierry_Elaineby_Thierry_Elaineby_Thierry_Elaineby_Thierry_ElaineAh, o Stanley Park! Tão lindo, tão interessante, tão aconchegante, seja no verão, seja no inverno. Um parque que fala conosco, como se dissesse exatamente o que estamos sentindo, independente da época do ano.

Quando já estava escurinho, Thierry e eu havíamos completado o circuito. Sentamos um pouco para observarmos a paisagem e seguimos de volta para o nosso apê.

by_Thierry_Elaineby_Thierry_Elaineby_Thierry_ElaineChegando lá ele preparou nosso delicioso jantar: Peixe Empanado e um mix de Arroz Preto com Arroz Integral. Salada para mim e Hash Brown para ele!

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Quarta-feira, 14 de janeiro de 2015. Após a aula, voltei para o apartamento para ver o que o Thierry estava afim de fazer.

Assim que cheguei ao prédio, encontrei um esquilinho cinza que eu via todo dia ali em frente ao prédio, brincando e caçando alguma coisinha para beliscar. Esquilinhos são bichinhos lindos, fofos, peludos, engraçadinhos, mas muito ariscos! Eu adoraria ter um de estimação, mas eles não parecem muito sociáveis, a menos que você os atraia com nozes, sementes e afins.

SquirrelA sem-noção aqui resolveu perseguir o coitado do esquilo, na intenção de fazer um videozinho qualquer para guardar de recordação! (Um dia eu posto o videozinho aqui, assim que eu decidir o que fazer com ele!)

No apê, Thierry preparou o nosso almoço: filé de peixe e ovo frito.

IMG_3632Quando ovo frito entra em ação, é sinal de que é preciso ir ao supermercado para reabastecer a despensa, certo? Não, não é verdade. No caso do Thierry, a ida ao supermercado ocorre mais pela ausência de Coca-Cola e guloseimas. O resto não importa tanto. Ah, e lá em Vancouber eram as Hash Browns também, afinal ele gostou tanto desse negócio que o comia quase todo dia!

Enfim, já que falamos em supermercado, naquela quarta-feira foi o que resolvemos fazer: comprinhas. Tínhamos que dar um rolê na farmácia de qualquer jeito e como era no mesmo complexo do supermercado, resolvemos aproveitar o ensejo.

Bom… A ida à farmácia foi por conta de um item muito útil que estávamos procurando. Aquele que quase todo casal precisa, sabe? Aquele lá que é bem constrangedor de pedir para um balconista de farmácia, entende? Aquele que é muito mais fácil quando fica pendurado em alguma gôndola e você só precisa pegar, misturar entre outras coisas que você vai comprar e passar no caixa, saca?

Pois é! E lá fomos nós comprar preservativos pela primeira vez em Vancouver.

Passamos por vários corredores da farmácia e não encontramos os pacotinhos clássicos de camisinhas. Na verdade nem sabíamos como eram as embalagens lá, pois nem em comerciais havíamos visto.

E roda daqui, rola dali e nada! Nos vimos na constrangedora missão de perguntar a algum funcionário onde ficavam as “condoms”.

durex_typesPois bem, no caixa havia uma funcionária (ou um funcionário?), juro que não sei dizer se era um homem com um jeito estranho ou uma mulher com aparência de homem. Não posso precisar nem pelo timbre vocal, igualmente confuso! Enfim, a pessoa em questão, ao se deparar com minha pergunta, não soube onde enfiar a cara! Não conseguiu disfarçar o sorrisinho e respondeu, meio encabulada, quase rindo, com olhar de surpresa e curiosidade que as camisinhas ficavam ali na parte da frente do terceiro corredor. Onde já havíamos passado umas três vezes sem notar…

E lá fomos nós adquirir uma caixinha de Durex (não a fita adesiva e muito menos o sobrenome do Thierry – Durieux).  Passamos no caixa (no qual o(a) atendente ainda estava com um risinho no canto da boca) e seguimos para o mercado No Frills onde fizemos nossas comprinhas básicas da semana, com direito a Hash Browns, batata frita President’s Choice, sorvete e um curioso item que o Thierry quis experimentar: romã!

IMG_3635É mole? O rei das guloseimas, das frituras e do refrigerante querendo comer fruta… Milagre!

Bom, milagre mesmo seria se ele tivesse gostado muito da romã. Apenas provou uns carocinhos após o jantar e nunca mais tocou no assunto.

E falando em jantar, comemos basicamente o mesmo do dia anterior, com o acréscimo da romã na sobremesa!

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urbanfareQuinta-feira, 15 de janeiro de 2015. Mais um dia de pouca atividade. Eu, pelo menos, fui para a escola e na volta passei no meu mercado preferido, o Urban Fare, onde apenas entrei para ver as novidades, aproveitar as amostras e bater papo com gente que eu não conheço. É, eu gosto de fazer isso e confesso que é uma das melhores formas de praticar o Inglês: sendo gentil com estranhos e dando atenção quando eles puxam qualquer tipo de assunto!

Ah, o Canadá é realmente tão legal! Quero morar lá um dia.

::: Logo logo, quem sabe? :::

Bom, o dia de hoje não teve passeio com foto. Na verdade acredito que tenhamos só dado uma volta no bairro, lavado nossas roupas na lavanderia do prédio e ficado em casa assistindo à TV.

Family Feud e Mike & Molly eram nossos shows prediletos enquanto estivemos lá. Ótimo também para estar com o Inglês sempre em mente, de forma divertida.

Ah, não posso deixar de postar as fotos do nosso digníssimo jantar preparado por Mon Amour:

Omeletes do Bom Marido:

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Bom, e assim foram os dias 13, 14 e 15 de janeiro de 2015.

Obrigada pela visita e continue acompanhando as aventuras do Bom Marido no Canadá!

Até a próxima!

😉

LXVII. A arte do improviso!

Todo relacionamento precisa de um pouco de criatividade e muito bom humor para dar certo. Nessas horas, vale até dar aquela bela improvisada para resolver algum probleminha aqui, outro ali até tudo se ajeitar!

Em uma postagem sobre MATRIMÔNIO eu havia dito que na casa do Meu Amado falta muita coisa para ficar do jeito que a gente gostaria, afinal ele se mudou de um apartamento médio para uma casa grande e tudo o que estava no apê é o que a gente  usa na casa até hoje, como por exemplo o único sofá de três lugares que existe, a velha TV de tubo (que ainda funciona bem, mas não sabemos até quando), uma bicama que agora está encostada (entulhada) ao lado da escada… Entre outras coisas!

Salinha Arrumada 2012A cozinha já veio planejada pelo antigo morador. Ainda bem, senão só teríamos uma mesinha, um fogão, um armário pequeno e uma geladeira para contar história! A mesinha está no canto da sala que seria de jantar, assim como o armário, que virou um porta-treco e cacareco!

Ah! Ainda bem que o fogão e a geladeira que estavam no apê foram descartados antes de irem para a casa, pois o fogão não caberia no espaço do móvel planejado e a geladeira estava mais parecendo uma caixa de isopor furada de tão velha, tadinha! Sorte que a sogrinha providenciou tudo novo para seu filhote amado!

E o quarto? Bom… Como não havia guarda-roupa, sogrinha acabou comprando um bem grandão. A cama, a gente ficou um bom tempo usando a que estava no apê, até o Thierry comprar uma (que ele viu na Internet, rs) e colocar a velha no quartinho das visitas.

Tudo foi se ajeitando aos poucos e lentamente. A sogrinha foi trazendo mais cadeiras para a casa (pois lá no apê só eram duas ou três); Meu Amado comprou umas plantinhas; eu fui tentando limpar e organizar tudo, ora mudando os móveis de um lado, ora do outro… Até que deu para ir arrumando…

Mas uma coisa que ainda estava faltando na casa era uma mesa de jantar.

Almoço_Niver_MamãeA gente sempre comia no balcão da cozinha ou nas mesinhas de plástico da área de lazer (uma já estava aqui, que o antigo morador abandonou com cadeiras e tudo, a outra, foi a sogrinha quem trouxe, rs).

Porém, teve um dia em que minha irmã quis passar um fim de semana conosco e, na hora do jantar, inventamos de comer assistindo a algum filme na TV da sala.

Ela não tem frescura com nada, tanto que ela comeria com o prato no colo de boa, mas como eu havia passado roupas na sala e a tábua de passar ainda estava por ali, o que nós fizemos?

Improvisamos uma mesinha:

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Bom, para três pessoas rola, mesmo sendo um tanto… instável!

Só sei que no dia em que o Thierry inventou de fazer aquela enorme PREJEREBA QUE NÃO COUBE NA FORMA, a ideia era convidar uma galera para saborear o peixão… Mas onde o pessoal iria comer? Nas mesinhas de plástico? No balcão da cozinha? No colo? Na tábua de passar???

Prejereba, batata sauté e salada com carambola

Foi aí que o ilustre pescador e também marceneiro Bom Marido resolveu reaproveitar o material que ele estava usando para fazer os móveis do seu escritório e fez uma belíssima mesa para oito pessoas!

Mesa para 8, by Thierry

Plim! Fez tudo em um só dia!

(Ainda bem que já tínhamos as cadeiras!)

Almoço especial

Mesmo assim não coube todo mundo (estávamos em doze naquele dia), porém tivemos o auxílio da velha mesinha que veio lá do apê, há mais de 3 anos… rsrs

Até que foi bem útil!

Almoço na casa de Mon Amour

E assim, todos comeram felizes para sempre!

Almoço na casa do Thierry

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O bom da vida é justamente isso: saber aproveitar cada momento sem fazer um grande drama por cada coisa que falta. Vai lá e dá um jeito, oras! Reaproveite, crie, transforme, reforme, invente, economize para comprar o que você quer, compre, pinte, decore, faça. Não fique parado reclamando. Mexa-se e use a sua criatividade para deixar o seu dia a dia mais feliz!

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XXV. É hereditário, claro!

Almoço em família

Almoço em família: Renato, Flávia, Anita, Joseph e eu. Thierry estava batendo a foto!

Se um homem é feliz e amado (e mimado) pelos seus pais, é bem provável que ele seja assim também com sua amada e até mesmo com sua prole.

Lógico! Uma criança cercada de amor não tem motivos para ser revoltada e rabugenta ao crescer. Vejo isso claramente na família do meu Bom Marido.

Os pais dele, ainda que tenham lhe dado uma educação rígida, porém adequada, sempre fazem tudo o que o caçula precisa. Fazem todas as vontades dele e o apóiam em suas maluquices e mirabolâncias.

montando equipamentoDomingo, 22 de Abril, fomos à casa dos pais dele (que por sinal é a casa onde ele morou na infância) para fazermos uns testes com a steadicam que ele comprou recentemente. Vide o post XXI. Valorizando o trabalho dele.

A idéia de gravar lá é por causa do espaço, que é como se fosse uma chácara e assim seria possível executar mais movimentos com o tal equipamento.

Até então só iríamos Thierry e eu. Ninguém mais. De última hora o Thierry avisa para a mãe dele que talvez o Renato e a Flávia (casal de amigos) iriam também. Pronto! Aí dona Anita enlouqueceu na cozinha, preocupada em aumentar a quantidade de ingredientes para o almoço e caprichar na qualidade do mesmo, afinal quando estamos só nós lá, a gente se ajeita no pequeno espaço da cozinha, come o que tiver e pronto. Mas com mais pessoas, aí teria que mudar toda a configuração!

peixe, arroz, batata sauté, purê de mandiquinha, tomate cereja e coca-colaO pior é que estava chovendo, o que implicava da visita simplesmente não aparecer e fora isso o Thierry não conseguiria gravar seus experimentos ao ar livre…

Mas eis que o casal de amigos chegou, nós almoçamos e ficamos na expectativa da chuva parar. Na verdade ela deu uma afinada e o Thierry, com a ajuda de seu amigo Renato, resolveu gravar com a steadicam assim mesmo. Ah, não mencionei que era preciso uma cobaia para ser filmada em movimento, não é? E quem foi a escolhida? Eu, claro! Mesmo com frio e chuva, me aventurei a ajudar meu maridinho a realizar esses testes!

E para encerrar o dia, eu precisava plantar uma muda de Pé de Pitanga que eu ganhei em um evento das CCR’s ViaOeste e RodoAnel (Vide o post no outro blog [Matéria] Estrada para a Cidadania – Grupo CCR).

pé de pitanga das ccrs rodoanel e viaoesteMeu sonho sempre foi plantar uma árvore, mas eu nunca tive uma oportunidade. E eis que, carinhosamente, minha sogrinha Anita e meu sogrinho Joseph me deixaram plantar minha tão sonhada árvore bem no quintal da casa deles!!! Meu sogrinho até me ajudou, limpando e preparando o terreno para receber meu Pé de Pitanga! E justo no dia 22 de Abril – Dia da terra!

sogrinho e euOnde eu arrumaria sogrinhos tão legais e participativos assim?

Só sei que eles são muito amorosos e fazem de tudo pelo filho. Nós fomos lá e sujamos a louça, bagunçamoa a casa, atrapalhamos o sossego, comemos e bebemos, aparecemos com visitas e ainda plantamos uma árvore bem no meio do quintal deles…

Certamente eles jamais esquecerão esse dia, pois eu não irei!

E viva a família feliz e unida!

E muito obrigada aos meus sogrinhos lindos Anita e Joseph, não só pelo Domingo maravilhoso que passamos, mas por terem me presenteado com esse amor de pessoa que é o Thierry! ^^

thierry e família

Anita servindo o delicioso almoço!

gravando com a steadicam (na chuva)

Eu de atriz-cobaia na gravação!

almoço caprichado

Repararam na semelhança do capricho? Tipo os jantares que o Thierry faz para mim!

testando o equipamento

Renato testando a Steadicam. Não é fácil aguentar todo o peso desse equipamento...

bolo de cenoura - sobremesa

Anita fez até um delicioso bolo de cenoura para o café da tarde!

preparando o terreno para o plantio

Joseph todo cuidadoso preparando o terreno para o plantio!

plantando o Pé de Pitanga

Aleluia! Plantei minha primeiríssima árvore! Até que enfim!!!

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Príncipe Encantado existe sim! Lero leroooo!

XXIII. A importância da família

O Bom Marido é aquele que se dá bem com a família da Boa Esposa. E além disso, é aquele que não só se dá bem como também gosta muito dos parentes dela.

vinho branco

06 de Abril, Sexta-feira da Paixão. O famoso dia onde é proibido comer carne. Minha mãe sempre faz dois tipos de peixe ensopado: o tradicional bacalhau e o meu predileto, o cação.

Eu nunca vi o Thierry ou a família dele expressando qualquer tipo de crença ou costume religioso, mas é sabido que os europeus tendem a ser bem rigorosos nesse assunto. Pelo menos os pais dele são.

cação ensopadoA minha sogrinha até ligou para o filhote avisando que ele não deveria comer carne na Sexta-feira Santa. Ele até respeita a data, mas não é do tipo que acredita em alguma coisa.

Mas eu acredito. E fiz questão de ir para minha casa almoçar com minha família. Meu amado foi junto, mesmo tendo um trabalho urgente a fazer. Almoçamos, curtimos o dia em família e até mesmo assistimos àquele filme do Padre Marcelo Rossi que estava passando na Globo, o “Irmãos de Fé”.

Ainda que o importante seja a mensagem do filme, Thierry não perdeu a chance de criticar o mesmo, apontando os pontos negativos do cinema brasileiro! E com razão… Os filmes feitos no Brasil, principalmente os de caráter religioso, parecem subestimar a capacidade de pensar do povo brasileiro… É um tipo de filme feito para a massa, onde tudo é muito mastigadinho, muito “legendado” e sem ritmo. Claro que nem todos se encaixam nessa crítica, mas no geral é assim que funciona.

Thierry deu uma Colomba e um Ovo para MamãeMas como o assunto de hoje não é filme e sim família, devo elogiar o comportamento do meu amado, pois ele é muito atencioso e gosta bastante dos meus pais. E é recíproco. Meus pais também gostam muito dele!

Meu Amado até fez questão de comprar uma Colomba Pascal e um Ovo de Páscoa para minha família! Um gesto simples, mas que demonstra muito carinho!

E no final das contas é exatamente isso que importa. Independente de crença, religião, costume, etc, o bom é respeitar e estar com quem a gente ama. O bom é estar em família!

Graças a Deus!família