CV. Juntos somos mais fortes!

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Apesar do blog (e do livro) se chamar “Como Ser Um Bom Marido”, é inegável que a “Boa Esposa” também tenha que existir, senão não rola o equilíbrio.

Desde o lançamento do livro em 07 de dezembro de 2013, tenho percebido várias reações das pessoas com relação ao título e à capa do mesmo. Dentre estas reações, as mais bizarras foram as de algumas pessoas mais velhas que acham que eu não tenho vivência o suficiente para escrever sobre um relacionamento.

Recebi muitos elogios pelos meus textos, pelo meu empenho e pela ousadia de lançar um livro que trata de um tema tão complexo que é o casamento. Complexo, pois não é só dizer “sim” no altar e viver feliz para sempre. Tem todo um desenrolar de situações e comportamentos que vão desde o namoro e se prolongam até que a morte (ou o divórcio) marque o ponto final.

Mesmo não estando oficialmente casada eu sei disso!

Mas para alguns, colocar um sapo na capa de um livro e um título que fala em “Como Ser Um Bom Marido” é um absurdo. É uma ofensa. Quem sou eu para falar de Bom Marido? Por que não coloquei “Como Ser Uma Boa Esposa”? E por aí vai…

Esses questionamentos nunca foram um problema para que eu continuasse firme e forte na minha missão de mostrar ao mundo como um relacionamento pode sim durar nos dias de hoje.

Nunca propus que fosse perfeito. Nunca propus que fosse eterno. Só proponho que seja uma troca justa e verdadeira. Mais que uma parceria, uma equipe que joga junto, ganha ou perde JUNTO. E tenho dito!

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E falando em jogar junto, o Meu Amado e eu começamos muito bem o ano nessa pegada.

A princípio, notei que não custava nada eu tentar me arriscar mais vezes no fogão ao invés de deixar essa função somente para ele.

Comecei com um macarrãozinho ao molho branco e legumes, depois um purê de batata-doce e gengibre e isso se estendeu pelos sucos que começamos a tomar desde que assistimos a alguns documentários sobre alimentação.

Nesse caso, nenhuma mudança é ou deve ser radical para que a situação se estabeleça. Dizem que uma pessoa leva cerca de 66 dias para se habituar a uma nova rotina. Pois bem, o Bom Marido e eu ainda estamos nos primeiríssimos passinhos de bebê para uma alimentação mais saudável. De pouquinho em pouquinho a gente chega lá.

Desde que começamos a namorar, acredito que ele tenha mudado (para melhor, digamos assim) muito mais que eu. Parou de fumar, reduziu o consumo de refrigerante, começou a se interessar por frutas, legumes e verduras, reduziu a ingestão de açúcar e até mesmo a carne vermelha, que ele tanto ama.

Talvez tenha mudado por minha causa. Talvez tenha mudado por questões de saúde (ou por causa dos preços no supermercado!!!). Que seja.

Em 5 anos muitas coisas acontecem na vida das pessoas. Influências, situações, pessoas que chegam, pessoas que se vão… Tudo isso serve para um amadurecimento e para uma mudança de comportamento. Tudo nos afeta de alguma forma, mesmo que a gente insista em dizer que nada nos abala. Abala sim. Em maior ou menor escala, mas abala!

Mas o bom de tudo é poder mudar (para melhor, sempre) em equipe, ainda que sejam  apenas dois membros. Um acompanhando as mudanças do outro. Mudando juntos, melhorando juntos, aprendendo juntos. Sem forçar, sem obrigar, sem encher o saco. Tudo de forma orgânica e harmônica. Certo?

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Sendo assim, em ritmo de mudança e experimentação, segue um pouco mais do nosso desenrolar com a história dos sucos e afins:

::: Nada como almoçar um lanchinho leve como esse da primeira fotinho acima:

  • Pão caseiro com patê de atum, acompanhado de salsão e alho-poró!

::: À tarde, um suquinho diferente:

Receita do já citado site do Joe Cross (Reboot With Joe):

Ingredientes:

  • 3 tomates grandes
  • 3 talos de salsão
  • 2 cenouras
  • 1-2 pimentas frescas (opcional)

Preparo:

  • Lave bem todos os ingredientes
  • Se necessário, corte em pedaços menores para caber na centrífuga (Se fizer no liquidificador, assim como o Bom Marido e eu começamos fazendo, cortar e acrescentar água é sempre importante para conseguir bater tudo direitinho. Neste caso, é bom coar antes de tomar)
  • Processe tudo e sirva!

Substituições:

  • Tomates – rabanete, beterraba, repolho roxo
  • Salsão – abobrinha, pepino
  • Cenoura – batata-doce, beterraba
  • Pimenta – açafrão, pimenta seca

Tempo de preparo: 5 minutos

Rendimento: 1 porção (Como o Bom Marido e eu dividimos tudo o que fazemos, deu 300ml para cada um)

::: À noite, olha que delícia de jantar feito pelo Bom Marido, com a minha ajudinha!

Os Chips também fazem parte das receitas do site do Joe Cross! Acho que viramos fãs desse cara!

Ingredientes:

  • 2 Batatas-doces médias
  • 2 cenouras grandes
  • 2 colheres de sopa de azeite
  • 1 colher de chá de pimenta do reino
  • 1/4 colher de chá de pimenta
  • 1/2 colher de chá de sal marinho

Preparo:

  • Preaqueça o forno em 215º.
  • Descasque as batatas-doces e as cenouras.
  • Corte as batatas-doces ao meio, no sentido do comprimento e corte cada metade em quatro fatias iguais.
  • Para as cenouras, corte-as ao meio. Divida cada parte no sentido do comprimento e e corte cada pedaço em duas ou três fatias, quase do mesmo tamanho das batatas.
  • Coloque as batatas e as cenouras em uma tigela e salpique com o óleo, as pimentas e o sal.
  • Espalhe as batatas e as cenouras em uma assadeira forrada com papel manteiga.
  • Asse por 30 minutos até os pedaços ficarem tenros por dentro e levemente dourados por fora, com as pontas levemente crocantes.

Rendimento: 4 porções

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E então, gostaram das receitinhas?

Espero que sim!

Obrigada pela visita e até à próxima!

😉

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CIII. Saúde! Agora o Bom Marido é fã de frutas, legumes e verduras!

2016 começou um pouco diferente na cozinha do Bom Marido.

Aliás, há algum tempo a lista de compras foi sofrendo algumas modificações, desde a redução do consumo de refrigerantes, guloseimas e gordurebas, devido ao preço elevado no supermercado.

Pois é… A falta de grana acabou nos ajudando a estocar menos porcaria em casa!

Mas o que deu aquele “plim” na cabeça do Bom Marido foi termos assistido a alguns documentários que eu havia pedido para ele baixar. Documentários estes que eu já havia assistido quando estive no Canadá na época em que eu estava fazendo o curso de Green Leadership (Liderança Verde) na ILSC-Vancouver e a professora havia passado uma lista de filmes como sugestão para complementar as aulas.

Aproveitando que eu estava no apartamento dos amigos Dimitri e Fabiana, do Canal Canadá Diário e eles haviam liberado a senha do Netflix deles, eu pude assistir a vários desses documentários recomendados pela querida professora Bari Blackhart.

Porém, me deu uma vontade de assisti-los novamente, bem como assistir aos que eu não tive tempo. E assim, Meu Amado baixou:

  1. Fat, Sick and Nearly Dead (Gordo, Doente e Quase Morto)
  2. Food Inc. (Alimentos S.A.)
  3. Food Matters (O Alimento é Importante)
  4. Hungry for Change (Fome de Mudança)

Todos os documentários falam da relação entre alimento e saúde, enfatizando as escolhas que fazemos no nosso cotidiano. Escolhas que podem ser prejudiciais não somente a nós e à nossa família, como também ao meio ambiente.

Gostamos muito do documentário “Fat, Sick and Nearly Dead”, pois foi o mais divertido, menos dramático e ainda assim muito elucidativo.

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Trata-se da história de um cara chamado Joe Cross que estava realmente Gordo, Doente e Quase Morto e por isso resolveu dar a volta por cima para recuperar a saúde, através do desafio de fazer seu corpo se curar sozinho somente pela ingestão de sucos naturais de frutas, legumes e verduras, por um prazo de 60 dias.

Parece utópico e totalmente errado ficar 2 meses só tomando sucos, mas o cara teve acompanhamento de médicos e nutricionistas e viajou pelos EUA com sua centrífuga, seu gerador e sua “feirinha” no carro, contando sua história de vida para várias pessoas, chegando inclusive a incentivar algumas a fazerem o mesmo!

Bem bacana o sucesso e a repercussão que ele teve. O mais impressionante foi a mudança, não apenas externa (o cara ficou enxuto e com uma aparência super saudável), mas também interna, pois o próprio organismo dele começou a não sentir mais vontade de consumir porcarias. Até os medicamentos ele, que sofria de uma doença autoimune, acabou não precisando mais tomar.

Ele mostra tudo isso no documentário. Só não mostra detalhadamente as receitas dos sucos que ele foi tomando.

Mas eis que foi só pesquisar no Google e encontrar o site dele, o Reboot With Joe (Recomece com Joe) onde pude encontrar dicas, receitas, informações sobre os benefícios dos sucos e de cada ingrediente recomendado.

No filme, Joe carrega sua centrífuga para cima e para baixo. O Bom Marido e eu sempre quisemos ter uma centrífuga, mesmo não sabendo direito como funcionava uma. Achávamos prático e divertido ver frutas e legumes virarem suco em poucos segundos!

Como não tínhamos centrífuga, tentaríamos utilizar o liquidificador.

Primeiro eu pesquisei no site do Joe algumas receitas de sucos que eu achava que o Bom Marido e eu iríamos gostar (tem suco para melhorar as articulações, limpar o organismo, amenizar dor de cabeça, levantar o astral, curar resfriados e muito mais), anotei os ingredientes necessários para fazer estes sucos e fomos até um Hortifrúti Vila das Frutas providenciar tudo.

Assim que chegamos, já lavamos e embalamos tudo, cortamos e congelamos o que podia ser congelado e armazenamos tudo direitinho para que nada estragasse, afinal, não se pode desperdiçar quando as finanças estão em baixa, certo?

E assim tentamos fazer nossos primeiros sucos.

Querem saber o resultado? Então aguardem as próximas postagens, pois esta aqui já ficou enorme, pra variar!

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Obrigada pela visita e até à próxima!

😉

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Ah, só para deixar claro! Nem o Bom Marido e nem eu tencionamos perder peso tomando suco!!! Nossa meta é mudar nossa alimentação aos poucos, deixando-a cada vez mais saudável, por isso começamos a tomar pelo menos um suco de frutas, verduras e legumes por dia, ainda assim dividindo uma porção para nós dois!

Se o Bom Marido perder um quilo sequer, o coitado sai voando!

Mas segue um spoiler aqui: a aparência dele está bem melhor. Mais corado, com mais energia e com a pele bem mais bonita.

E não foi só com o suco, pois ele passou a comer frutas, beber mais água e não torce mais o nariz para os legumes na comida! (Vide a primeira foto que postei acima, do macarrão colorido que eu fiz para ele com molho branco e… LEGUMES! Ele adorou!!!)

😉

XCVIII. Mais um ano!

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Eita que 2015 já acabou. Passou feito um furacão, balançou um pouco as estruturas, mas acabou muito bem.

Começou lindo, com mil passeios que fiz com o Bom Marido lá no Canadá. Aliás, não consegui atualizar cada detalhe da nossa viagem, como era o planejado, mas acho que nas próximas postagens eu consigo. Eu ACHO!

Assim que voltamos de viagem, deu aquela sensação estranha de que estávamos no lugar errado, sabe? A sensação de que não deveríamos ter voltado do Canadá. Então bateu aquela depressão pós-viagem que tanto temíamos.

No começo foi difícil. Voltamos em uma época estranha, com as coisas fora do lugar e com uma crise no país que estava afetando mais o psicológico que o bolso.

Foi então que começamos a pensar nos “e se…” da vida e isso incluiu “e se um dia, daqui a uns dois anos, nos mudássemos para o Canadá?”. Confesso que ainda está só na hipótese, pois não conseguimos notáveis progressos para que isso se realizasse.

Primeiro porque precisaríamos comprovar uma boa quantia em dinheiro para começarmos nosso processo de imigração; depois teríamos que organizar uma série de coisas aqui antes de finalmente decidirmos começar tudo praticamente DO ZERO em outro país.

Parece mais fácil estar sozinho, pegar uma mochila, largar tudo aqui e viajar para bem longe, sem vínculos, sem amarras, sem cordões umbilicais e sem arrependimentos. O que não é o nosso caso. Temos que pensar sempre em dois. Três com o gato.

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Mais uma coisa para resolvermos: os procedimentos para levarmos o Lucky conosco!

Fora isso, ainda teríamos que procurar um local lá para morarmos, que não fosse muito caro, que não fosse muito tosco e que aceitasse animais. Me refiro ao gato!

Levaríamos uma grana extra para nos mantermos lá enquanto não pintasse nenhum trampo para nós, mas primeiro teríamos que fazer grana aqui para termos essa reserva. O que só foi acontecer lá para Maio/ Junho, ou seja, na metade do ano já…

Mas até que o ano foi bom. Nem péssimo, nem maravilhoso. Deu para passar. Difícil foi superar a perda do vovô Leon (avô do Thierry), o que piorou ainda mais a maré de tristeza pela qual estávamos passando.

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Para mim, graças a Deus, muitos trampos foram surgindo, a ponto de eu não ter tempo de descansar para curar uma torção no pé, um mau jeito no ombro, gripes, resfriados, dores de cabeça e etc…

Tanto é que hoje, 05 de janeiro, ainda estou com uma tosse que começou em 27 de dezembro, por conta da mistura: calor + muito ar condicionado + semanas seguidas de trabalho sem folga!

Pra que folga? Quando se tem um objetivo em mente, folgar é algo que atrapalha. Claro, serve para descansar, curtir um pouco mais a companhia do Bom Marido, mas de forma geral me deprime, me dá a sensação de não estar sendo útil!

Ainda mais para nós que pretendemos casar e mudar de país: quanto mais freelas, melhor! Quanto mais dindim entrando, melhor! Uhuuu!!!

E só termos foco e um bom planejamento. Deixar a vida organizadinha aqui para conseguirmos construir uma vida nova lá. Nós três: Meu Amado, nosso bebê peludo e eu. E que nossos parentes possam nos visitar de vez em quando, especialmente quando pensarmos em aumentar a família.

Eis uma questão que vem passeando pela mente do Bom Marido. Se for para termos filhotes, que nasçam no Canadá. Eu não faço muita questão de ser mamãe, por isso deixo essa decisão para quando o alarme de “Putz! Quero ser pai!” do Thierry apitar! Hahaha!

Se tivermos gêmeos, melhor! Assim os 9 meses de gestação + as dores + enjoos + o parto + a recuperação serão resolvidos numa tacada só!

Para encerrar, fiz uma bela homenagem ao meu amado no dia 29 de dezembro de 2015, dia em que completamos nossos 5 anos de namoro + noivado. Comemoramos em casa mesmo, com panquecas no café da manhã, pipocas, filmes e um jantar com direito a Strogonoff de Frango e um bom vinho tinto!

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Na mesma data, no ano anterior, estava eu indo buscá-lo no Aeroporto Internacional de Vancouver! Foi o melhor presente de namoro que eu poderia ganhar. Para completar, minha irmã até fez um jantarzinho gostoso para nós!

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Mais uma lembrança boa que nos faz querer morar no Canadá com a máxima urgência.

Será que a gente consegue?

Que Deus nos abençoe; que os anjos digam “Amém” e que o universo conspire a nosso favor para que o sonho de morar no Canadá se concretize o mais rápido possível!!!

Bora torcer!

E um Feliz 2016 do Bom Marido e da Boa Esposa! Ah, e do Bom Gatinho também! rs

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Agradecimentos aos amigos e leitores que já adquiriram exemplares do livro Como Ser Um Bom Marido e aos que estão para adquirir também!

Obrigada pela visita e até a próxima!

😉

LXXXII. O Bom Marido no Canadá – Bagunças e Bagagens!

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O dia 04 de janeiro de 2015, pleno domingão, foi dia de…

Arrumar as malas!

Como minhas aulas começariam na segunda-feira, dia 05, e nossa mudança também estava marcada para o dia 05, resolvemos aproveitar o domingo para organizar tudo.

Para quem não pegou a história desde o começo, eis o resumo: minha irmã Lilika e eu fomos para Vancouver fazer um intercâmbio de 6 meses.

No primeiro mês ficamos em uma homestay. No segundo mês ficamos no apê dos amigos Dimitri e Fabiana (Canadá Diário) com eles. Nos terceiro, quarto e quinto meses, nossos amigos do Canadá Diário viajaram para o Brasil e deixaram o apartamento deles para Lilika e eu alugarmos.

No sexto mês seria inviável ficarmos todos juntos no mesmo apê, afinal eles são em 4 e o Thierry estaria vindo passar um mês comigo, ou seja, 7 pessoas em um apartamento? Seria bem desgastante para todos, ainda mais com nossos amigos voltando de viagem cansados, com crianças e, obviamente, almejando um pouco de paz, sossego e privacidade!

IMG_2098Enfim… Lilika e eu havíamos visitado alguns apartamentos para alugar e escolhemos o de uma brasileira super bacana e muito guerreira que mora há mais de 12 anos fora do Brasil. Vimos o anúncio dela no Craigslist e, uma vez estando perto para visitar o local e conhecer a pessoa, ficou muito mais fácil e confiável.

O apê não era um palácio, mas era bem ajeitadinho e caberia nós três numa boa. Alugamos por um mês, do dia 06 de janeiro ao dia 06 de fevereiro, porém a dona disse que poderíamos nos mudar na segunda-feira, dia 05, à tarde.

No domingo e na segunda demos uma bela limpada no apê dos nossos amigos e arrumamos nossas malas também.

Nessas horas a gente vê o tanto de coisas que acumulamos em 5 meses de viagem…

Segunda-feira, após à aula, terminamos de organizar alguns itens que faltavam e lá fomos nós, de mala e cuia, para o apartamento que alugamos pertinho do centro.IMG_2104Nem lhes conto o tanto que rimos e sofremos com o transporte das bagagens!

Quisemos levar tudo o que dava de uma só vez e o resultado foi: 3 brasileiros atrapalhados queimando as rodinhas das malas no asfalto! Foi hilário!

Tivemos que fazer uma baita volta na estação Lougheed Town Centre, pois uma das entradas estava em reforma e a outra estava sem rampa, então tivemos que ir lá para o outro lado, onde conseguimos embarcar.

Descemos na Granville Station, já no centro, e andamos até à Richard Street para ainda pegarmos um ônibus até o nosso novo lar… Ufa!

IMG_2108Mas ainda não tinha acabado! Algumas coisas tinham ficado para trás lá no apê dos amigos… E toca fazer a segunda viagem, porém menos sofrida que a primeira. Menos sofrida para nós, pois uma das malas ficou tão estressada que a rodinha quase explodiu!!!

Foi uma jornada e tanto, mas chegamos… Sãos e salvos, chegamos.

Depois disso foi só curtir o novo lar que já veio todo limpinho, equipado e abastecido pela própria dona. Sem frescuras, sem preocupações. Lar, doce temporário lar.

IMG_2267Fiquem ligados nos próximos capítulos!

😉