CXIII. Pequenas Grandes Vitórias

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Para muitos pode parecer pouco, mas para mim é uma imensa vitória ter alcançado mais de 400 leitores de “Como Ser um Bom Marido – o Livro” apenas no tête-à-tête e com meu coração sempre aberto a bater um papo e poder explicar um pouco sobre a minha obra.

Claro que algumas pessoas ajudaram muito e outras ainda ajudam, como por exemplo os apoiadores do livro (quando ele ainda era projeto no Catarse.me), minha família, alguns amigos e colegas de trabalho.

Mas falar que vendi quase 100% dos exemplares sem o intermédio de lojas, livrarias e editoras, é um ponto interessante a ser destacado.

  • Por quê você não colocou nas livrarias?
  • Por quê você não contrata um agente literário?
  • Por quê você não divulga mais?… Mais???

Primeiro, não adianta eu colocar em livrarias, me submeter às porcentagens delas e acabar com o livro encalhado e esquecido lá nas prateleiras. O investimento deveria ter sido maior com relação ao número de exemplares e da divulgação do livro com foco em maior alcance. Não. Não foi esse o meu foco. A ideia era apenas fazer mais uma obra com tiragem pequena e cumprir a missão de ter lançado mais um livro na vida. Pronto.

O mesmo se aplica ao agente literário. Se o foco fosse um alcance maior, valeria a pena investir nisso (será?), mas quem conhece a história do livro “Como Ser um Bom Marido” sabe que ele veio ao mundo após a existência deste blog, servindo de homenagem aos casais que o inspiraram e, principalmente, uma homenagem ao meu “muso” inspirador: meu noivo Thierry.

Terceiro: divulgar mais… Bom, eu já divulguei bastante o livro das formas que estavam ao meu alcance, mas a melhor divulgação, sem dúvida, é o boca a boca. E a minha sacolinha transparente também! Hehe!

É apenas uma bolsa transparente, mas serve de vitrine para eu mostrar o livro e atrair a curiosidade de possíveis leitores. Mesmo que a pessoa não compre, ela vai ficar com a imagem e o título em mente! E isso é muito divertido!

São muitas histórias, muitas reações, muitos comentários de pessoas que se deparam com o livro pela primeira vez, mas a minha maior satisfação é poder concluir a venda de cada exemplar com muito carinho.

Escrever uma dedicatória para a pessoa que está ali na minha frente com trinta reais na mão aguardando ansiosa pelo livro, depois tirar uma selfie e postar no meu Instagram e no meu Facebook, ah, isso é maravilhoso! Digo mais, é vitorioso!

A prova disso está nas fotos que eu consigo tirar, receber e postar no álbum (não é sempre que dá para tirar foto. Há quem não goste, há quem não possa e há quem receba o livro pelos Correios e não envia a foto também!)

Eis um exemplo de quão vitoriosa eu me sinto ao ver este álbum crescendo aos poucos:

Clique em COMO SER UM BOM MARIDO – ÁLBUM

E assim, encerro essa postagem com o coração repleto de gratidão a todos vocês que apoiam meu trabalho e, acima de tudo, apoiam a literatura nacional independente!

Vida longa aos livros!!!

#obrigada

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CVIII. Depois da Dengue!

 

Uhu!!! We’re back!

Nossa… Após uma dengue que derrubou nós dois numa tacada só, além de outras coisinhas que aconteceram, eis que estamos de volta!!!

– E com guloseimas!

Yeah!

Bem… Conforme eu havia dito anteriormente, eu simplesmente abarrotei meu WordPress com fotos e mais fotos de 2011 para cá e acabou que eu estourei o limite de espaço, o que agora me impede de postar fotos diretamente aqui.

Eu até tentei apagar algumas, mas deu um trabalhão, pois muitas fotos se conectam aos textos, então seria um parto analisar uma por uma e ver quem roda e quem fica, mas enfim…

Graças ao Instagram, eu consigo linkar uma imagem que eu postei lá e jogar para cá, o que não fica esteticamente do meu agrado, pois junto com a imagem, vem o texto todo que eu postei lá no IG, incluindo as hashtags.

E tenho que falar uma coisa, eu adoro hashtags! kkk Preciso aprender a usá-las com moderação, mas confesso que eu me empolgo bastante.

Anyways, let’s move on!

Move on pra onde? Bem, se eu pudesse, todos sabem que seria para o Canadá, mas neste caso, vamos apenas seguir em frente, mudar de assunto e fim de papo!

Ok, onde eu parei? Ah, nas fotos.

Bem, sendo assim, aqui neste blog (até eu ter grana para transformá-lo em site) vou linkar sempre coisas do Insta, beleza?

E vamos começar com o pão de queijo pós dengue.

Ficar doente é um saco, mas tem lá suas utilidades (olha eu, sempre enxergando o lado positivo de tudo, pra variar!). E uma das utilidades de ficar dodói é poder destrinchar a internet atrás de coisas interessantes para assistir, mesmo com os olhos quase fechando de dor.

Em um desses dias de bode, eu vi um vídeo da Ana Maria Braga ensinando a fazer pão de queijo.

Eu nunca soube fazer pão de queijo na vida, aliás, nunca soube fazer nada na cozinha além de sanduba e miojo, mas faz um bom tempo que venho tentando adentrar nesse terreno perigoso da culinária. E não é que estou gostando?

Pois bem, peguei a receita de cabo a rabo e na primeira ida ao mercado, já tratei logo de providenciar os queijos certos e o tal do polvilho doce.

Vou te contar, hein? Vendo a Ana Maria fazer, parece tão fácil, cheia das assistentes ao lado, tudo prático, mas na real é bem difícil amassar toda aquela massa e fazer as bolotinhas.

Resumindo a história, fiz mais de 100 bolinhas, assei algumas e congelei o resto.

O diacho ficou uma belezinha, viu? Pelo menos o Bom Marido adorou! Até minha mãe levou uns para assar em casa e gostou bastante também!

Mas vale a pena, hein? Muito melhor que comprar pão de queijo congelado no mercado ou gastar um dinheirão tomando café na padoca. Pão de queijo feito em casa é o que há!

– Valeu, Ana Maria!

E a dengue? Bem… O Bom Marido ficou muito pior que eu. Sério. O coitadinho achou que fosse passar dessa pra melhor, e eu incrédula, achando que não era pra tanto. Se não fossem nossos pais terem vindo cuidar da gente, não haveria pão de queijo pra contar a história.

Falando nisso, deu uma fome… Vou lá no congelador pegar um pacotinho de pão de queijo que eu mesma fiz e assar para o lanche! 😉

Segue a receita para quem quiser tentar em casa:

Pão de Queijo Supimpa Que Eu Vi no Programa da Ana Maria:

Primeira parte:

  • 1 copo de óleo
  • 1 copo de água
  • 2 colheres (sopa) de sal

Junte tudo numa panela e deixe ferver.

Segunda parte:

  • 1 kg de polvilho doce
  • 4 a 6 ovos (depende da consistência da massa)
  • 250gr a 300gr de queijo minas padrão
  • 100gr de queijo ralado parmesão (ralado em ralo fino)

Coloque o polvilho em uma tigela bem grande e vá jogando a mistura da panela aos poucos. Isso é o que a Ana Maria chama de “escaldar” o polvilho.

Amasse bem e acrescente um ovo por vez, sempre amassando para ver se precisa colocar mais.

Assim que a massa estiver bem macia, acrescente os queijos e continue amassando até a ficar bem homogênea. Se ficar muito mole, coloque mais polvilho ou espere esfriar antes de fazer as bolinhas.

Com a ajuda de uma colher, faça bolinhas não muito pequenas e coloque em uma forma para assar ou congelar.

Tempo de forno: 30 a 35 minutos a 180º. Sempre é bom verificar se não escureceram demais, senão ficam duros.

Sirva com amor e café! ❤

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Espero que tenham gostado!

😉

CVII. Um suquinho e um bom papinho

Desde que comecei a me aventurar mais pela cozinha para aliviar a barra do Bom Marido, venho notado o quanto isso vem fazendo bem para o nosso relacionamento.

Antes, eu só ficava no quarto estudando ou trabalhando, ou então limpando e arrumando a casa enquanto ele fazia o rango. Era cada um no seu quadrado!

Agora, eu priorizo estar mais perto dele, estipulando um cronograma para as atividades que realizo dentro de casa (estudos, trabalhos, exercícios físicos), valorizando assim a nossa sagrada Hora do Suco!

Claro que, quando estou trabalhando fora, fica um pouco mais difícil ajustar esse cronograma, mas o Meu Amado entende, afinal o que seria do nosso relacionamento se não houvesse o que eu chamo de “C.C.C” – Carinho, Compreensão e Colaboração?

Mas voltando a falar dos sucos, quase todo dia a gente faz um suco bem bacana com as dicas e receitas do já citado aqui, Joe Cross.

Nosso ritual consiste em: escolher o suco do dia (de acordo com a disponibilidade de ingredientes na geladeira), separar os itens, lavar, cortar, descascar, colocar na centrífuga e saborear.

A gente faz tudo juntos. Enquanto ele descasca e corta o abacaxi, lá estou eu removendo os caroços das cerejas, as sementes das uvas e lavando o espinafre, por exemplo. Thierry fica com a divertida parte de ir colocando na centrífuga!

Eu removo o bagaço e lavo a centrífuga todo santo dia. Aproveito que sempre tem uma louça para lavar, uma faca, uma tábua e já mando brasa em tudo.

Há quem ache um saco limpar cada item da centrífuga, mas não tem segredo! É só deixar de molho na pia enquanto a pessoa saboreia o suco e depois é só lavar. Algumas peças podem ir na lava-louças, ou seja, molezinha ter uma centrífuga em casa e fazer sucos saborosos e nutritivos todos os dias.

O mais legal é estar ao lado da pessoa amada, fazendo as coisas juntinhos, dando risada, conversando sobre diversos assuntos, analisando a mistura de sabores do suco, tendo um tempinho para conversar sobre assuntos aleatórios, planos para o futuro, listas de compras, as trapalhadas e fofuras do nosso gato, entre muitas outras coisas.

Poderíamos conversar também durante o jantar, mas nós gostamos de aproveitar a refeição para colocar em dia os episódios dos seriados que acompanhamos. Costumamos comentar sobre o seriado, ou algum assunto relacionado, mas nada muito profundo no momento.

Mas o suquinho, ah! O suquinho nos proporciona um momento super bacana!

Após isso, o Bom Marido carinhosamente me beija e avisa que vai voltar para o computador e continuar trabalhando, enquanto eu lavo a louça e organizo a cozinha. Em seguida, lá vou eu fazer algo útil também, como estudar, trabalhar em algum texto, me exercitar ou fazer bolo!

Sim! Fazemos deliciosos bolos com o bagaço do suco que fica na centrífuga. O Bom Marido super aprova. De vez em quando ele me ajuda a fazer, mas como é super rápido e fácil, eu mesma faço enquanto ouço a algum Podcast interessante como o All Ears English e o IELTS Energy, ambos em e sobre o estudo do idioma Inglês.

Querem receitas?

Então vamos ao combo “Suco + Bolo” da vez:

Um dos sucos que o Bom Marido mais gosta se chama Ease Your Joints Juice (Suco que Alivia as Articulações)

Ele fica bem docinho e é super fácil de preparar:

Ingredientes:

  • 4 fatias de abacaxi fresco
  • 1 punhado grande de cerejas
  • 1 punhado grande de uvas
  • 1 cenoura grande
  • 5 cm de gengibre
  • 4 pedacinhos de raiz de açafrão

Preparo:

  • Lave muito bem todos os ingredientes.
  • Corte o abacaxi e remova os caroços das cerejas.
  • Passe tudo pela centrífuga e sirva!

Substituições:

  • Abacaxi – manga
  • Cerejas – morangos
  • Cenoura – Batata-doce
  • Gengibre – limão
  • Açafrão – erva-doce

Rendimento: 1 porção

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Bolo do Bagaço do Suco que Alivia as Articulações (receita adaptada do programa Mais Você, da Ana Maria Braga)

Ingredientes:

  • 4 ovos
  • 1 e ½ xícara (chá) de açúcar
  • 1 xícara (chá) de açúcar mascavo
  • 300 g do bagaço do suco feito na centrífuga
  • 200 ml de leite
  • 1 pitada de sal
  • 2 xícaras (chá) de farinha de trigo
  • 1 colher (sopa) de fermento em pó
  • 2 colheres (sopa) de linhaça (opcional)
  • 2 colheres (sopa) de aveia em flocos grandes (opcional)

Preparo:

  • Preaqueça o forno a 200ºC.
  • Enquanto isso, bata os ovos, o açúcar, o bagaço, o leite e o sal no liquidificador.
  • Em uma tigela, peneire a farinha e o fermento e acrescente os ingredientes opcionais.
  • Junte a mistura do liquidificador na tigela e mexa bem até ficar uma massa homogênea.
  • Unte uma forma retangular média e despeje toda a massa.
  • Coloque no forno e deixe assar por cerca de 30 minutos.
  • Espete um palito no bolo para saber se está assado.
  • Se o palito sair úmido, deixe assar por mais 5 ou 10 minutos.
  • Deixe esfriar e, se quiser, retire da forma.
  • Cubra com a cobertura de sua preferência* (opcional) e sirva!

Rendimento: 16 fatias médias.

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* Sugestão de cobertura de chocolate com casquinha crocante, igual à do bolo de cenoura tradicional.

Cobertura de Chocolate com Casquinha Crocante (receita do site Tudo Gostoso)

Ingredientes:

  • 1 colher (sopa) de margarina ou manteiga
  • 2 colheres (sopa) de leite
  • 1 colher (sopa) de achocolatado em pó – usei Ovomaltine
  • 1 xícara (chá) de açúcar

Preparo:

  • Em uma panela, misture todos os ingredientes e leve ao fogo baixo até que a mistura desgrude da panela e fique em ponto de calda.
  • Despeje a cobertura ainda quente sobre o bolo.

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Depois é só servir com um cafezinho magnífico e pronto!

Dica: Comemos este bolo como opção tanto de café da manhã, quanto de lanche da tarde ou da noite! Rende bastante, por isso armazenamos na geladeira e aquecemos por 30 segundos no micro-ondas ou deixamos uns 5 minutinhos em temperatura ambiente antes de servi-lo.

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Gostaram das receitas?

Muito obrigada pela visita e até à próxima!

😉

Sessão: Macho & Fogão (pte. 13) – Especial Canadá

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Estavam com saudades das deliciosas postagens da Sessão Macho & Fogão?

Não se preocupem! Estamos de volta com mais umas delícias preparadas pelo Bom Marido (com a minha ajudinha também).

Desta vez, vamos mostrar o que o Bom Marido andou aprontando lá nas cozinhas do Canadá, quando foi me visitar na reta final do meu intercâmbio em Vancouver!

Veja a Sessão Macho & Fogão completa clicando AQUI!

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O Bom Marido chegou em Vancouver no dia 29 de dezembro de 2014, dia em que comemoramos 4 anos de relacionamento.

Enquanto eu fui buscá-lo no aeroporto, minha querida irmã preparou um macarrãozinho supimpa para nós.

Claro que ele não teria pique para cozinhar, pois estava desnorteado por conta da longa viagem! (Valeu, sister!)

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Conforme mencionei na postagem LXXIX. O Bom Marido no Canadá – Feliz Ano Novo! , nos primeiros dias da viagem do Bom Marido, permanecemos no apartamento dos nossos queridos amigos Dimitri e Fabiana, do canal Canadá Diário. (Valeu, gente!)

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Foi lá que o Bom Marido preparou as primeiras iguarias em solo canadense, incluindo nosso banquete de Ano Novo.

No dia seguinte à chegada do Bom Marido, a primeira coisa que fizemos após o café da manhã foi dar uma passada no mercado.

IMG_2694O almoço foi o básico Arroz Integral com Curry e Filé de Frango na Manteiga, que é o nosso coringa!

Na véspera de Ano Novo, após um dia de passeios, compramos algumas coisinhas para nossa ceia, incluindo um vinho tinto seco muito bom por sinal.

O Bom Marido nos surpreendeu com um banquete para nossa ceia, com direito a entrada, prato principal e sobremesa!

Entrada(s):

1. Sashimi de Salmão (compramos um pedaço grande de salmão, para o qual o Bom Marido havia pensado em três formas de preparo)

2. Degustamos uns queijinhos e o vinho que compramos, enquanto a terceira entrada não ficava pronta!

3. Finalmente a deliciosa “Casquinha” de Salmão ao Molho Branco. Geralmente ele faz com peixe branco e coloca em forminhas em formato de conchinhas, mas como estávamos na casa dos amigos, utilizamos as tigelinhas de louça que encontramos por lá.

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(Receita em breve)

Prato Principal:

Salmão Assado, acompanhado de Arroz Integral com Curry e Salada de Alface Romana com Molho de Mostarda. E mais a Lentilha saborosa que minha irmã fez (nossa tradição é comer lentilha no Réveillon).

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Eu fiz o molho de mostarda!

Sobremesa:

Café com Sorvete Rolo Nestlé sabor Peanut Butter. Sem mais!

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DSC00835Eu também me arrisquei na cozinha, especialmente sabendo que o Bom Marido e minha irmã adoraram as minhas Panquecas de Banana!!!

Compramos um “syrup” baratinho no Walmart, achando que era de Maple, mas na verdade era apenas um melado qualquer…

Pelo menos ficou bom nas panquecas!

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Na semana seguinte já estávamos no apê que alugamos em West End Vancouver. Lá o Bom Marido continuou a fazer uma comidinha esperta para nós, mas sem muita variedade, afinal experimentávamos guloseimas sempre que saíamos e em casa comíamos mais o básico, ainda assim delicioso, claro!

IMG_3026Arroz Integral com Filé de Peixe Branco e Hash Browns (e Salada)

Gosto do jeito que o Thierry prepara o arroz. Ele coloca um pouquinho de óleo na panela, uma colherinha de curry e refoga 1 xícara de arroz nesta mistura. Em seguida ele coloca 3 xícaras de água e deixa cozinhando até ficar no ponto.

O filé de peixe ele tempera com limão, sal, pimenta, empana e frita com um pouquinho de margarina.

E as Hash Browns? Bom, ainda não descobrimos como fazê-las, mas o Bom Marido se apaixonou por essa iguaria feita de batata ralada e prensada em forma de hambúrguer. Dá para fritar ou assar. Preferimos assar.

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IMG_3210De vez em quando o preço do Salmão estava bacana, então a gente fazia questão de comprar.

Era uma das opções para quando a gente não queria ficar só no filezinho de peixe!

Olha o capricho do Bom Marido!

O Bom Marido comia as Hash Browns quase todo santo dia. Eu evitava ao máximo, apesar de achar uma delícia. Eu ficava na saladinha mesmo. Especialmente de salsão, que era barato, suculento e gigantesco por lá!

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IMG_3409Certo dia, inventamos de comer batata-doce. Seguindo a deliciosa versão de Batata Assada com Molho de Requeijão que já virou sucesso na casa do Thierry, em Vancouver ele fez:

Batata-doce Assada com Cream Cheese e Cebolinha, pra acompanhar o Filé de Peixe.

Essa saladinha já vendia assim prontinha para consumo no supermercado No Frills. Custava menos de 1 dólar o pacotinho. Era só abrir, colocar no prato, temperar e se deliciar.

Detalhe para as batatas chips President’s Choice enfeitando o prato!

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IMG_3475Mais uma delícia preparada pelo Bom Marido: Peixe Desfiado ao Molho Branco com Purê de Batata-doce!

Sim, insistimos em tentar comer batata-doce mais uma vez, mas sinceramente, não curtimos muito.

O que ficou bom mesmo foi esse peixinho desfiado que o Thierry fez!

Hmmm! Caprichadíssimo!

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De vez em quando, uma extravagância pode, não pode? Pois bem… Passeando em um dos meus mercados prediletos, o Urban Fare, eis que o Bom Marido se depara com esse lagostini suculento na vitrine da peixaria. O que ele fez? Comprou, claro. E assim, jantamos um delicioso Lagostini Assado Recheado com Pedaços de Alho e acompanhado de Arroz Selvagem e Salada.

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Perfeito!

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Além do Arroz Integral puro, nós o comíamos misturado ao Selvagem. Uma delícia!

Era uma das opções para acompanhar nosso peixinho de cada dia!

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Neste cardápio também tem espacinho para o delicioso ovo frito do Bom Marido. Já comentei em outra postagem que até o “zóião” que ele faz fica com um gostinho especial. Não sei se é a manteiga, ou se são os temperos, ou tudo junto, mas eu adoro o ovinho que ele faz!

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Falando em ovo, eis uma Omelete Supimpa que eu ajudei a preparar:

No recheio temos: queijo prato, peito de peru, cebolinha, cebola e temperinhos.

Olha a chips President’s Choice aí outra vez!

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Quando íamos ao mercado, sempre pesquisávamos os itens que estavam em oferta, independente da marca. A qualidade dos produtos lá não variava muito de marca para marca, então era simples escolher a mais barata e levar para a casa, sem medo de se arrepender.

Comprávamos pão integral por um ótimo preço. Fazíamos lanchinhos para levar quando saíamos para longe. Super prático. Pão, cream cheese, queijo prato, peito de peru e salada. Uma ótima forma de economizar dinheiro nos passeios!

Mas no apê também rolavam lanches, especialmente para o Bom Marido que comprou uns hambúrgueres gigantescos para experimentar. Desses eu passava longe, afinal, quem me conhece sabe que eu não curto carne vermelha. Amo peixe e consumo frango com mais frequência do que gostaria…

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IMG_3282Enfim, estes foram alguns dos rangos preparados por nós em nossos 40 dias de viagem juntos. (Nossa “lua de mel antecipada”)

Espero que tenham apreciado!

Se eu conseguir liberar espaço de arquivo aqui no meu WordPress, eu tento postar mais uma parte da Sessão Macho & Fogão – Especial Canadá.

Por enquanto fiquem com estas imagens de dar água na boca!

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Obrigada pela visita e até à próxima!

😉

CVI. E lá vem o “Valentine’s Day” outra vez…

Seria curioso comemorar o Dia dos Namorados em fevereiro, pertinho do Carnaval, ou como o próprio nome sugere: festa da carne!

IMG_8615Já temos nosso Dia dos Namorados em junho, numa época de friozinho gostoso e namoro embaixo das cobertas!  Por isso os brazucas nem dão muita bola para o tal do Valentine’s Day (Dia de São Valentim), comemorado em 14 de fevereiro.

Namoro é coisa fofa, compromisso, responsabilidade, cuidar de alguém, se importar com alguém, amar, ser amado, mimar e ser mimado.

Gostar das mesmas coisas, mas nem sempre. Olhar na mesma direção, mas nem sempre. É conhecer, descobrir, entender e respeitar.

Não é só beijo na boca e sexo. É amor e carinho. É fazer uma comidinha gostosa para a pessoa amada, ligar para saber se a pessoa está bem, ou mandar um WhatsApp também, por que não?

pipocasÉ andar de mãos dadas, assistir a um filme com pipocas em casa, naqueles dias em que o tempo está feio demais para sair, ou a grana está curta demais para gastar com cinema.

Namorar é gostoso e faz bem. Quando duas pessoas estão em sintonia e gostam de estar perto uma da outra, é natural que queiram firmar um compromisso sério.

E não precisa de data especial para provar o amor que sentem. Todo dia é dia de demonstrar carinho, mas sem a obrigação de fazê-lo. A pessoa estando feliz é o que basta.

Namoro é isso: é querer ver o outro feliz. Se possível, causar e/ou participar dessa felicidade.

29/12/2013 - 3 anos de Namoro - Thierry e ElaineAlguns desentendimentos rolam no meio do caminho? Sim, claro. Não existe relacionamento perfeito, casal perfeito, par perfeito. Tudo é descoberta, entendimento e aceitação. E aprendizado. Muito aprendizado!

Namorar é como fazer um cursinho pré-vestibular para a Universidade do Amor. Amor. Universo. Amar. Um só verso. No diverso.

Sejamos todos universalmente felizes no Amor!

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Obrigada pela visita e até à próxima!

😉

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Dica de presente para o “Valentine’s Day”:

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Happy Valentine’s Day!

CV. Juntos somos mais fortes!

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Apesar do blog (e do livro) se chamar “Como Ser Um Bom Marido”, é inegável que a “Boa Esposa” também tenha que existir, senão não rola o equilíbrio.

Desde o lançamento do livro em 07 de dezembro de 2013, tenho percebido várias reações das pessoas com relação ao título e à capa do mesmo. Dentre estas reações, as mais bizarras foram as de algumas pessoas mais velhas que acham que eu não tenho vivência o suficiente para escrever sobre um relacionamento.

Recebi muitos elogios pelos meus textos, pelo meu empenho e pela ousadia de lançar um livro que trata de um tema tão complexo que é o casamento. Complexo, pois não é só dizer “sim” no altar e viver feliz para sempre. Tem todo um desenrolar de situações e comportamentos que vão desde o namoro e se prolongam até que a morte (ou o divórcio) marque o ponto final.

Mesmo não estando oficialmente casada eu sei disso!

Mas para alguns, colocar um sapo na capa de um livro e um título que fala em “Como Ser Um Bom Marido” é um absurdo. É uma ofensa. Quem sou eu para falar de Bom Marido? Por que não coloquei “Como Ser Uma Boa Esposa”? E por aí vai…

Esses questionamentos nunca foram um problema para que eu continuasse firme e forte na minha missão de mostrar ao mundo como um relacionamento pode sim durar nos dias de hoje.

Nunca propus que fosse perfeito. Nunca propus que fosse eterno. Só proponho que seja uma troca justa e verdadeira. Mais que uma parceria, uma equipe que joga junto, ganha ou perde JUNTO. E tenho dito!

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E falando em jogar junto, o Meu Amado e eu começamos muito bem o ano nessa pegada.

A princípio, notei que não custava nada eu tentar me arriscar mais vezes no fogão ao invés de deixar essa função somente para ele.

Comecei com um macarrãozinho ao molho branco e legumes, depois um purê de batata-doce e gengibre e isso se estendeu pelos sucos que começamos a tomar desde que assistimos a alguns documentários sobre alimentação.

Nesse caso, nenhuma mudança é ou deve ser radical para que a situação se estabeleça. Dizem que uma pessoa leva cerca de 66 dias para se habituar a uma nova rotina. Pois bem, o Bom Marido e eu ainda estamos nos primeiríssimos passinhos de bebê para uma alimentação mais saudável. De pouquinho em pouquinho a gente chega lá.

Desde que começamos a namorar, acredito que ele tenha mudado (para melhor, digamos assim) muito mais que eu. Parou de fumar, reduziu o consumo de refrigerante, começou a se interessar por frutas, legumes e verduras, reduziu a ingestão de açúcar e até mesmo a carne vermelha, que ele tanto ama.

Talvez tenha mudado por minha causa. Talvez tenha mudado por questões de saúde (ou por causa dos preços no supermercado!!!). Que seja.

Em 5 anos muitas coisas acontecem na vida das pessoas. Influências, situações, pessoas que chegam, pessoas que se vão… Tudo isso serve para um amadurecimento e para uma mudança de comportamento. Tudo nos afeta de alguma forma, mesmo que a gente insista em dizer que nada nos abala. Abala sim. Em maior ou menor escala, mas abala!

Mas o bom de tudo é poder mudar (para melhor, sempre) em equipe, ainda que sejam  apenas dois membros. Um acompanhando as mudanças do outro. Mudando juntos, melhorando juntos, aprendendo juntos. Sem forçar, sem obrigar, sem encher o saco. Tudo de forma orgânica e harmônica. Certo?

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Sendo assim, em ritmo de mudança e experimentação, segue um pouco mais do nosso desenrolar com a história dos sucos e afins:

::: Nada como almoçar um lanchinho leve como esse da primeira fotinho acima:

  • Pão caseiro com patê de atum, acompanhado de salsão e alho-poró!

::: À tarde, um suquinho diferente:

Receita do já citado site do Joe Cross (Reboot With Joe):

Ingredientes:

  • 3 tomates grandes
  • 3 talos de salsão
  • 2 cenouras
  • 1-2 pimentas frescas (opcional)

Preparo:

  • Lave bem todos os ingredientes
  • Se necessário, corte em pedaços menores para caber na centrífuga (Se fizer no liquidificador, assim como o Bom Marido e eu começamos fazendo, cortar e acrescentar água é sempre importante para conseguir bater tudo direitinho. Neste caso, é bom coar antes de tomar)
  • Processe tudo e sirva!

Substituições:

  • Tomates – rabanete, beterraba, repolho roxo
  • Salsão – abobrinha, pepino
  • Cenoura – batata-doce, beterraba
  • Pimenta – açafrão, pimenta seca

Tempo de preparo: 5 minutos

Rendimento: 1 porção (Como o Bom Marido e eu dividimos tudo o que fazemos, deu 300ml para cada um)

::: À noite, olha que delícia de jantar feito pelo Bom Marido, com a minha ajudinha!

Os Chips também fazem parte das receitas do site do Joe Cross! Acho que viramos fãs desse cara!

Ingredientes:

  • 2 Batatas-doces médias
  • 2 cenouras grandes
  • 2 colheres de sopa de azeite
  • 1 colher de chá de pimenta do reino
  • 1/4 colher de chá de pimenta
  • 1/2 colher de chá de sal marinho

Preparo:

  • Preaqueça o forno em 215º.
  • Descasque as batatas-doces e as cenouras.
  • Corte as batatas-doces ao meio, no sentido do comprimento e corte cada metade em quatro fatias iguais.
  • Para as cenouras, corte-as ao meio. Divida cada parte no sentido do comprimento e e corte cada pedaço em duas ou três fatias, quase do mesmo tamanho das batatas.
  • Coloque as batatas e as cenouras em uma tigela e salpique com o óleo, as pimentas e o sal.
  • Espalhe as batatas e as cenouras em uma assadeira forrada com papel manteiga.
  • Asse por 30 minutos até os pedaços ficarem tenros por dentro e levemente dourados por fora, com as pontas levemente crocantes.

Rendimento: 4 porções

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E então, gostaram das receitinhas?

Espero que sim!

Obrigada pela visita e até à próxima!

😉

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Thierry and Elaine at Whytecliff Park - february, 2015

CII. O Bom Marido no Canadá – Últimos dias de viagem; Lions Gate Bridge; Whytecliff Park; Cinema; Aeroporto; Brasil

Chegamos ao final de uma jornada de incríveis passeios no Canadá.

Neste post, falarei sobre os últimos dias da nossa viagem.

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02 de fevereiro de 2015.

Após nossa visita à Whistler no dia anterior, aproveitamos a segunda-feira para fazermos umas comprinhas e curtirmos o clima chuvoso, planejando os últimos passeios da semana.

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03 de fevereiro de 2015.

Aproveitando que nosso apê ficava ao lado do Stanley Park, resolvemos fazer mais um passeio por ele, a caminho da Lions Gate Bridge. Nossa meta era atravessar a pé os quase 2 quilômetros da ponte e ver o que tinha de bom lá do outro lado.

Lions Gate Bridge - by Thierry Durieux - feb, 2015

Foi uma boa caminhada até chegarmos a um shopping, o Park Royal South, onde nos deparamos com um supermercado oriental – Osaka Supermarket – que tinha de tudo um pouco, inclusive uns frutos do mar gigantescos expostos em um “aquário” no setor da peixaria.

Osama Supermarket

Nos esbaldamos de observar as coisas estranhas que são vendidas lá e acabamos nos deliciando com uma porção de sushis e outra de guiozas e mais um delicioso e delicado bolo de nozes, afinal não havíamos almoçado antes de sairmos de casa!

Passeamos mais um pouco pelo shopping e voltamos andando para o apê, quando já estava escurecendo.

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04 de fevereiro de 2015.

Saímos cedo do nosso apê e caminhamos até à Georgia Street, onde pegamos o ônibus #257 até à Horseshoe Bay, em West Vancouver.

Chegando lá, tomamos um chocolate quente, pois estava fazendo muito frio e demos um passeio pelas redondezas antes de encararmos a longa caminhada rumo ao Whytecliff Park. Nos perdemos um pouco para chegarmos lá, mas conseguimos!

No parque, caminhamos cuidadosamente sobre um caminho de pedras e chegamos à Whyte Island. Fizemos algumas fotos lá na ilha e logo voltamos. Até aproveitamos para pegar algumas lindas pedrinhas à beira da água.

Whytecliff Park - by Thierry and Elaine - feb, 2015

De repente, vários patos que estavam tranquilinhos na água, levantaram voo ao mesmo tempo, como se fosse uma coreografia. No mesmo instante, a maré começou a aumentar e o caminho de pedras sumiu embaixo d’água! Se demorássemos uns minutinhos a mais para voltarmos, ficaríamos ilhados!

Continuamos a caminhar pelo parque até encontrarmos um lugarzinho tranquilo para fazermos nosso piquenique de pão integral com peito de peru e queijo, cookies e água. Foi muito tranquilo e romântico, mesmo com a forte garoa que fazia de tempos em tempos.

Na hora de voltarmos para a Horseshoe Bay afim de pegarmos nosso ônibus, acabamos nos perdendo por umas trilhas que não levavam a lugar algum, mas eis que finalmente encontramos a saída, pegamos o busão e chegamos sãos e salvos no apê.

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Dia 05 de fevereiro de 2015.

Este foi o nosso último dia de passeio. Demos uma voltinha pelo centro para ver se nos animávamos a comprar mais alguns presentes e terminamos o dia indo ao cinema. Sim! Cinema!

Em meu outro blog, mencionei os prêmios que ganhei no evento em que trabalhei, o Fright Nights 2014, no PNE. Na postagem, eu explico que ganhei os prêmios pela minha atuação no evento, o que me deixou muito feliz. E os prêmios eram: pedaços de tijolos usados nas cenas dos artistas da dupla The Monsters of Schlock e ingressos para o cinema.

2014_11_01_frightnights_twoprizes

Os tijolos eu deixei no apê, afinal eu não teria como trazê-los para o Brasil na mala – muito pesados… Já os ingressos, eu guardei por meses até ter a oportunidade de usá-los. Sorte que deu tempo, pois usei praticamente no último dia de viagem. E com Meu Amado!

Assistimos ao filme The Immitation Game (O Jogo da Imitação) e depois passamos no Tim Hortons para nosso último chocolate quente com donuts.

Tudo o que comprávamos para comer nós dividíamos (exceto algum lanche que o Bom Marido preferia de carne e eu, frango), assim gastávamos menos e comíamos o suficiente.

Fizemos nossa última caminhada rumo ao apê e terminamos a noite fechando nossas enormes malas.

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06 de fevereiro de 2015. Dia do embarque do Bom Marido.

Quando minha irmã e eu compramos as passagens de ida e volta no começo de 2014, compramos para o mesmo dia e para o mesmo voo, claro. Thierry não conseguiu comprar a passagem de volta para os mesmos dia, horário e voo que o nosso, então ele comprou para um dia antes, seguindo a mesma escala que fez na ida: São Paulo – Toronto – Vancouver.

De mala e cuia no busão!

O voo dele para Toronto estava marcado para às 14h. Fui de mala e cuia com ele até o aeroporto, enquanto minha irmã ficou no apartamento ainda resolvendo as coisas dela.

Uma hora depois que o Meu Amado embarcou, minha irmã chegou e ficamos lá no aeroporto enchendo linguiça até o dia seguinte, pois nosso voo sairia cedinho e não poderíamos embaçar.

A hora parece que não passa no aeroporto, então a melhor coisa a se fazer é comer, comprar e encontrar um cantinho para dormir!

Fizemos lanches com algumas coisas que haviam sobrado no apê como: pão, frios, ovos, salgadinhos e afins. Mas ainda assim não resistimos à tentação de tomarmos uns chás e chocolates quentes no Tim Hortons, onde ainda compramos duas canequinhas bem bacanas!

Maple Leaf Sisters!

Passeamos por algumas lojinhas para ver o que tinha de interessante e ficamos zanzando de um terminal ao outro, até cansarmos. Pensamos que as lojas e os restaurantes no aeroporto ficassem abertos 24 horas, sempre à disposição de quem ali estivesse, mas tudo começou a fechar e a gente acabou sobrando com a única opção disponível: dormir.

Eu até consegui dormir bastante, pois confesso que fiquei bem xoxinha depois que o Thierry embarcou.

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07 de fevereiro de 2015.

Horas e horas de voos, conexões e trocas de aviões. Minha irmã e eu voamos de Vancouver para Minneapolis, de Minneapolis para Atlanta, e finalmente, de Atlanta para São Paulo. A essa hora o Bom Marido já deveria estar tranquilo na casa dele!

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08 de fevereiro de 2015.

Ufa! Chegamos!

Após uma longa e cansativa viagem, ainda inventei de passar no Duty Free Shop, onde encontrei minha comadre que trabalha lá, fiz umas comprinhas e ganhei vários brindes!

Papai já estava ansioso esperando as duas filhotas. Assim que chegamos em casa, matamos as saudades dos nossos pais, desfizemos as malas, descansamos e… pensam que eu fiquei em Guarulhos, na casa dos meus pais? Não! O Bom Marido foi até lá me buscar para que eu viesse para a casa dele.

Ótimo, pois aproveitei para matar as saudades do Lucky também!

Home, sweet home...

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E assim encerro esta deliciosa aventura que, para mim começou oficialmente em 04 de agosto de 2014, com a oportunidade de estudar e trabalhar em Vancouver, bem como revisitar e conhecer lindos lugares por lá!

Agora é rezar muito para conseguir repetir a dose, de preferência com planos de morar no Canadá por muitos e muitos anos com Meu Amado Bom Marido! ❤

Torça por nós, por favor!!!

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Obrigada por acompanhar As Aventuras do Bom Marido no Canadá!

Veja mais em: As Aventuras do Bom Marido no Canadá – 2014-2015

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C. O Bom Marido no Canadá – Grouse Mountain; Ice Skating; Robson Square; Deep Cove; e Quarry Rock Hike

Das postagens numeradas, esta é a centésima (por isso o C. antes do título). Porém outras 55 foram feitas sem o propósito da numeração. Então esta é a 156ª postagem deste blog tão bonito que tenho desde Dezembro de 2011!!!

Uhuuu!

Deve ser por isso que não estou conseguindo postar mais fotos, afinal em mais de 150 postagens eu abarrotei meu WordPress de imagens, crente que o limite jamais extrapolaria!

Que pena! Justo agora que eu iria começar postando sobre o passeio que fiz com o Bom Marido para a Grouse Moutain, com direito a fotinhos da nossa desajeitada patinação no gelo e tudo mais…

Mesmo assim, segue o relato de mais alguns momentos de viagem. As fotos podem ser vistas, na íntegra e sem frescura neste álbum que deixei aberto em meu Facebook.

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Dia 29 de janeiro de 2015.

Dia de conhecer a Grouse Mountain!

Após minha aula, encontrei Meu Amado no Centro e pegamos o Seabus até North Vancouver. Na Lonsdale Quay Bay pegamos o ônibus 236 sentido Grouse Mountain e descemos bem em frente ao local. Compramos nossos bilhetes, pegamos a gôndola e chegamos ao maravilhoso lugar onde muitas pessoas vão para esquiar, patinar no gelo e se divertir.

Como nossa intenção não era esquiar, compramos o tour guiado para ver a gigantesca turbina eólica The Eye of the Wind na qual é possível entrar por ela e subir de elevador a uma altura de 65 metros, onde existe um deck de observação. In-crí-vel!

Para chegar lá, percorremos uma trilha a pé sobre a neve e tivemos que usar um acessório nas solas das botas para evitar que escorregássemos no gelo.

Tiramos lindas fotos, passeamos de teleférico e vimos o pôr do sol em uma das paisagens mais estonteantes que existem.

Após o tour, alugamos uns patins e nos arriscamos a patinar no gelo. Puxa! Eu achava que seria difícil, mas achei igual à patinação normal com patins in line. Nunca me diverti tanto em minha vida! Thierry e eu patinamos até cansar.

Deu tempo até de assistirmos a um vídeozinho no The Theatre in the Sky a respeito da vida selvagem na Grouse Mountain. Depois disso, tomamos um lanchinho e pegamos o caminho de volta para Vancouver.

Foi muito bom!

Se um dia tivermos a chance de voltarmos para Vancouver, prometemos que tomaremos coragem para esquiar. Só será preciso alugar o equipamento e mandar brasa, ou melhor, gelo!

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30 de janeiro de 2015. Sexta-feira.

Neste dia, após meu último dia de aula, voltei direto para o apê para almoçar com o Meu Amado. Cheguei com o diploma em mãos, afinal minha experiência de intercâmbio havia oficialmente acabado. Que pena! Passou tão depressa…

Mais tarde, encontramos a amiga Regina e o esposo dela na Robson Square e inventamos de patinar no gelo outra vez. Sorte que havíamos treinado um pouco na noite anterior, na Grouse Mountain!

Nos divertimos bastante, rimos, conversamos e terminamos a noite tomando um café na Tim Hortons. Foi muito bom! Gosto muito da Regina e fico extremamente feliz por ela estar bem em Vancouver, sendo muito amada e bem tratada!

A caminho do apê, Thierry e eu demos uma xeretada em um brechó bem curioso que fica na Robson Street. Pensamos que seria uma lojinha pequena com coisas toscas, mas era uma loja enorme com uma variedade incrível de roupas e acessórios exóticos de diversas épocas e para todos os gostos!

Claro que não compramos nada, mas foi divertido ver os itens que tem lá!

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31 de janeiro de 2015.

Neste lindo sábado nublado pudemos aproveitar o dia todo de passeio. O Bom Marido quis conhecer Deep Cove, então lá fomos nós para North Vancouver outra vez!

Pegamos o ônibus 211 e chegamos à tranquila Deep Cove. Demos uma pequena circulada pela cidade e, antes de encararmos alguma trilha, passamos em uma cafeteria para comprarmos um chocolate quente para acompanhar nosso piquenique de sanduíche de pão integral com peito de peru e queijo, cookies e chá verde.

E partimos para nossa caminhada pela Baden Powell Trail rumo à Querry Rock Hike. Até que estava lotado o lugar! Muitas pessoas fazendo trilha por ali. Uma longa trilha, por sinal.

Ao chegarmos à Querry Rock, nos deparamos com uma vista de tirar o fôlego. Não é à toa que esta trilha é uma das mais populares por lá. Não exige muito esforço para percorrê-la e é uma trilha muito bonita e agradável.

Lá no topo, sentamos para apreciar a vista e tirar algumas fotos. Voltamos para a cidade, onde passamos por uma galeria de arte e finalizamos com um chocolate quente e um donuts gigantesco na Honey Doughnuts & Goodies – uma aconchegante cafeteria que fica bem no centro da cidade.

Pegamos nosso ônibus de volta para Vancouver, caminhamos até o apê e jantamos uma porcariazinha em um Burger King ali perto! Foi só porque o Bom Marido estava louco por um hamburgão, pois eu fiquei só nos nuggets mesmo!

E este foi mais um maravilhoso dia de passeios.

Último dia do mês. Só nos restava uma semana de viagem, por isso fizemos questão de aproveitar na medida do possível e dos nossos bolsos!

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Obrigada pela visita e até o próximo episódio das Aventuras do Bom Marido no Canadá.

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XCV. O Bom Marido no Canadá – Capilano River Regional Park; Passeio em família; Piquenique gelado; Lonsdale Quay Market; Fudge; Tim Hortons; DQ; Stanley Park…

18 de janeiro de 2015.

Sábado foi dia de fazer um passeio em “família”!

Sim, família entre aspas, pois além de nós dois (Thierry e eu) só havia a minha irmã ali como parente. E como eu queria muito que ela conhecesse um pouco de North Vancouver, resolvemos convidá-la para dar uma voltinha por aquelas bandas de lá.

Na hora de contar as moedinhas para o ônibus, encontramos uma moeda de 25 cents de uma edição comemorativa de 2006, a respeito de uma campanha de conscientização sobre o câncer de mama. Esse tipo de moeda dá até dó passar adiante! Coisa de colecionador!

Fomos para a estação Waterfront, onde pegamos o Seabus para North Vancouver.

Lá pegamos um ônibus sentido Grouse Mountain e descemos próximo ao Capilano River Regional Park. Ao chegarmos lá, nos perdemos para achar a entrada do parque!

E toca olhar nos mapas da vida, afinal não havia uma pessoa sequer ali perto para nos dar alguma informação. O jeito foi caminhar até achar uma entradinha qualquer.

Uma vez feito isso, resolvemos explorar a área, seguindo algumas trilhas que nos levaram a belíssimas paisagens que foram devidamente registradas por nós.

Estava um frio de lascar. Sorte que estávamos bem agasalhados, mas quando paramos para fazer nosso piquenique, parecia que estávamos no meio do famoso filme Frozen. Let it go, let it go… (Só para constar, o Bom Marido detestou esse filme por causa das musiquinhas e blá blá blá!)

Avistamos uma turma que estava fazendo piquenique ali perto e percebemos que eles já deveriam estar acostumados a esse tipo de passeio em temperaturas baixíssimas, pois haviam levado garrafas térmicas com bebidas quentinhas para aquecerem o corpo… (Nota mental para futuros piqueniques de inverno: garrafa térmica com café ou chocolate quente será um item fundamental!!!)

Após o lanche, fomos dar uma olhadinha na Capilano River Hatchery, onde tem uma incubadora e diversos quadros com explicações a respeito do ciclo dos peixes. Até encontramos um amiguinho de penas que estava ali de olho nos peixes também!

O Capilano River Regional Park é um belo local que atrai canoístas, ciclistas, turistas e até mesmo cineastas, pois muitas produções cinematográficas são feitas neste belíssimo lugar. São várias trilhas a serem percorridas. E eu que pensei que o Thierry fosse detestar essas andanças todas, ele estava era adorando aquilo tudo!!! Se a mamãe dele soubesse o quanto fez bem para ele essas trilhas nos parques canadenses, certamente ela não o teria deixado voltar de lá!

Passamos pelo Cleveland Dam e nos aventuramos a tirar fotos de cima da barragem (sem medo de deixar as câmeras caírem) e fotografamos também a Grouse Mountain, que estava em nossos planos de passeio para dali a alguns dias.

Conforme foi escurecendo, pegamos o ônibus de volta para Lonsdale Quay e eu fiz questão de mostrar o Lonsdale Market para minha irmã, que durante esse tempo todo nunca tinha ido lá!

Até subimos na torre do grande “Q” que enfeita o lado de fora do mercado!

Entramos no Lonsdale Quay Market para minha irmã conhecer e aproveitamos para comprar uns doces na Olde World Confections Fudge – Belgian Chocolates.

Fudge! Uma delícia de doce. Só não é possível devorar um pedaço inteiro sozinho, pois acaba ficando enjoativo. Mas compramos 3 fatias para experimentarmos com calma e guardarmos o restante para os outros dias. Compramos um tradicional, um de chocolate com menta e outro de nozes. Nham!

Tomamos o Seabus de volta para Vancouver e resolvemos seguir a pé até nosso apartamento, parando antes no Tim Hortons para nos deliciarmos com um merecido e acolhedor chocolate quente! Ah, que maravilha!

Mais tarde, já em nosso apê, o Bom Marido preparou nosso jantar: Peixe desfiado ao creme e Hash browns. O meu ainda contou com uma saladinha e uma fatiazinha de queijo para incrementar!

Perfeito!

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Já no domingo, dia 18 de janeiro de 2015, não saímos para longe. O dia estava meio chuvoso e o Thierry estava doido para provar o hambúrguer de uma rede de restaurantes chamada DQ (Dairy Queen Inc.)

Como sabíamos que havia um DQ perto do nosso apê, resolvemos almoçar lá e depois esticar para o Stanley Park para caminharmos um pouco.

Resolvemos explorar uma trilhazinha que ainda não havíamos percorrido e até tiramos foto de umas árvores caídas, em especial uma que caiu no meio da trilha, mas que ao invés de ter sido totalmente retirada, foi apenas recortada para liberar a passagem!

Esses passeios me faziam querer ficar cada vez mais em Vancouver, pois mesmo no frio, mesmo com o tempo feio, sempre tinha algo bonito para se ver.

Ai ai… Que saudades de lá! Espero um dia poder voltar para essa linda cidade canadense. E o Bom Marido, com certeza, também espera!

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E assim concluímos mais um final de semana da nossa incrível viagem.

Obrigada pela visita e até o próximo episódio das Aventuras do Bom Marido no Canadá.

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