LXXVI. Dono precisa viajar enquanto parentes e amigos se revezam para cuidar do seu gato

Lucky no colinho do papaiApegar-se a um bichinho de estimação pode partir o coração de qualquer um que precisa realizar uma viagem, mesmo que seja apenas por um final de semana.

Não é todo animal que se adapta ou pode ser transportado nas viagens dos seus donos, tendo então que ficar com outras pessoas da casa ou até mesmo em hotéis especializados em pets. Mas quando o dono mora sozinho e não tem como pagar alguém ou um hotel para cuidar do seu animalzinho, o jeito é contar com a solidariedade de parentes e amigos que estejam dispostos a visitar o bichinho com uma certa frequência.

Lucky no colinho da mamãeNo caso do Bom Marido, ele teve que viajar por dois motivos: visitar os avós na Espanha e buscar sua noiva (euzinha) no Canadá. A ideia de deixar o Lucky sozinho quase o fez desistir das duas viagens, mas levando em conta que seus avós estão doentes e não poderão mais fazer suas tradicionais viagens de fim de ano para cá, ele respirou fundo, fez as malas e foi. Ele e a mãe dele.

Durante sua ausência, pessoas muito bacanas se desdobraram para cuidar do pobre gatinho. Os créditos vão para o sogrinho Joseph, meus preciosos pais Luiz e Zélia, e o querido amigo Edson, que foi quem mais conseguiu um tempinho na agenda para cuidar do bichano.

Meus pais até vieram de mala e cuia para passar o final de semana na casa do Bom Marido, mimando e fazendo companhia ao Lucky. Outro dia meu pai veio aqui e passou um tempão jogando sinuca e tocando violão. Sozinho? Não, com o Lucky!

Após sua viagem de 20 dias pela Espanha, o Bom Marido iria direto para o Canadá, porém sua conexão em São Paulo seria de cerca de 15 horas, o que o permitiu vir correndo passar pelo menos algumas horinhas matando as saudades do Lucky. E toca dar uma ajeitada na mala e seguir para o aeroporto novamente…

Lucky "trabalhando" com o papaiDesta vez a viagem foi um pouco mais longa: 40 dias seguidos longe do “miau”, porém pertinho de “moi”! Nem preciso dizer o quanto foi doloroso para o Thierry, afinal o Lucky passa 24h por dia em sua companhia, seja no colo enquanto ele trabalha em frente ao computador, seja na cama, servindo de bichinho de pelúcia.

Se fosse um gato normal que tem o costume de ficar sozinho enquanto os donos saem para trabalhar ou estudar, tudo bem. O problema é que o Bom Marido trabalha em casa e só sai “de vez em nunca” para ir ao supermercado ou para me levar em algum lugar, quando necessário.

Sorte que o Bom Marido é um cara muito querido por todos e muito apoiado pelos seus pais Anita e Joseph, que nunca o deixam desamparado. Meus pais também o adoram e estão sempre fazendo de tudo por nós dois. O Thierry é como um filho para eles!

Papai, mamãe e bebê!Consequentemente, quem se dá bem nessa história toda é o Lucky – o gato mais mimado que eu conheço! Ainda que ele seja meio antissocial e arisco com todo mundo, exceto com o Thierry e comigo, ele certamente ficou muito grato pelo carinho e pelos cuidados dos “avós” Anita, Joseph, Zélia e Luiz e do amigo Edson, em quem ele até deixou umas belas unhadas na mão.

O Bom Marido e eu agradecemos também, de coração!

😉

Só para constar, também fiquei muito mal por estar longe do Lucky. Até pensei que ele nem fosse me reconhecer após 6 meses de viagem, porém ele continua o mesmo bebê fofo, peludo e carinhoso da mamãe!

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Lucky brigando com a mala: – Nunca mais leve meus pais, sua mala feia e velha!

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Lucky cochilando com um Chaves rolando ao fundo.

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