CXII. Todo dia é dia de celebrar o amor!

Todo dia é dia de celebrar o amor. Nos pequenos gestos, nos pequenos detalhes. Na correria do dia a dia. Na hora de dormir (conchinha, pé com pé, de frente um para o outro, de lado, porém encostado, pernas trançadas, todo torto, esparramado na cama…) Na hora de acordar (bafão na cara, beijinho de bom dia, animais de estimação pulando em cima, aqueles 5 minutinhos a mais, só para curtir o calorzinho um do outro, levar café na cama…) Nas tarefas de casa. Na força ao trabalho do outro. Nas conversas sobre o futuro. Nos diálogos tensos, porém necessários para a resolução de problemas. Nas obrigações de família. Nas "obrigações" do relacionamento. Nos momentos de alegria. Nos momentos de tristeza. Nos momentos de coisa alguma, valendo só a companhia um do outro… São infinitos os momentos para celebrar o amor. São infinitos os dias para valorizar a pessoa amada. O amor se vive todo dia. Respira, se alimenta, se transforma, evolui, melhora. O amor é e deve sempre ser o combustível das nossas vidas! Je t'aime beaucoup, Mon Amour Thierry Durieux! #diadosnamorados #amor #love #amour #monamour #monprincecharmant #amoureux #happiness #thankfulness #positivity #purelove #celebraroamor

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Todo dia é dia de celebrar o amor.
Nos pequenos gestos, nos pequenos detalhes.
Na correria do dia a dia.
Na hora de dormir (conchinha, pé com pé, de frente um para o outro, de lado, porém encostado, pernas trançadas, todo torto, esparramado na cama…)
Na hora de acordar (bafão na cara, beijinho de bom dia, animais de estimação pulando em cima, aqueles 5 minutinhos a mais, só para curtir o calorzinho um do outro, levar café na cama…)
Nas tarefas de casa.
Na força ao trabalho do outro.
Nas conversas sobre o futuro.
Nos diálogos tensos, porém necessários para a resolução de problemas.
Nas obrigações de família.
Nas “obrigações” do relacionamento.
Nos momentos de alegria.
Nos momentos de tristeza.
Nos momentos de coisa alguma, valendo só a companhia um do outro…
São infinitos os momentos para celebrar o amor. São infinitos os dias para valorizar a pessoa amada.
O amor se vive todo dia. Respira, se alimenta, se transforma, evolui, melhora.
O amor é e deve sempre ser o combustível das nossas vidas!

Postagem de 12/06/2017 – Dia dos Namorados

CX. Ver Casais Felizes me Deixa Muito Feliz!

Nos dias de hoje, quando a gente vê coisas boas e positivas, é preciso destacá-las e colocá-las como exemplo.

Em um mundo repleto de futilidades, amores vazios, rapidinhas e individidualismo, acompanhar de perto a existência de um casal super do bem, me faz muito bem também!

Aconteceu esses dias. Trabalho com eventos há muito tempo, sendo pelo menos uns 6 anos com eventos de terror, Halloweens e afins, muitos deles graças à produtora Space Magic Artes. Em um desses eventos, fui escolhida para atuar em um “Chálloween”, isso mesmo, um Chá-Bar com tema Halloween.

A princípio os outros atores e eu ficamos sem saber como seria esse tal Chálloween. Passou pela cabeça que fosse um típico Chá de Panela com três monstrinhos (nós) bagunçando o pedaço.

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Mas foi surpreendentemente melhor que isso! Foi uma super festa em um buffet todo decorado para um perfeito Dia das Bruxas e com todos os amigos e parentes dos noivos devidamente fantasiados e/ou maquiados especialmente para a ocasião!

Foi um barato! Eu nunca tinha presenciado um Chá-Bar tão incrível assim. Mas o que mais me chamou a atenção disso tudo foi o companheirismo dos noivos. Só de ver os dois ali na mesma vibe, no mesmo clima, um embarcando no sonho do outro, rodeados de pessoas que os querem muito bem, ah, isso já valeu pela noite toda!

A noiva, uma fofa! Veio toda contente falar conosco, dizendo que ela estava fazendo tudo do jeito que sempre quis e que seu sonho era ter personagens de terror do Hopi Hari e do Playcenter na festa dela!

O noivo, uma figura! Vestido de Gene Simmons, do Kiss, ele ficou todo agradecido quando eu encontrei o pendrive que ele havia perdido. No pendrive havia uma coletânea de músicas estilo Classic Rock e Heavy Metal, o que, claramente não agradava a maioria dos convidados, mas que a noiva fez questão de deixar rolar, afinal eram as músicas que seu amado havia escolhido, oras!

Não bastando isso, observei o capricho da festa, o carinho com cada detalhe, os quitutes deliciosos, as lembrancinhas, o trabalho incrível das fotógrafas, uma equipe de maquiadores disponível para atender aos convidados, o casal super atencioso passando de mesa em mesa para tirar foto com todo mundo, a alegria na hora de cortar o bolo e os planos da noiva para um casamento perfeito que agrade não somente a ela, mas ao futuro maridão também.

Fiquei muito feliz de ter tido a oportunidade de trabalhar nesse Chálloween. Fiquei muito feliz de ter conhecido um casal tão amoroso quanto a Kátia e o Pedro, bem como os parentes e amigos deles, igualmente amorosos e atenciosos.

Só tenho a desejar um maravilhoso casamento para eles e para todos os casais que também se preocupam em cultivar momentos que agradem a ambos, com muito companheirismo, muito respeito, muita generosidade e, principalmente, muito amor!

😉

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CIX. Há 38 anos…

O casal que melhor representa este blog e consequentemente o livro Como Ser Um Bom Marido – Porque toda mulher tem o Príncipe Encantado (ou o Sapo) que merece! é um dos casais mais adorados da família!

É claro que sou muito suspeita para falar deles, mas como eu convivo de perto e acompanho a trajetória deste amor desde que nasci (inclusive sou feita do puro amor desses dois!), então eu tenho propriedade para dizer que este é o par mais fofo, mais unido e mais verdadeiro que eu conheço.

Posso citar vários outros casais que admiro e percebo que se respeitam de igual forma, mas hoje é dia de celebrar este que comemora 38 anos de união.

2013_12_07_LançamentoBM9Já os homenageei muito aqui, e faço questão de sempre homenagear, afinal eles servem de inspiração para parentes, amigos e até conhecidos que os vêm sempre unidos, tranquilos, sorridentes, prestativos e conselheiros.

Como será que eles conseguem?

O que passa na cabeça de um casal para que a harmonia permaneça dentro e fora de casa, afinal um casamento de 38 anos não duraria se fosse apenas uma fachada de sorrisinhos e “benzinho pra lá”, “meu amor pra cá” na frente dos outros, certo?

As respostas, talvez só eles mesmos possam dar (fica a dica para uma próxima postagem que pretendo fazer, com perguntas respondidas por eles), mas o que eu percebo que prevalece neste casamento é o respeito mútuo.

CapaLivro2KE muito carinho também, claro! E muito diálogo, que é um dos pontos que eu enfatizo no meu já citado livro Como Ser Um Bom Marido.

Nenhuma situação fica sem ser resolvida. Surgiu um problema? O diálogo ocorre.

Fora que, em todo relacionamento de sucesso, é preciso ter paciência e saber ceder. E isso eu observo bastante nos meus pais.

Acredito que muitos casais da atualidade deveriam se espelhar em relacionamentos assim, pois hoje estamos vivendo uma fase de muito individualismo, muito orgulho, muito medo de amar e muita impaciência para resolver os problemas do cotidiano.

Na hora da raiva, as pessoas jogam tudo para o alto, falam o que não devem, ofendem e depois se arrependem, mas as palavras machucam muito e nem sempre as feridas são fáceis de cicatrizar.

Eu ainda estou aprendendo! Mas preciso fazer um workshop detalhado com meus pais!

Eles estão de parabéns por serem quem são, do jeito que são, felizes, de boa, sem encherem o saco de ninguém e sempre ajudando a quem precisa!

Portanto, Mamãe e Papai:

Parabéns pelos 38 anos de amor, respeito, carinho, aprendizado, companheirismo, parceria, alegria, conquistas, generosidade, compreensão e muitas coisas boas que vocês cultivaram esse tempo todo!

Parabéns pelos 38 anos de casório!

Amo vocês! ❤

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CVIII. Depois da Dengue!

 

Uhu!!! We’re back!

Nossa… Após uma dengue que derrubou nós dois numa tacada só, além de outras coisinhas que aconteceram, eis que estamos de volta!!!

– E com guloseimas!

Yeah!

Bem… Conforme eu havia dito anteriormente, eu simplesmente abarrotei meu WordPress com fotos e mais fotos de 2011 para cá e acabou que eu estourei o limite de espaço, o que agora me impede de postar fotos diretamente aqui.

Eu até tentei apagar algumas, mas deu um trabalhão, pois muitas fotos se conectam aos textos, então seria um parto analisar uma por uma e ver quem roda e quem fica, mas enfim…

Graças ao Instagram, eu consigo linkar uma imagem que eu postei lá e jogar para cá, o que não fica esteticamente do meu agrado, pois junto com a imagem, vem o texto todo que eu postei lá no IG, incluindo as hashtags.

E tenho que falar uma coisa, eu adoro hashtags! kkk Preciso aprender a usá-las com moderação, mas confesso que eu me empolgo bastante.

Anyways, let’s move on!

Move on pra onde? Bem, se eu pudesse, todos sabem que seria para o Canadá, mas neste caso, vamos apenas seguir em frente, mudar de assunto e fim de papo!

Ok, onde eu parei? Ah, nas fotos.

Bem, sendo assim, aqui neste blog (até eu ter grana para transformá-lo em site) vou linkar sempre coisas do Insta, beleza?

E vamos começar com o pão de queijo pós dengue.

Ficar doente é um saco, mas tem lá suas utilidades (olha eu, sempre enxergando o lado positivo de tudo, pra variar!). E uma das utilidades de ficar dodói é poder destrinchar a internet atrás de coisas interessantes para assistir, mesmo com os olhos quase fechando de dor.

Em um desses dias de bode, eu vi um vídeo da Ana Maria Braga ensinando a fazer pão de queijo.

Eu nunca soube fazer pão de queijo na vida, aliás, nunca soube fazer nada na cozinha além de sanduba e miojo, mas faz um bom tempo que venho tentando adentrar nesse terreno perigoso da culinária. E não é que estou gostando?

Pois bem, peguei a receita de cabo a rabo e na primeira ida ao mercado, já tratei logo de providenciar os queijos certos e o tal do polvilho doce.

Vou te contar, hein? Vendo a Ana Maria fazer, parece tão fácil, cheia das assistentes ao lado, tudo prático, mas na real é bem difícil amassar toda aquela massa e fazer as bolotinhas.

Resumindo a história, fiz mais de 100 bolinhas, assei algumas e congelei o resto.

O diacho ficou uma belezinha, viu? Pelo menos o Bom Marido adorou! Até minha mãe levou uns para assar em casa e gostou bastante também!

Mas vale a pena, hein? Muito melhor que comprar pão de queijo congelado no mercado ou gastar um dinheirão tomando café na padoca. Pão de queijo feito em casa é o que há!

– Valeu, Ana Maria!

Pão de queijo! ❤️ #euquefiz #pãodequeijo #anamariabraga #maisvocê #delícia #quentinho #pãodequeijocomcafé

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E a dengue? Bem… O Bom Marido ficou muito pior que eu. Sério. O coitadinho achou que fosse passar dessa pra melhor, e eu incrédula, achando que não era pra tanto. Se não fossem nossos pais terem vindo cuidar da gente, não haveria pão de queijo pra contar a história.

Falando nisso, deu uma fome… Vou lá no congelador pegar um pacotinho de pão de queijo que eu mesma fiz e assar para o lanche! 😉

Segue a receita para quem quiser tentar em casa:

Pão de Queijo Supimpa Que Eu Vi no Programa da Ana Maria:

Primeira parte:

  • 1 copo de óleo
  • 1 copo de água
  • 2 colheres (sopa) de sal

Junte tudo numa panela e deixe ferver.

Segunda parte:

  • 1 kg de polvilho doce
  • 4 a 6 ovos (depende da consistência da massa)
  • 250gr a 300gr de queijo minas padrão
  • 100gr de queijo ralado parmesão (ralado em ralo fino)

Coloque o polvilho em uma tigela bem grande e vá jogando a mistura da panela aos poucos. Isso é o que a Ana Maria chama de “escaldar” o polvilho.

Amasse bem e acrescente um ovo por vez, sempre amassando para ver se precisa colocar mais.

Assim que a massa estiver bem macia, acrescente os queijos e continue amassando até a ficar bem homogênea. Se ficar muito mole, coloque mais polvilho ou espere esfriar antes de fazer as bolinhas.

Com a ajuda de uma colher, faça bolinhas não muito pequenas e coloque em uma forma para assar ou congelar.

Tempo de forno: 30 a 35 minutos a 180º. Sempre é bom verificar se não escureceram demais, senão ficam duros.

Sirva com amor e café! ❤

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Espero que tenham gostado!

😉

CVI. E lá vem o “Valentine’s Day” outra vez…

Seria curioso comemorar o Dia dos Namorados em fevereiro, pertinho do Carnaval, ou como o próprio nome sugere: festa da carne!

IMG_8615Já temos nosso Dia dos Namorados em junho, numa época de friozinho gostoso e namoro embaixo das cobertas!  Por isso os brazucas nem dão muita bola para o tal do Valentine’s Day (Dia de São Valentim), comemorado em 14 de fevereiro.

Namoro é coisa fofa, compromisso, responsabilidade, cuidar de alguém, se importar com alguém, amar, ser amado, mimar e ser mimado.

Gostar das mesmas coisas, mas nem sempre. Olhar na mesma direção, mas nem sempre. É conhecer, descobrir, entender e respeitar.

Não é só beijo na boca e sexo. É amor e carinho. É fazer uma comidinha gostosa para a pessoa amada, ligar para saber se a pessoa está bem, ou mandar um WhatsApp também, por que não?

pipocasÉ andar de mãos dadas, assistir a um filme com pipocas em casa, naqueles dias em que o tempo está feio demais para sair, ou a grana está curta demais para gastar com cinema.

Namorar é gostoso e faz bem. Quando duas pessoas estão em sintonia e gostam de estar perto uma da outra, é natural que queiram firmar um compromisso sério.

E não precisa de data especial para provar o amor que sentem. Todo dia é dia de demonstrar carinho, mas sem a obrigação de fazê-lo. A pessoa estando feliz é o que basta.

Namoro é isso: é querer ver o outro feliz. Se possível, causar e/ou participar dessa felicidade.

29/12/2013 - 3 anos de Namoro - Thierry e ElaineAlguns desentendimentos rolam no meio do caminho? Sim, claro. Não existe relacionamento perfeito, casal perfeito, par perfeito. Tudo é descoberta, entendimento e aceitação. E aprendizado. Muito aprendizado!

Namorar é como fazer um cursinho pré-vestibular para a Universidade do Amor. Amor. Universo. Amar. Um só verso. No diverso.

Sejamos todos universalmente felizes no Amor!

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Obrigada pela visita e até à próxima!

😉

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Dica de presente para o “Valentine’s Day”:

Fundo_blog

Happy Valentine’s Day!

CV. Juntos somos mais fortes!

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Apesar do blog (e do livro) se chamar “Como Ser Um Bom Marido”, é inegável que a “Boa Esposa” também tenha que existir, senão não rola o equilíbrio.

Desde o lançamento do livro em 07 de dezembro de 2013, tenho percebido várias reações das pessoas com relação ao título e à capa do mesmo. Dentre estas reações, as mais bizarras foram as de algumas pessoas mais velhas que acham que eu não tenho vivência o suficiente para escrever sobre um relacionamento.

Recebi muitos elogios pelos meus textos, pelo meu empenho e pela ousadia de lançar um livro que trata de um tema tão complexo que é o casamento. Complexo, pois não é só dizer “sim” no altar e viver feliz para sempre. Tem todo um desenrolar de situações e comportamentos que vão desde o namoro e se prolongam até que a morte (ou o divórcio) marque o ponto final.

Mesmo não estando oficialmente casada eu sei disso!

Mas para alguns, colocar um sapo na capa de um livro e um título que fala em “Como Ser Um Bom Marido” é um absurdo. É uma ofensa. Quem sou eu para falar de Bom Marido? Por que não coloquei “Como Ser Uma Boa Esposa”? E por aí vai…

Esses questionamentos nunca foram um problema para que eu continuasse firme e forte na minha missão de mostrar ao mundo como um relacionamento pode sim durar nos dias de hoje.

Nunca propus que fosse perfeito. Nunca propus que fosse eterno. Só proponho que seja uma troca justa e verdadeira. Mais que uma parceria, uma equipe que joga junto, ganha ou perde JUNTO. E tenho dito!

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E falando em jogar junto, o Meu Amado e eu começamos muito bem o ano nessa pegada.

A princípio, notei que não custava nada eu tentar me arriscar mais vezes no fogão ao invés de deixar essa função somente para ele.

Comecei com um macarrãozinho ao molho branco e legumes, depois um purê de batata-doce e gengibre e isso se estendeu pelos sucos que começamos a tomar desde que assistimos a alguns documentários sobre alimentação.

Nesse caso, nenhuma mudança é ou deve ser radical para que a situação se estabeleça. Dizem que uma pessoa leva cerca de 66 dias para se habituar a uma nova rotina. Pois bem, o Bom Marido e eu ainda estamos nos primeiríssimos passinhos de bebê para uma alimentação mais saudável. De pouquinho em pouquinho a gente chega lá.

Desde que começamos a namorar, acredito que ele tenha mudado (para melhor, digamos assim) muito mais que eu. Parou de fumar, reduziu o consumo de refrigerante, começou a se interessar por frutas, legumes e verduras, reduziu a ingestão de açúcar e até mesmo a carne vermelha, que ele tanto ama.

Talvez tenha mudado por minha causa. Talvez tenha mudado por questões de saúde (ou por causa dos preços no supermercado!!!). Que seja.

Em 5 anos muitas coisas acontecem na vida das pessoas. Influências, situações, pessoas que chegam, pessoas que se vão… Tudo isso serve para um amadurecimento e para uma mudança de comportamento. Tudo nos afeta de alguma forma, mesmo que a gente insista em dizer que nada nos abala. Abala sim. Em maior ou menor escala, mas abala!

Mas o bom de tudo é poder mudar (para melhor, sempre) em equipe, ainda que sejam  apenas dois membros. Um acompanhando as mudanças do outro. Mudando juntos, melhorando juntos, aprendendo juntos. Sem forçar, sem obrigar, sem encher o saco. Tudo de forma orgânica e harmônica. Certo?

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Sendo assim, em ritmo de mudança e experimentação, segue um pouco mais do nosso desenrolar com a história dos sucos e afins:

::: Nada como almoçar um lanchinho leve como esse da primeira fotinho acima:

  • Pão caseiro com patê de atum, acompanhado de salsão e alho-poró!

::: À tarde, um suquinho diferente:

Receita do já citado site do Joe Cross (Reboot With Joe):

Ingredientes:

  • 3 tomates grandes
  • 3 talos de salsão
  • 2 cenouras
  • 1-2 pimentas frescas (opcional)

Preparo:

  • Lave bem todos os ingredientes
  • Se necessário, corte em pedaços menores para caber na centrífuga (Se fizer no liquidificador, assim como o Bom Marido e eu começamos fazendo, cortar e acrescentar água é sempre importante para conseguir bater tudo direitinho. Neste caso, é bom coar antes de tomar)
  • Processe tudo e sirva!

Substituições:

  • Tomates – rabanete, beterraba, repolho roxo
  • Salsão – abobrinha, pepino
  • Cenoura – batata-doce, beterraba
  • Pimenta – açafrão, pimenta seca

Tempo de preparo: 5 minutos

Rendimento: 1 porção (Como o Bom Marido e eu dividimos tudo o que fazemos, deu 300ml para cada um)

::: À noite, olha que delícia de jantar feito pelo Bom Marido, com a minha ajudinha!

Os Chips também fazem parte das receitas do site do Joe Cross! Acho que viramos fãs desse cara!

Ingredientes:

  • 2 Batatas-doces médias
  • 2 cenouras grandes
  • 2 colheres de sopa de azeite
  • 1 colher de chá de pimenta do reino
  • 1/4 colher de chá de pimenta
  • 1/2 colher de chá de sal marinho

Preparo:

  • Preaqueça o forno em 215º.
  • Descasque as batatas-doces e as cenouras.
  • Corte as batatas-doces ao meio, no sentido do comprimento e corte cada metade em quatro fatias iguais.
  • Para as cenouras, corte-as ao meio. Divida cada parte no sentido do comprimento e e corte cada pedaço em duas ou três fatias, quase do mesmo tamanho das batatas.
  • Coloque as batatas e as cenouras em uma tigela e salpique com o óleo, as pimentas e o sal.
  • Espalhe as batatas e as cenouras em uma assadeira forrada com papel manteiga.
  • Asse por 30 minutos até os pedaços ficarem tenros por dentro e levemente dourados por fora, com as pontas levemente crocantes.

Rendimento: 4 porções

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E então, gostaram das receitinhas?

Espero que sim!

Obrigada pela visita e até à próxima!

😉

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Thierry and Elaine at Whytecliff Park - february, 2015

CII. O Bom Marido no Canadá – Últimos dias de viagem; Lions Gate Bridge; Whytecliff Park; Cinema; Aeroporto; Brasil

Chegamos ao final de uma jornada de incríveis passeios no Canadá.

Neste post, falarei sobre os últimos dias da nossa viagem.

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02 de fevereiro de 2015.

Após nossa visita à Whistler no dia anterior, aproveitamos a segunda-feira para fazermos umas comprinhas e curtirmos o clima chuvoso, planejando os últimos passeios da semana.

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03 de fevereiro de 2015.

Aproveitando que nosso apê ficava ao lado do Stanley Park, resolvemos fazer mais um passeio por ele, a caminho da Lions Gate Bridge. Nossa meta era atravessar a pé os quase 2 quilômetros da ponte e ver o que tinha de bom lá do outro lado.

Lions Gate Bridge - by Thierry Durieux - feb, 2015

Foi uma boa caminhada até chegarmos a um shopping, o Park Royal South, onde nos deparamos com um supermercado oriental – Osaka Supermarket – que tinha de tudo um pouco, inclusive uns frutos do mar gigantescos expostos em um “aquário” no setor da peixaria.

Osama Supermarket

Nos esbaldamos de observar as coisas estranhas que são vendidas lá e acabamos nos deliciando com uma porção de sushis e outra de guiozas e mais um delicioso e delicado bolo de nozes, afinal não havíamos almoçado antes de sairmos de casa!

Passeamos mais um pouco pelo shopping e voltamos andando para o apê, quando já estava escurecendo.

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04 de fevereiro de 2015.

Saímos cedo do nosso apê e caminhamos até à Georgia Street, onde pegamos o ônibus #257 até à Horseshoe Bay, em West Vancouver.

Chegando lá, tomamos um chocolate quente, pois estava fazendo muito frio e demos um passeio pelas redondezas antes de encararmos a longa caminhada rumo ao Whytecliff Park. Nos perdemos um pouco para chegarmos lá, mas conseguimos!

No parque, caminhamos cuidadosamente sobre um caminho de pedras e chegamos à Whyte Island. Fizemos algumas fotos lá na ilha e logo voltamos. Até aproveitamos para pegar algumas lindas pedrinhas à beira da água.

Whytecliff Park - by Thierry and Elaine - feb, 2015

De repente, vários patos que estavam tranquilinhos na água, levantaram voo ao mesmo tempo, como se fosse uma coreografia. No mesmo instante, a maré começou a aumentar e o caminho de pedras sumiu embaixo d’água! Se demorássemos uns minutinhos a mais para voltarmos, ficaríamos ilhados!

Continuamos a caminhar pelo parque até encontrarmos um lugarzinho tranquilo para fazermos nosso piquenique de pão integral com peito de peru e queijo, cookies e água. Foi muito tranquilo e romântico, mesmo com a forte garoa que fazia de tempos em tempos.

Na hora de voltarmos para a Horseshoe Bay afim de pegarmos nosso ônibus, acabamos nos perdendo por umas trilhas que não levavam a lugar algum, mas eis que finalmente encontramos a saída, pegamos o busão e chegamos sãos e salvos no apê.

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Dia 05 de fevereiro de 2015.

Este foi o nosso último dia de passeio. Demos uma voltinha pelo centro para ver se nos animávamos a comprar mais alguns presentes e terminamos o dia indo ao cinema. Sim! Cinema!

Em meu outro blog, mencionei os prêmios que ganhei no evento em que trabalhei, o Fright Nights 2014, no PNE. Na postagem, eu explico que ganhei os prêmios pela minha atuação no evento, o que me deixou muito feliz. E os prêmios eram: pedaços de tijolos usados nas cenas dos artistas da dupla The Monsters of Schlock e ingressos para o cinema.

2014_11_01_frightnights_twoprizes

Os tijolos eu deixei no apê, afinal eu não teria como trazê-los para o Brasil na mala – muito pesados… Já os ingressos, eu guardei por meses até ter a oportunidade de usá-los. Sorte que deu tempo, pois usei praticamente no último dia de viagem. E com Meu Amado!

Assistimos ao filme The Immitation Game (O Jogo da Imitação) e depois passamos no Tim Hortons para nosso último chocolate quente com donuts.

Tudo o que comprávamos para comer nós dividíamos (exceto algum lanche que o Bom Marido preferia de carne e eu, frango), assim gastávamos menos e comíamos o suficiente.

Fizemos nossa última caminhada rumo ao apê e terminamos a noite fechando nossas enormes malas.

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06 de fevereiro de 2015. Dia do embarque do Bom Marido.

Quando minha irmã e eu compramos as passagens de ida e volta no começo de 2014, compramos para o mesmo dia e para o mesmo voo, claro. Thierry não conseguiu comprar a passagem de volta para os mesmos dia, horário e voo que o nosso, então ele comprou para um dia antes, seguindo a mesma escala que fez na ida: São Paulo – Toronto – Vancouver.

De mala e cuia no busão!

O voo dele para Toronto estava marcado para às 14h. Fui de mala e cuia com ele até o aeroporto, enquanto minha irmã ficou no apartamento ainda resolvendo as coisas dela.

Uma hora depois que o Meu Amado embarcou, minha irmã chegou e ficamos lá no aeroporto enchendo linguiça até o dia seguinte, pois nosso voo sairia cedinho e não poderíamos embaçar.

A hora parece que não passa no aeroporto, então a melhor coisa a se fazer é comer, comprar e encontrar um cantinho para dormir!

Fizemos lanches com algumas coisas que haviam sobrado no apê como: pão, frios, ovos, salgadinhos e afins. Mas ainda assim não resistimos à tentação de tomarmos uns chás e chocolates quentes no Tim Hortons, onde ainda compramos duas canequinhas bem bacanas!

Maple Leaf Sisters!

Passeamos por algumas lojinhas para ver o que tinha de interessante e ficamos zanzando de um terminal ao outro, até cansarmos. Pensamos que as lojas e os restaurantes no aeroporto ficassem abertos 24 horas, sempre à disposição de quem ali estivesse, mas tudo começou a fechar e a gente acabou sobrando com a única opção disponível: dormir.

Eu até consegui dormir bastante, pois confesso que fiquei bem xoxinha depois que o Thierry embarcou.

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07 de fevereiro de 2015.

Horas e horas de voos, conexões e trocas de aviões. Minha irmã e eu voamos de Vancouver para Minneapolis, de Minneapolis para Atlanta, e finalmente, de Atlanta para São Paulo. A essa hora o Bom Marido já deveria estar tranquilo na casa dele!

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08 de fevereiro de 2015.

Ufa! Chegamos!

Após uma longa e cansativa viagem, ainda inventei de passar no Duty Free Shop, onde encontrei minha comadre que trabalha lá, fiz umas comprinhas e ganhei vários brindes!

Papai já estava ansioso esperando as duas filhotas. Assim que chegamos em casa, matamos as saudades dos nossos pais, desfizemos as malas, descansamos e… pensam que eu fiquei em Guarulhos, na casa dos meus pais? Não! O Bom Marido foi até lá me buscar para que eu viesse para a casa dele.

Ótimo, pois aproveitei para matar as saudades do Lucky também!

Home, sweet home...

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E assim encerro esta deliciosa aventura que, para mim começou oficialmente em 04 de agosto de 2014, com a oportunidade de estudar e trabalhar em Vancouver, bem como revisitar e conhecer lindos lugares por lá!

Agora é rezar muito para conseguir repetir a dose, de preferência com planos de morar no Canadá por muitos e muitos anos com Meu Amado Bom Marido! ❤

Torça por nós, por favor!!!

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Obrigada por acompanhar As Aventuras do Bom Marido no Canadá!

Veja mais em: As Aventuras do Bom Marido no Canadá – 2014-2015

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😉

CI. O Bom Marido no Canadá – Nosso incrível passeio em Whistler, BC!

E lá vamos nós relembrar mais um super passeio da nossa viagem ao Canadá.

Ultimamente o Facebook vem me “obrigando” a relembrar os melhores momentos do ano passado. Ele poderia escolher fotos dos anos anteriores, mas não! Ele faz questão de me “maltratar” com as incríveis lembranças do início de 2015, ou seja, época em que o Bom Marido e eu estávamos lá no Canadá aproveitando cada dia como se fosse o último!

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1º de fevereiro de 2015. Um dia deliciosamente frio!

Como mencionei em uma das postagens anteriores, o Bom Marido e eu queríamos comprar um passeio para as Rocky Mountains, mas não conseguimos, pois as vagas estavam lotadas. Nem o de Seattle nós conseguimos, pelo mesmo motivo. Então compramos antecipadamente o passeio para Whistler, antes que esgotasse também.

Havíamos pesquisado tanto na West Trek Tours quanto na Discover Canada Tours (agência pela qual eu havia visitado Whistler, o Lynn Canyon Park, o Stanley Park, as Rocky Mountains e Granville Island em 2012) e decidimos fechar com a West Trek Tour este nosso passeio para Whistler.

Não senti diferença de uma agência para outra, pois percebi que ambas trabalham no mesmo estilo. Até os preços são equivalentes e a qualidade do atendimento também.

Pois bem, o Bom Marido e eu acordamos cedinho e fomos caminhando até o ponto de encontro, próximo à Waterfront Station. Localizamos nossa excursão e seguimos viagem em um ônibus repleto de jovens eufóricos, grande parte deles brasucas!

Nosso passeio foi o de um dia só, o chamado “Winter Sightseeing”, onde apenas os principais pontos turísticos são visitados.

Nossa primeira parada foi a Shannon Falls, uma cachoeira de 335 metros de altura que fica em Squamish, BC, a caminho de Whistler.

Chegando à Whistler Village, o guia nos levou em um pequeno tour pela cidade e distribuiu os tickets para quem fosse passear de gôndola e fazer os demais passeios opcionais. Preços à parte.

Thierry e eu ficamos livres para explorar o local, com direito a passear de gôndola pra cima e pra baixo, almoçar uma Poutine no topo da montanha e brincar no Coca-Cola Tube Park!!! Uhuuu! Nos divertimos muitoooo!

Olha o Bom Marido aí deslizando alegremente!

Mesmo com o frio congelante (que só passou quando tomamos um master copo de chocolate quente!) nos divertimos muito e só lamentamos não estarmos com coragem para esquiar. Nem coragem e nem dinheiro, pois teríamos que alugar/comprar equipamento e fazer umas aulinhas para não nos arrebentarmos à toa na neve!

Prometemos tentar esquiar em uma possível próxima ida ao Canadá (que seja em breve, pelo amor de Deus!)

5/3/1. 25th day. – 5 minutes meditation ✔️ – 3 good things about this day ✔️ – 1 act of kindness ✔️ ☕️☕️☕️ 3 things: 1) I'm proud of all my accomplishments 2) No one can erase the best moments of my life 3) I know I'm loved! ❤️❤️❤️ 1 act of kindness: – I decided not to complain about anything today. Pic from my latest trip to Whistler Blackcomb. I wrote E&T on the gondola's glass. "E" stands for Elaine, "T" stands for Thierry! 💖💖💖 (2015, January) #531 #meditation #goodthings #goodvibes #goodthoughts #actofkindness #trip #Whistler #WhistlerBlackcomb #BritishColumbia #Canada #happiness #pazinterior #feliz #innerpeace #viagem #snow #gondola #positivity #mindfulness

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Quase perdemos a hora de voltar para o ponto de encontro e, quando voltamos, o ônibus demorou um pouco para partir, pois um dos turistas da nossa excursão havia se perdido por aí.

Esperamos bastante, mas não localizamos o cara. Como estava muito tarde, voltamos para Vancouver sem ele e depois disso eu nem sei como fizeram para encontrá-lo, mas certamente devem ter dado um jeito. Assim espero!

Chegando em Vancouver, o Bom Marido e eu caminhamos até o apê, jantamos e dormimos cansados e felizes!

E este foi mais um passeio do Bom Marido no Canadá.

Pena que a nossa viagem já estava chegando ao fim…

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Obrigada pela visita e até o próximo episódio das Aventuras do Bom Marido no Canadá.

😉

C. O Bom Marido no Canadá – Grouse Mountain; Ice Skating; Robson Square; Deep Cove; e Quarry Rock Hike

Das postagens numeradas, esta é a centésima (por isso o C. antes do título). Porém outras 55 foram feitas sem o propósito da numeração. Então esta é a 156ª postagem deste blog tão bonito que tenho desde Dezembro de 2011!!!

Uhuuu!

Deve ser por isso que não estou conseguindo postar mais fotos, afinal em mais de 150 postagens eu abarrotei meu WordPress de imagens, crente que o limite jamais extrapolaria!

Que pena! Justo agora que eu iria começar postando sobre o passeio que fiz com o Bom Marido para a Grouse Moutain, com direito a fotinhos da nossa desajeitada patinação no gelo e tudo mais…

Mesmo assim, segue o relato de mais alguns momentos de viagem. As fotos podem ser vistas, na íntegra e sem frescura neste álbum que deixei aberto em meu Facebook.

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Dia 29 de janeiro de 2015.

Dia de conhecer a Grouse Mountain!

Após minha aula, encontrei Meu Amado no Centro e pegamos o Seabus até North Vancouver. Na Lonsdale Quay Bay pegamos o ônibus 236 sentido Grouse Mountain e descemos bem em frente ao local. Compramos nossos bilhetes, pegamos a gôndola e chegamos ao maravilhoso lugar onde muitas pessoas vão para esquiar, patinar no gelo e se divertir.

Como nossa intenção não era esquiar, compramos o tour guiado para ver a gigantesca turbina eólica The Eye of the Wind na qual é possível entrar por ela e subir de elevador a uma altura de 65 metros, onde existe um deck de observação. In-crí-vel!

Para chegar lá, percorremos uma trilha a pé sobre a neve e tivemos que usar um acessório nas solas das botas para evitar que escorregássemos no gelo.

Tiramos lindas fotos, passeamos de teleférico e vimos o pôr do sol em uma das paisagens mais estonteantes que existem.

Após o tour, alugamos uns patins e nos arriscamos a patinar no gelo. Puxa! Eu achava que seria difícil, mas achei igual à patinação normal com patins in line. Nunca me diverti tanto em minha vida! Thierry e eu patinamos até cansar.

Deu tempo até de assistirmos a um vídeozinho no The Theatre in the Sky a respeito da vida selvagem na Grouse Mountain. Depois disso, tomamos um lanchinho e pegamos o caminho de volta para Vancouver.

Foi muito bom!

Se um dia tivermos a chance de voltarmos para Vancouver, prometemos que tomaremos coragem para esquiar. Só será preciso alugar o equipamento e mandar brasa, ou melhor, gelo!

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30 de janeiro de 2015. Sexta-feira.

Neste dia, após meu último dia de aula, voltei direto para o apê para almoçar com o Meu Amado. Cheguei com o diploma em mãos, afinal minha experiência de intercâmbio havia oficialmente acabado. Que pena! Passou tão depressa…

Mais tarde, encontramos a amiga Regina e o esposo dela na Robson Square e inventamos de patinar no gelo outra vez. Sorte que havíamos treinado um pouco na noite anterior, na Grouse Mountain!

Nos divertimos bastante, rimos, conversamos e terminamos a noite tomando um café na Tim Hortons. Foi muito bom! Gosto muito da Regina e fico extremamente feliz por ela estar bem em Vancouver, sendo muito amada e bem tratada!

A caminho do apê, Thierry e eu demos uma xeretada em um brechó bem curioso que fica na Robson Street. Pensamos que seria uma lojinha pequena com coisas toscas, mas era uma loja enorme com uma variedade incrível de roupas e acessórios exóticos de diversas épocas e para todos os gostos!

Claro que não compramos nada, mas foi divertido ver os itens que tem lá!

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31 de janeiro de 2015.

Neste lindo sábado nublado pudemos aproveitar o dia todo de passeio. O Bom Marido quis conhecer Deep Cove, então lá fomos nós para North Vancouver outra vez!

Pegamos o ônibus 211 e chegamos à tranquila Deep Cove. Demos uma pequena circulada pela cidade e, antes de encararmos alguma trilha, passamos em uma cafeteria para comprarmos um chocolate quente para acompanhar nosso piquenique de sanduíche de pão integral com peito de peru e queijo, cookies e chá verde.

E partimos para nossa caminhada pela Baden Powell Trail rumo à Querry Rock Hike. Até que estava lotado o lugar! Muitas pessoas fazendo trilha por ali. Uma longa trilha, por sinal.

Ao chegarmos à Querry Rock, nos deparamos com uma vista de tirar o fôlego. Não é à toa que esta trilha é uma das mais populares por lá. Não exige muito esforço para percorrê-la e é uma trilha muito bonita e agradável.

Lá no topo, sentamos para apreciar a vista e tirar algumas fotos. Voltamos para a cidade, onde passamos por uma galeria de arte e finalizamos com um chocolate quente e um donuts gigantesco na Honey Doughnuts & Goodies – uma aconchegante cafeteria que fica bem no centro da cidade.

Pegamos nosso ônibus de volta para Vancouver, caminhamos até o apê e jantamos uma porcariazinha em um Burger King ali perto! Foi só porque o Bom Marido estava louco por um hamburgão, pois eu fiquei só nos nuggets mesmo!

E este foi mais um maravilhoso dia de passeios.

Último dia do mês. Só nos restava uma semana de viagem, por isso fizemos questão de aproveitar na medida do possível e dos nossos bolsos!

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Obrigada pela visita e até o próximo episódio das Aventuras do Bom Marido no Canadá.

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