CIX. Há 38 anos…

O casal que melhor representa este blog e consequentemente o livro Como Ser Um Bom Marido – Porque toda mulher tem o Príncipe Encantado (ou o Sapo) que merece! é um dos casais mais adorados da família!

É claro que sou muito suspeita para falar deles, mas como eu convivo de perto e acompanho a trajetória deste amor desde que nasci (inclusive sou feita do puro amor desses dois!), então eu tenho propriedade para dizer que este é o par mais fofo, mais unido e mais verdadeiro que eu conheço.

Posso citar vários outros casais que admiro e percebo que se respeitam de igual forma, mas hoje é dia de celebrar este que comemora 38 anos de união.

2013_12_07_LançamentoBM9Já os homenageei muito aqui, e faço questão de sempre homenagear, afinal eles servem de inspiração para parentes, amigos e até conhecidos que os vêm sempre unidos, tranquilos, sorridentes, prestativos e conselheiros.

Como será que eles conseguem?

O que passa na cabeça de um casal para que a harmonia permaneça dentro e fora de casa, afinal um casamento de 38 anos não duraria se fosse apenas uma fachada de sorrisinhos e “benzinho pra lá”, “meu amor pra cá” na frente dos outros, certo?

As respostas, talvez só eles mesmos possam dar (fica a dica para uma próxima postagem que pretendo fazer, com perguntas respondidas por eles), mas o que eu percebo que prevalece neste casamento é o respeito mútuo.

CapaLivro2KE muito carinho também, claro! E muito diálogo, que é um dos pontos que eu enfatizo no meu já citado livro Como Ser Um Bom Marido.

Nenhuma situação fica sem ser resolvida. Surgiu um problema? O diálogo ocorre.

Fora que, em todo relacionamento de sucesso, é preciso ter paciência e saber ceder. E isso eu observo bastante nos meus pais.

Acredito que muitos casais da atualidade deveriam se espelhar em relacionamentos assim, pois hoje estamos vivendo uma fase de muito individualismo, muito orgulho, muito medo de amar e muita impaciência para resolver os problemas do cotidiano.

Na hora da raiva, as pessoas jogam tudo para o alto, falam o que não devem, ofendem e depois se arrependem, mas as palavras machucam muito e nem sempre as feridas são fáceis de cicatrizar.

Eu ainda estou aprendendo! Mas preciso fazer um workshop detalhado com meus pais!

Eles estão de parabéns por serem quem são, do jeito que são, felizes, de boa, sem encherem o saco de ninguém e sempre ajudando a quem precisa!

Portanto, Mamãe e Papai:

Parabéns pelos 38 anos de amor, respeito, carinho, aprendizado, companheirismo, parceria, alegria, conquistas, generosidade, compreensão e muitas coisas boas que vocês cultivaram esse tempo todo!

Parabéns pelos 38 anos de casório!

Amo vocês! ❤

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CVIII. Depois da Dengue!

 

Uhu!!! We’re back!

Nossa… Após uma dengue que derrubou nós dois numa tacada só, além de outras coisinhas que aconteceram, eis que estamos de volta!!!

– E com guloseimas!

Yeah!

Bem… Conforme eu havia dito anteriormente, eu simplesmente abarrotei meu WordPress com fotos e mais fotos de 2011 para cá e acabou que eu estourei o limite de espaço, o que agora me impede de postar fotos diretamente aqui.

Eu até tentei apagar algumas, mas deu um trabalhão, pois muitas fotos se conectam aos textos, então seria um parto analisar uma por uma e ver quem roda e quem fica, mas enfim…

Graças ao Instagram, eu consigo linkar uma imagem que eu postei lá e jogar para cá, o que não fica esteticamente do meu agrado, pois junto com a imagem, vem o texto todo que eu postei lá no IG, incluindo as hashtags.

E tenho que falar uma coisa, eu adoro hashtags! kkk Preciso aprender a usá-las com moderação, mas confesso que eu me empolgo bastante.

Anyways, let’s move on!

Move on pra onde? Bem, se eu pudesse, todos sabem que seria para o Canadá, mas neste caso, vamos apenas seguir em frente, mudar de assunto e fim de papo!

Ok, onde eu parei? Ah, nas fotos.

Bem, sendo assim, aqui neste blog (até eu ter grana para transformá-lo em site) vou linkar sempre coisas do Insta, beleza?

E vamos começar com o pão de queijo pós dengue.

Ficar doente é um saco, mas tem lá suas utilidades (olha eu, sempre enxergando o lado positivo de tudo, pra variar!). E uma das utilidades de ficar dodói é poder destrinchar a internet atrás de coisas interessantes para assistir, mesmo com os olhos quase fechando de dor.

Em um desses dias de bode, eu vi um vídeo da Ana Maria Braga ensinando a fazer pão de queijo.

Eu nunca soube fazer pão de queijo na vida, aliás, nunca soube fazer nada na cozinha além de sanduba e miojo, mas faz um bom tempo que venho tentando adentrar nesse terreno perigoso da culinária. E não é que estou gostando?

Pois bem, peguei a receita de cabo a rabo e na primeira ida ao mercado, já tratei logo de providenciar os queijos certos e o tal do polvilho doce.

Vou te contar, hein? Vendo a Ana Maria fazer, parece tão fácil, cheia das assistentes ao lado, tudo prático, mas na real é bem difícil amassar toda aquela massa e fazer as bolotinhas.

Resumindo a história, fiz mais de 100 bolinhas, assei algumas e congelei o resto.

O diacho ficou uma belezinha, viu? Pelo menos o Bom Marido adorou! Até minha mãe levou uns para assar em casa e gostou bastante também!

Mas vale a pena, hein? Muito melhor que comprar pão de queijo congelado no mercado ou gastar um dinheirão tomando café na padoca. Pão de queijo feito em casa é o que há!

– Valeu, Ana Maria!

Pão de queijo! ❤️ #euquefiz #pãodequeijo #anamariabraga #maisvocê #delícia #quentinho #pãodequeijocomcafé

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E a dengue? Bem… O Bom Marido ficou muito pior que eu. Sério. O coitadinho achou que fosse passar dessa pra melhor, e eu incrédula, achando que não era pra tanto. Se não fossem nossos pais terem vindo cuidar da gente, não haveria pão de queijo pra contar a história.

Falando nisso, deu uma fome… Vou lá no congelador pegar um pacotinho de pão de queijo que eu mesma fiz e assar para o lanche! 😉

Segue a receita para quem quiser tentar em casa:

Pão de Queijo Supimpa Que Eu Vi no Programa da Ana Maria:

Primeira parte:

  • 1 copo de óleo
  • 1 copo de água
  • 2 colheres (sopa) de sal

Junte tudo numa panela e deixe ferver.

Segunda parte:

  • 1 kg de polvilho doce
  • 4 a 6 ovos (depende da consistência da massa)
  • 250gr a 300gr de queijo minas padrão
  • 100gr de queijo ralado parmesão (ralado em ralo fino)

Coloque o polvilho em uma tigela bem grande e vá jogando a mistura da panela aos poucos. Isso é o que a Ana Maria chama de “escaldar” o polvilho.

Amasse bem e acrescente um ovo por vez, sempre amassando para ver se precisa colocar mais.

Assim que a massa estiver bem macia, acrescente os queijos e continue amassando até a ficar bem homogênea. Se ficar muito mole, coloque mais polvilho ou espere esfriar antes de fazer as bolinhas.

Com a ajuda de uma colher, faça bolinhas não muito pequenas e coloque em uma forma para assar ou congelar.

Tempo de forno: 30 a 35 minutos a 180º. Sempre é bom verificar se não escureceram demais, senão ficam duros.

Sirva com amor e café! ❤

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Espero que tenham gostado!

😉

XCV. O Bom Marido no Canadá – Capilano River Regional Park; Passeio em família; Piquenique gelado; Lonsdale Quay Market; Fudge; Tim Hortons; DQ; Stanley Park…

18 de janeiro de 2015.

Sábado foi dia de fazer um passeio em “família”!

Sim, família entre aspas, pois além de nós dois (Thierry e eu) só havia a minha irmã ali como parente. E como eu queria muito que ela conhecesse um pouco de North Vancouver, resolvemos convidá-la para dar uma voltinha por aquelas bandas de lá.

Na hora de contar as moedinhas para o ônibus, encontramos uma moeda de 25 cents de uma edição comemorativa de 2006, a respeito de uma campanha de conscientização sobre o câncer de mama. Esse tipo de moeda dá até dó passar adiante! Coisa de colecionador!

Fomos para a estação Waterfront, onde pegamos o Seabus para North Vancouver.

Lá pegamos um ônibus sentido Grouse Mountain e descemos próximo ao Capilano River Regional Park. Ao chegarmos lá, nos perdemos para achar a entrada do parque!

E toca olhar nos mapas da vida, afinal não havia uma pessoa sequer ali perto para nos dar alguma informação. O jeito foi caminhar até achar uma entradinha qualquer.

Uma vez feito isso, resolvemos explorar a área, seguindo algumas trilhas que nos levaram a belíssimas paisagens que foram devidamente registradas por nós.

Estava um frio de lascar. Sorte que estávamos bem agasalhados, mas quando paramos para fazer nosso piquenique, parecia que estávamos no meio do famoso filme Frozen. Let it go, let it go… (Só para constar, o Bom Marido detestou esse filme por causa das musiquinhas e blá blá blá!)

Avistamos uma turma que estava fazendo piquenique ali perto e percebemos que eles já deveriam estar acostumados a esse tipo de passeio em temperaturas baixíssimas, pois haviam levado garrafas térmicas com bebidas quentinhas para aquecerem o corpo… (Nota mental para futuros piqueniques de inverno: garrafa térmica com café ou chocolate quente será um item fundamental!!!)

Após o lanche, fomos dar uma olhadinha na Capilano River Hatchery, onde tem uma incubadora e diversos quadros com explicações a respeito do ciclo dos peixes. Até encontramos um amiguinho de penas que estava ali de olho nos peixes também!

O Capilano River Regional Park é um belo local que atrai canoístas, ciclistas, turistas e até mesmo cineastas, pois muitas produções cinematográficas são feitas neste belíssimo lugar. São várias trilhas a serem percorridas. E eu que pensei que o Thierry fosse detestar essas andanças todas, ele estava era adorando aquilo tudo!!! Se a mamãe dele soubesse o quanto fez bem para ele essas trilhas nos parques canadenses, certamente ela não o teria deixado voltar de lá!

Passamos pelo Cleveland Dam e nos aventuramos a tirar fotos de cima da barragem (sem medo de deixar as câmeras caírem) e fotografamos também a Grouse Mountain, que estava em nossos planos de passeio para dali a alguns dias.

Conforme foi escurecendo, pegamos o ônibus de volta para Lonsdale Quay e eu fiz questão de mostrar o Lonsdale Market para minha irmã, que durante esse tempo todo nunca tinha ido lá!

Até subimos na torre do grande “Q” que enfeita o lado de fora do mercado!

Entramos no Lonsdale Quay Market para minha irmã conhecer e aproveitamos para comprar uns doces na Olde World Confections Fudge – Belgian Chocolates.

Fudge! Uma delícia de doce. Só não é possível devorar um pedaço inteiro sozinho, pois acaba ficando enjoativo. Mas compramos 3 fatias para experimentarmos com calma e guardarmos o restante para os outros dias. Compramos um tradicional, um de chocolate com menta e outro de nozes. Nham!

Tomamos o Seabus de volta para Vancouver e resolvemos seguir a pé até nosso apartamento, parando antes no Tim Hortons para nos deliciarmos com um merecido e acolhedor chocolate quente! Ah, que maravilha!

Mais tarde, já em nosso apê, o Bom Marido preparou nosso jantar: Peixe desfiado ao creme e Hash browns. O meu ainda contou com uma saladinha e uma fatiazinha de queijo para incrementar!

Perfeito!

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Já no domingo, dia 18 de janeiro de 2015, não saímos para longe. O dia estava meio chuvoso e o Thierry estava doido para provar o hambúrguer de uma rede de restaurantes chamada DQ (Dairy Queen Inc.)

Como sabíamos que havia um DQ perto do nosso apê, resolvemos almoçar lá e depois esticar para o Stanley Park para caminharmos um pouco.

Resolvemos explorar uma trilhazinha que ainda não havíamos percorrido e até tiramos foto de umas árvores caídas, em especial uma que caiu no meio da trilha, mas que ao invés de ter sido totalmente retirada, foi apenas recortada para liberar a passagem!

Esses passeios me faziam querer ficar cada vez mais em Vancouver, pois mesmo no frio, mesmo com o tempo feio, sempre tinha algo bonito para se ver.

Ai ai… Que saudades de lá! Espero um dia poder voltar para essa linda cidade canadense. E o Bom Marido, com certeza, também espera!

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E assim concluímos mais um final de semana da nossa incrível viagem.

Obrigada pela visita e até o próximo episódio das Aventuras do Bom Marido no Canadá.

😉

LXXVII. Mutirão da faxina!

faxinaQuem não gosta de uma casa sempre limpinha, aconchegante e cheirosinha, não é verdade?

Mas para manter qualquer ambiente limpo e adequado para a convivência é preciso deixar a preguiça de lado e mandar ver na faxina. Há quem pague para alguém fazer este serviço. Há quem prefira economizar e fazer tudo do seu jeito, seja ele qual for.

Na casa do Bom Marido quem sempre está com vassoura, rodos e panos em mãos sou eu. Confesso que ele não é muito fã de faxina e não tem muito jeito com isso. Sendo assim, cada um equilibra suas habilidades e faz a sua parte: ele cozinha e eu limpo.

Como fiquei ausente por 6 meses por conta do meu intercâmbio, já imaginei o estado em que a casa do Bom Marido iria ficar, ainda mais tendo bichinho de estimação em casa, o que requer um cuidado ainda maior na limpeza. Seriam semanas e mais semanas de pelo de gato voando pela casa, poeira, grude, roupa e louça espalhadas por todo canto e muito mais…

A solução para este problema foi acionar o Mutirão da Faxina!

Ninguém melhor que minha mãe, Dona Maria Zélia, para deixar qualquer casa brilhando de tão limpa. Como diz meu querido Tio Salvador, “A Zélia é a rainha da limpeza!” E a família inteira assina embaixo.

E com muito carinho e disposição, Mamãe Querida veio até a casa do Bom Marido para fazer uma super faxina por mim. E não a fez sozinha! Meu digníssimo Papai e o Bom Marido arregaçaram as manguinhas também, e pelo que fiquei sabendo, a casa ficou novinha em folha.

Fico muito feliz com o carinho que meus pais têm pelo Thierry. Eu torço para que existam por aí relações tão harmoniosas e saudáveis assim, afinal família é um bem muito precioso e temos que saber cuidar e reconhecer o que cada membro faz por todos. Sendo assim, o Bom Marido e eu só temos a agradecer pelos anjos da guarda (nossos pais) que estão sempre por perto fazendo de tudo por nós!

Somos realmente sortudos e abençoados, não é mesmo?

😉

Bom, agora chega de conversa pois eu tenho que fazer sabem o quê?

Isso mesmo… FAXINA!

Abraços e até a próxima!

31 de Dezembro de 2012. Primeiro Reveillon na casa do Thierry!

LXXVI. Dono precisa viajar enquanto parentes e amigos se revezam para cuidar do seu gato

Lucky no colinho do papaiApegar-se a um bichinho de estimação pode partir o coração de qualquer um que precisa realizar uma viagem, mesmo que seja apenas por um final de semana.

Não é todo animal que se adapta ou pode ser transportado nas viagens dos seus donos, tendo então que ficar com outras pessoas da casa ou até mesmo em hotéis especializados em pets. Mas quando o dono mora sozinho e não tem como pagar alguém ou um hotel para cuidar do seu animalzinho, o jeito é contar com a solidariedade de parentes e amigos que estejam dispostos a visitar o bichinho com uma certa frequência.

Lucky no colinho da mamãeNo caso do Bom Marido, ele teve que viajar por dois motivos: visitar os avós na Espanha e buscar sua noiva (euzinha) no Canadá. A ideia de deixar o Lucky sozinho quase o fez desistir das duas viagens, mas levando em conta que seus avós estão doentes e não poderão mais fazer suas tradicionais viagens de fim de ano para cá, ele respirou fundo, fez as malas e foi. Ele e a mãe dele.

Durante sua ausência, pessoas muito bacanas se desdobraram para cuidar do pobre gatinho. Os créditos vão para o sogrinho Joseph, meus preciosos pais Luiz e Zélia, e o querido amigo Edson, que foi quem mais conseguiu um tempinho na agenda para cuidar do bichano.

Meus pais até vieram de mala e cuia para passar o final de semana na casa do Bom Marido, mimando e fazendo companhia ao Lucky. Outro dia meu pai veio aqui e passou um tempão jogando sinuca e tocando violão. Sozinho? Não, com o Lucky!

Após sua viagem de 20 dias pela Espanha, o Bom Marido iria direto para o Canadá, porém sua conexão em São Paulo seria de cerca de 15 horas, o que o permitiu vir correndo passar pelo menos algumas horinhas matando as saudades do Lucky. E toca dar uma ajeitada na mala e seguir para o aeroporto novamente…

Lucky "trabalhando" com o papaiDesta vez a viagem foi um pouco mais longa: 40 dias seguidos longe do “miau”, porém pertinho de “moi”! Nem preciso dizer o quanto foi doloroso para o Thierry, afinal o Lucky passa 24h por dia em sua companhia, seja no colo enquanto ele trabalha em frente ao computador, seja na cama, servindo de bichinho de pelúcia.

Se fosse um gato normal que tem o costume de ficar sozinho enquanto os donos saem para trabalhar ou estudar, tudo bem. O problema é que o Bom Marido trabalha em casa e só sai “de vez em nunca” para ir ao supermercado ou para me levar em algum lugar, quando necessário.

Sorte que o Bom Marido é um cara muito querido por todos e muito apoiado pelos seus pais Anita e Joseph, que nunca o deixam desamparado. Meus pais também o adoram e estão sempre fazendo de tudo por nós dois. O Thierry é como um filho para eles!

Papai, mamãe e bebê!Consequentemente, quem se dá bem nessa história toda é o Lucky – o gato mais mimado que eu conheço! Ainda que ele seja meio antissocial e arisco com todo mundo, exceto com o Thierry e comigo, ele certamente ficou muito grato pelo carinho e pelos cuidados dos “avós” Anita, Joseph, Zélia e Luiz e do amigo Edson, em quem ele até deixou umas belas unhadas na mão.

O Bom Marido e eu agradecemos também, de coração!

😉

Só para constar, também fiquei muito mal por estar longe do Lucky. Até pensei que ele nem fosse me reconhecer após 6 meses de viagem, porém ele continua o mesmo bebê fofo, peludo e carinhoso da mamãe!

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Lucky brigando com a mala: – Nunca mais leve meus pais, sua mala feia e velha!
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Lucky cochilando com um Chaves rolando ao fundo.

Ganhei uma charge! Uhuuu!!!

Eu já fui desenhada, vetorizada, caricaturada, ilustrada, pintada e rascunhada uma porção de vezes, mas esta é a primeira vez que alguém me homenageia assim em uma obra de arte, junto com o Charlie, meu segundo livro, que é meu xodozinho do momento!

E, apesar de eu estar TOTALMENTE sem tempo (e com problemas técnicos) para postar qualquer coisa em qualquer um dos blogs que eu administro (Elaine Oliveirarte, CIAVIP Cultural, Maple Leaf Sisters e este aqui), tive que dar um jeito de parar tudo e vir correndo aqui mostrar uma das homenagens mais bacanas que recebi nos últimos tempos.

Senhoras e senhores, eis a charge que meu amigo Felipe Cardoso, mais conhecido como o “Felipão da Vovó” (piada interna das primas Oliveira!) fez com todo carinho para mim:

ChargeNão sou tão bonita assim como no desenho, mas ele acertou na cara de bravinha, no “zóião” e na cinturinha fina! hahaha

– Amei, Felipão! Eu não esperava receber um presente tão especial assim!!! Sério! Ganhei o dia, a semana, o mês, o ano todo depois dessa. Super beijo e muito obrigada!

Fora a mensagem que ele me deixou no Face desejando boa sorte e dizendo que o Brasil não é Brasil sem mim!

Puxa, que honra!

Pode deixar que eu volto logo, gente!

Em Fevereiro estamos de volta: Charlie, eu e o Bom Marido mais querido do nosso país que, se Deus quiser, vem me buscar aqui em Vancouver!!!

Bom, gente… Por hoje é só.

Espero que tenham gostado desta rápida postagem.

::: Aos que sempre me perguntam: Charlie , minha irmã Lilly (Lilika) e eu estamos bem! De vez em quando eu posto algumas fotos dos nossos passeios e da trajetória do Charlie lá na página do face: www.facebook.com/comoserumbommarido.

Curtam e comentem lá, curtam e comentem aqui, compartilhem, alastrem, divulguem e, principalmente, adquiram o livro para dar uma força ao meu trabalho, valeu?

Brigadão mais uma vez e até a próxima, se Deus quiser!

😉

Bjs meus e do Charlie para todos vocês! ^^

E o Charlie vai também!

MapleLeafSistersMuito bem, pessoal…

Está quase chegando o dia em que minha irmã e eu faremos uma longa viagem de estudos e trabalho em Vancouver, no Canadá.

Mas e o Bom Marido? Você vai deixá-lo aqui sozinho??? Outra vez?

Não. Não vou deixar Meu Amado aqui SOZINHO. Ele tem os pais dele, os meus pais, pouquíssimos amigos e nosso bebê Lucky para lhe fazerem companhia.

Não é o fim do mundo essa viagem. (Já fui para Vancouver em 2012, mas fiquei só 40 dias. Quem não se lembra, clique AQUI)

Acontece que o governo canadense vai começar a vetar a entrada de intercambistas que pretendem estudar e trabalhar no país, então ou eu aproveitava essa última oportunidade, ou ficaria a vida inteira lamentando e tentando imigrar para lá.

Sendo que:

1) Não sou uma profissional qualificada para imigrar para um país feito o Canadá. Sou artista, sou freelancer, não sou casada e não faço parte do grupo de pessoas que trabalham em áreas que seriam facilmente aceitas em outro país. Já disse que sou artista, né?

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2) Meu Noivo também é autônomo e a profissão dele não está na atual lista de profissionais aceitos no Canadá. Se bem que essa lista sempre muda. Ele tem mais chances de imigrar do que eu. Ele tem dupla cidadania, passaporte europeu, cara de europeu, fala Francês e Inglês razoavelmente bem, mas não escreve em nenhum desses idiomas… (aí já complica um pouco) Mas ele entende de computadores e outras nerdices que, vira e mexe, estão em alta nesses países bacanudos.

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3) Antes de imigrar de vez, tenho que resolver algumas coisas aqui no Brasil, vender tudo o que eu tenho e me mandar de vez.

Entre as coisas para resolver, uma delas seria: como levar o Lucky? Chegar assim do nada de mala e cuia e gato não seria uma boa ideia. E com relação à moradia? Fonte de renda? Alimentação? É preciso resolver tudo isso com calma, aqui mesmo no nosso querido país, além de trabalhar dobrado para juntar uma boa grana e aí sim dar entrada nos papéis.

Thierry, Lucky e ey

Ah, Thierry e eu teríamos que casar antes, né? Para ficar tudo mais bonitinho! Mas nem para isso temos dinheiro…

Então farei esse intercâmbio de 6 meses com minha irmã, pesquisarei muitas coisas, mexerei uns pauzinhos e farei uns contatos por lá, tanto para mim quanto para o Meu Amado.

Ele vai ficar aqui chupando o dedo?

Não. Enquanto ele ajeita a vida dele aqui, dá um tapa no portifa, cuida do Lucky e trabalha mais um pouco para juntar uma graninha, estarei lá ralando e estudando muito para aprimorar meu Inglês e incrementar meu currículo também.

Mon Amour et Moi

E no último mês da minha viagem… TCHARAM!!! Ele irá para lá também!!! Tenho certeza que ele irá se apaixonar por Vancouver!

E por que ele não quis fazer esse mesmo pacote Work & Study igual o seu e da sua irmã?

Simples. Ele não gosta desse negócio de intercâmbio. A timidez dele é extrema e a impaciência com cursos de idioma presenciais também! Ele precisaria fazer uns cursos sim, acredito até que ele iria gostar um pouco, mas ele não está disposto a isso no momento, nem financeiramente falando!

E como você vai pagar, já que é uma artista e praticamente vive sem dinheiro?

Eu não vivo SEM dinheiro. Graças a Deus eu sobrevivo com meus cachês e estou sempre aceitando vários trabalhinhos que aparecem! Assim como qualquer pessoa, eu também tenho gastos (que procuro controlar ao máximo) e a maior parte do que recebo, eu guardo. De preferência na conta do meu Papai, que é sempre meu financiador para tudo.

ElaineOliveira_Lançamento2Desde que lancei meu segundo livro, venho guardando o dinheiro das vendas e utilizando em caso de emergência, como por exemplo a cirurgia que fiz ano passado, exames, remédios, a cirurgia no siso que fiz este ano, mais exames, mais remédios e outros tratamentos…

A saúde agora vem sempre em primeiro lugar.

Outros dindins que foram entrando, fui guardando. Já deu para pagar uma boa parte da viagem (Pacote Work & Study, acomodações, vistos, seguro internacional (obrigatório), passagens e uma graninha para passar o primeiro mês sem perrengue).

Papai, meu amado e precioso Papai está pagando tudo e sendo reembolsado por mim na medida do possível, assim como fizemos da outra vez em que viajei. (Vejam detalhes nesta página do meu outro WordPress)

Se eu conseguisse vender uns 100 livros aqui no Brasil, já estaria tranquila para poder viajar sem me preocupar. Mas estou preocupadérrima, pois a Copa atrapalhou meus freelas e agora, às vésperas de viajar, não posso aceitar alguns trabalhos que começam agora e terminam no segundo semestre. No segundo semestre já estarei lá em Vancouver, então não dá!

Luiz e Zélia - Casal Supimpa!Nessas últimas semanas só poderei contar com os livros mesmo, mas sei que seria impossível vender 100 livros em 13 dias.

Só se acontecesse um milagre em minha vida!!!

Independente disso, os livros estarão em poder dos Meus Pais e do Meu Amado Noivo aqui no Brasil. Os interessados deverão tratar comigo via e-mail, Twitter, Face, ou aqui mesmo via WordPress e minha família enviará daqui os exemplares pelos Correios para os leitores. É o jeito!

E um fio de esperança será o pacote de livros que levarei na viagem também. Cerca de 40 exemplares. Se eu tiver sorte de vender esses 40 lá nos próximos 6 meses, já será uma mão na roda! Mas ainda assim eu preferiria vender todo o meu estoque aqui mesmo antes de viajar.

– Ai, milagre! Cadê você em minha vida???

Enfim… Baboseias e desabafos à parte, espero que tenham entendido o título da postagem, afinal Charlie é o sapinho da capa do livro. E quando eu digo que ele vai também, é porque ele vai conhecer Vancouver comigo e com minha irmã!

CSUBM_Capafinal_2013aAtenção, Brasileiros em Vancouver! O Charlie está chegando aí para animar a vida de vocês!!!

Quanto?

Ah, só $15,00 (quinze doletas!!!)

Baratinho, vai?

Aos brazucas que ficarão por aqui mesmo, comprem o livro através do site do Meu Amado, assim vocês ajudam não só a mim, mas a ele também, ok?

Quanto?

Nesse caso, R$30,00 + frete (uns 35 mangos, molezinha também!)

Ah e os livros ele envia direitinho pelos Correios e até manda e-mail com o código de rastreamento, certo?

Eis o link: th.art.br/_produtos/comoserumbommarido.html

ComoserumBomMarido_PagSeguro

Espero que tenham entendido essa novela toda que eu escrevi!

Um grande abraço e muito obrigada pelo carinho, pela atenção e pelo tantão de visitas que venho recebendo aqui no WordPress ultimamente!

Beijos e abraços do Bom Marido, da Boa Esposa, do Lucky, e do Charlie também, claro! 😉

Papai, Mamãe e Bebê!

LXXV. Filho de Ouro

Thierry_et_parentsGeralmente quando uma criança recebe muitos mimos e muita atenção dos pais, acaba se tornando uma pessoa chata, frágil, manipuladora, egoísta e cheia de frescuras.

Mas quando, aliado ao excesso de carinho e mimos vem uma educação adequada, o resultado ao longo dos anos é a retribuição de todo esse amor que a criança recebeu.

O sonho de todos os pais é criar os filhos da melhor forma possível e, quando ficarem idosos (ou adoecerem), não serem abandonados por suas crias.

Muitas vezes não é isso o que acontece.

A vida inteira os pais se desdobram para atender às necessidades dos filhos, mas basta precisarem de um favorzinho para ouvirem uma porção de desculpas, fora o comportamento egoísta e uma má vontade gigantesca.

No fundo, esses pais se culpam por terem feito demais por seus filhos sem que eles precisassem se virar para resolver seus próprios problemas. Tudo muito mastigadinho, na boquinha.

E no fundo os filhos sabem que precisam fazer algo por seus pais, mas a preguiça, o egoísmo e a falta de experiência imperam…

Toda essa reflexão me surgiu com base nos últimos acontecimentos aqui na casa do Bom Marido.

Meus sogros precisaram viajar para resolver assuntos muito importantes, mas a grande preocupação seria a cachorra Fox que, sendo muito idosa e de grande porte, não poderia viajar com eles. A solução seria deixá-la aos cuidados do Meu Amado, que por sinal já foi dono da Fox em sua infância.

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Confesso que cheguei a pensar que o Meu Amado não saberia lidar sozinho com todos os problemas da Fox, afinal, em mais de 15 anos ela nunca ficou muito tempo longe de casa e dos meus sogrinhos.

A rotina do Meu Amado foi alterada, pois ele teve que passar a limpar xixi e cocô da Fox (onde ela mora é sossegado, pois é como se fosse uma chácara com gramado, terra e bastante espaço); limpá-la com frequência, pois ela acaba pisoteando nas próprias necessidades; dar água e a comida especial dela duas vezes ao dia; proporcionar conforto e um abrigo quentinho para ela descansar; ficar sempre de olho para ver se ela não está precisando de nada; dar amor, carinho e atenção, pois todo animal de estimação precisa disso; entre outras coisas que estão por vir (sessões de acupuntura, medicamentos e etc…)

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Qualquer outra pessoa com quintal em casa pensaria: “Mas é só um cachorro. É só deixar lá de boa e pronto”. Mas a Fox precisa de cuidados. Ela está idosa, com um probleminha na coluna, longe da própria casa e das pessoas que ela está acostumada a ver todo dia.

Ainda bem que Meu Amado está conseguindo cuidar dela, mesmo detestando ter que limpar o quintal várias vezes ao dia!

(Ele se preocupa tanto com a Fox que até construiu uma rampa para facilitar que ela suba as escadas.)

A Fox, uma mistura de Pastor Belga com alguma outra raça, deu muitas alegrias para o Meu Amado quando ele ainda morava com os pais, na chácara. Foi ele que escolheu aquela bolinha preta e peluda que corria e brincava todo dia com ele pelo gramado e era forte, robusta, atlética e cheia de vida.

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Mas a velhice chega para todos, até para os animais. É por isso que temos que continuar cuidando muito bem deles, afinal, assim como nossos pais, os bichinhos também não merecem ser abandonados e esquecidos em um canto qualquer.

#ficaadica

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LXXIV. Jantar-teste delicioso e aprovado!

No dia 07 de junho de 2014 o livro “Como ser um Bom Marido” completou 6 meses de vida.

Com lançamento realizado em 07 de dezembro de 2013 no Espaço Piccolo, em São Paulo, o livro atraiu a atenção de amigos, parentes e apoiadores que fizeram questão de adquirir seus exemplares.

E alguns apoiadores do projeto no Catarse optaram pela recompensa “Jantar feito pelo Bom Marido”.

Jantar-teste feito pelo Bom MaridoDesde que o livro foi lançado, não foi possível agendar o jantar com todos os apoiadores por diversos motivos, entre eles: a casa do Bom Marido estava abarrotada de madeiras, latas de verniz e outros materiais que ele estava usando para reformar seu próprio escritório.

Fora isso, a Boa Esposa que vos escreve, graças a Deus teve que trabalhar  praticamente todos os finais de semana dos últimos meses (salvo alguns dias cujos trabalhos foram cancelados/ adiados de última hora).

E justamente no sábado do dia 07 de junho de 2014 um trabalho foi adiado, mas me avisaram com uma ligeira antecedência, então resolvemos fazer um Jantar-teste com 3 apoiadores para lá de especiais que serviram de cobaia para esse dia: meus pais e minha irmã!

Há tempos minha irmã estava com vontade de experimentar as famosas batatas assadas do Thierry, mas servir só as batatas não valeria todo o apoio que eles deram ao projeto do livro, então resolvemos servir as batatas e também um belíssimo e caprichado Strogonoff de Frango. Especialidade do “chef”!

E com variações de acompanhamentos!

Além da clássica e indispensável Batata Palha Temperada Yoki, tivemos também um delicioso arroz integral e mais um acompanhamento que caiu muito bem: nosso amado Doritos!!!

Vejam como ficaram as combinações:

Batata Assada à lá ThierryBatata assada à lá Thierry. Simples: batatas, molho de requeijão com pimenta e cebolinha, batata palha e Doritos!!!

Strogoritos!Strogoritos!!! Strogonoff de frango, arroz integral e Doritos!!! (esse foi um dos pratos que minha irmã devorou!)

BatatoffBatatoff!!! Batata assada, molhinho de requeijão, strogonoff de frango, batata palha e Doritos! (Mais uma combinação devorada por minha irmã!)

Gato folgado e gulosoAté o Lucky quis participar do jantar e ganhou umas gotinhas de strogonoff que ele lambeu no dedo de sua linda vovó, ou seja, minha amada Mamãe! *.*

Jantar-teste na casa do Bom MaridoE assim todos jantaram felizes para sempre! ^^

Ah, mas peraí! Teve sobremesa especial também! Os convidados puderam experimentar o primeiríssimo bolo de chocolate que o Bom Marido fez exclusivamente para mim, pois dia 04 de junho foi meu aniversário!

Vejam:

Hora da sobremesa! Bolo!Sobremesa: bolo de chocolateHora do bolo!O bolo de chocolate do Meu Amado leva recheio e cobertura com gostinho e textura de Danete ou Chandelle (como preferirem!) Hummmm!

E este foi o jantar-teste que fizemos especialmente para os apoiadores do projeto do livro Como ser um Bom Marido no Catarse!

Lilika e NaniPapai, Mamãe e Filhote!Espero que tenham ficado com água na boca!

😉